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Do mesmo gênero botânico, as duas culturas ganham espaço no cultivo de inverno gaúcho, abastecendo cadeias que vão da alimentação humana e animal aos biocombustíveis. A colheita começará oficialmente em 13 de outubro.
Estoques globais menores e risco climático devem sustentar a cotação do milho em 2027, mas a cotação da arroba firme mantém a relação de troca favorável. O maior desafio do confinador deverá ser a reposição.
Com até 98,0% de chance de um evento climático muito forte na primavera, a soja pode atrasar e empurrar a safrinha para datas em que a janela de semeadura do milho estará fechando e a do sorgo segue aberta, com risco menor.
Apesar da expectativa de produção recorde, o desempenho de algumas culturas deve cair na próxima safra.
Oferta curta, exportação com bom desempenho e a volta da Conab às compras sustentam a alta, que já soma 49,2% desde dezembro de 2025.
Maior disponibilidade pressiona as cotações, enquanto riscos climáticos podem afetar a próxima safra.
Estoques de passagem confortáveis põem limite às altas, enquanto o consumo aquecido sustenta os preços acima do patamar de 2025.
Brasil pode produzir 186,0 milhões de toneladas de soja em 2026/27.
Mato Grosso e Bahia detém hegemonia no setor
Dependência de importações e queda na produção do trigo podem encarecer o pão.
A área semeada avança 31,8% e leva a produção ao maior volume da série histórica, mas a produtividade média recua 5,3% na safra 2025/26.
O arábica subiu quase o dobro do robusta.
O fim da colheita, a oferta externa mais curta e a demanda firme sustentam a alta das cotações no mercado interno e na exportação.
Apesar do aumento da exportação no primeiro semestre, produtores não conseguiram quitar os custos de produção.
Da produção nacional às importações.
Em Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Goiás e Paraná, a segunda safra de milho é quase o dobro que a da soja e responde pela maior parte das quebras de produtividade do ciclo.
Apesar do ciclo de expansão, a produção do grão enfrenta um ambiente de custo mais adverso para o período dos últimos anos.
Enquanto a produção de cana se recupera, a queda no preço pago pelo quilo do açúcar total recuperável (ATR) e dos derivados, pressiona a rentabilidade dos fornecedores.
Na comparação feita mês a mês, até 5 de junho, a cotação do trigo subiu no Paraná e no Rio Grande do Sul. O movimento dá sequência à alta observada em maio, quando os preços também avançaram em relação a abril.
Análise de todas as safras de soja desde 2000 mostra que o fenômeno tende a favorecer o vigor das lavouras no Sul, e aumenta o risco climático em Mato Grosso e Goiás.
Nas áreas semeadas na primeira janela, a produtividade já é limitada e dificilmente deve superar 140 sacas por hectare, com desempenho ainda mais restrito em lavouras implantadas fora do período ideal.
O volume exportado cresceu 11,7% no primeiro quadrimestre de 2026 ante igual período de 2025, mas a receita subiu apenas 1,7% em razão da pressão sobre os preços internacionais.
Ampla oferta mundial e nacional, além da pressão sazonal por conta do período de colheita, contribuiu para o cenário.
Produção de sorgo cresce na safra 2025/26, impulsionada pela expansão de área, com destaque para o Centro-Oeste.
Em abril, a cotação do arroz subiu e já é a maior de 2026, porém ainda abaixo da cotação do mesmo período de 2025.
Momento de novas oportunidades e espera.
Produção de amendoim tem aumento na safra 2025/26, impulsionada por maior produtividade e área, com destaque para o crescimento no Centro-Oeste, enquanto cai a oferta mundial.
Relatório anual do NASS, setor estatístico do USDA, apresenta dados de variação da área das principais culturas agrícolas nos Estados Unidos em comparação com o ano passado.
Mercado doméstico lento, mas com viés de alta diante da menor produção e das incertezas na safra global.
Menor área e produtividade devem diminuir a produção de algodão no Brasil. Preço da pluma atingiu a máxima em 2026.
Entrevista com o zootecnista,Joanis Tilemahos Zervoudakis
Notícias Agrícolas
Confinamento com 10 milhões de cabeças em 2026
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