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A semana terminou com alta de R$1,00/@ na cotação do boi gordo e do “boi China”. Para as fêmeas, a cotação ficou estável na comparação dia a dia.
A semana começou em ritmo lento, com pouca oferta e poucos negócios realizados, mantendo a cotação sem alteração.
Na comparação semanal, os preços apresentaram queda para todas as categorias.
Por quê a obrigação de reparar danos ambientais não se perde com o tempo — e o impacto disso para produtores e negócios imobiliários.
Se há alguns dias havia negócios acima das referências – por volta de R$325,00/@ para o boi gordo –, hoje há abaixo, em R$315,00/@.
O mercado abriu com baixo volume de negócios.
Na comparação mensal, o poder de compra piorou 2,2% para o boi magro, 3,3% para o garrote, 3,7% para o bezerro de ano e 1,0% para o bezerro de desmama.
Nesta semana, as ofertas estiveram mais abundantes, o que permitiu que alguns frigoríficos avançassem com as escalas e, com um bom escoamento de carne, os preços ficaram estáveis.
A quarta-feira começou com alta de R$1,00/@ na cotação do boi gordo, na comparação feita dia a dia. A cotação das demais categorias não mudou. A oferta de bovinos atendeu à demanda dos frigoríficos, sem excedentes. O escoamento da carne bovina esteve firme para o mercado interno e para a exportação, o que sustentou as cotações.
O setor, apesar de apresentar ritmo aquém do esperado em 2025, ganhou tração no final do ano e tem boa perspectiva para 2026.
No último dia útil do ano, a cotação do boi gordo caiu R$2,00/@ e a do “boi China” recuou R$3,00/@. Para as fêmeas, as cotações permaneceram estáveis na comparação diária.
Se segunda-feira tipicamente já é um dia moroso no mercado do boi gordo, esta estava ainda mais, por conta do final do ano.
A avicultura e a suinocultura tiveram, apesar dos desafios, um 2025 muito positivo, com crescimento da produção, da demanda e preços firmes, além de custos mais controlados, o que resultou em remuneração positiva ao longo de toda a cadeia.
A sexta-feira (26/12), tipicamente marcada por maior lentidão nas negociações envolvendo gado gordo, teve seu quadro de morosidade intensificado pela comemoração do Natal.
Consumo enfraquecido e escalas fechadas limitam os negócios e pressionam as cotações.
A expedição Confina Brasil 2025 evidencia a consolidação do boitel como estratégia de intensificação da pecuária, com forte concentração no Centro-Sul e aumento expressivo da participação no volume de gado confinado.
Grande parte das indústrias estava com as escalas de dezembro preenchidas, e muitas tinham começado as escalas de janeiro.
O mercado abriu a quarta-feira com queda de R$2,00/@ para a cotação da novilha. Para as demais categorias, as cotações permaneceram estáveis na comparação diária.
Uma década de dedicação a contar a trajetória da agropecuária brasileira, combater a desinformação e ajudar o produtor a produzir mais e melhor.
A retirada das tarifas norte-americanas abre a expectativa para recuperação da exportação de café no fim de 2025.
Após o ajuste de preços de ontem, o mercado abriu estável, sem mudanças nas cotações na comparação feita dia a dia. As escalas atendem, em média, a dez dias. A oferta de boiadas atende à demanda.
Circuito Cria 2025 percorre o Pantanal e planalto sul-mato-grossense e revela sistemas altamente técnicos e modelos reprodutivos que elevam a eficiência da produção de bezerros no estado.
O mercado estava estável, sem mudanças nas cotações na comparação feita dia a dia. O escoamento para o mercado interno e externo estava firme.
Uma parte dos compradores estava com escalas prontas para o começo da segunda semana de janeiro e testavam preços menores, mas sem negócios concretizados.
Da liberação controlada à economia de insumos, os nanofertilizantes surgem como protagonistas na agricultura de alta precisão.
O mercado abriu a quarta-feira com alta de R$2,00/@ para o boi gordo e de R$1,00/@ para o “boi China”. Para a vaca e a novilha, a cotação não mudou na comparação dia a dia.
O primeiro dia útil do mês começou com poucos negócios. Apesar da alta da cotação da novilha na sexta-feira, as demais categorias seguem sem alteração há dias, com o boi gordo e o “boi China” estáveis há 18 dias e a vaca há 12 dias.
O mercado encerrou a semana com alta de R$2,00/@ na cotação da novilha. Para as demais categorias, as cotações não mudaram na comparação dia a dia.
Ainda existia um cenário de indecisão entre os compradores, pois uma parte encontrava-se sem preços para adquirir boiadas e, por outro lado, as indústrias que estavam nas compras ofertaram valores menores do que as referências aqui descritas.
Entrevista com o zootecnista,Joanis Tilemahos Zervoudakis
Notícias Agrícolas
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