Nesta semana, as ofertas estiveram mais abundantes, o que permitiu que alguns frigoríficos avançassem com as escalas e, com um bom escoamento de carne, os preços ficaram estáveis.
Foto por: Scot Consultoria
Nesta semana, as ofertas estiveram mais abundantes, o que permitiu que alguns frigoríficos avançassem com as escalas e, com um bom escoamento de carne, os preços ficaram estáveis.
A maioria das negociações aconteceu dentro das referências. Entretanto, alguns negócios esporádicos ocorreram perto dos R$325,00/@, e algumas indústrias, com escalas mais confortáveis, ofertaram R$315,00/@, mas sem qualquer oferta por parte dos pecuaristas nesses preços.
Outra notícia que impactou o mercado foi a reunião da ABIEC para a organização interna de cotas para exportação de carne para a China. Algumas indústrias, por conta disso, decidiram sair das compras e aguardam o desenrolar do mercado antes de retomá-las.
As escalas de abate estavam, em média, para sete dias.
A oferta de boiadas diminuiu levemente nos últimos dias, mas não a ponto de impactar os preços. Com um bom escoamento da carne, as cotações permaneceram estáveis, com oferta e demanda quase que equilibradas.
As escalas de abate estavam, em média, para sete dias.
As ofertas neste começo de mês estavam menores, e o escoamento de carne girou muito bem nos últimos dias, o que fez com que o preço do boi gordo subisse R$2,00/@. Para as demais categorias, a cotação permaneceu estável.
As escalas de abate atendem, em média, a oito dias.
Análise originalmente publicada no informativo pecuário diário Tem Boi na Linha de 08/01/2026.
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