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As pastagens em São Paulo e Minas Gerais, especialmente em Minas, ainda estão secas. As chuvas que chegam iniciarão o processo de recuperação, mas recuperações mais expressivas virão quando as chuvas se tornarem mais consistentes.
Até o momento, 3,3 arrobas de boi gordo são necessárias para comprar uma tonelada do insumo, queda de 6,0% em comparação ao mês anterior.
Scot Consultoria percorre seis estados brasileiros para mapear estratégias e desafios da fase de cria.
O cenário apresentou redução nas ofertas, que antes eram abundantes, embora alguns frigoríficos ainda contassem com boa disponibilidade de bovinos de confinamento.
Precipitações se espalham pelo Brasil, favorecendo algumas áreas, mas a recuperação da umidade do solo ainda é lenta.
Com a demanda aquecida e a oferta restrita, os preços da reposição em São Paulo seguem firmes, e a expectativa de recuperação das pastagens pode fortalecer mais o poder de barganha do vendedor neste trimestre.
Para outubro, a expectativa é de intensificação das chuvas nas áreas que já registraram precipitações no fim de setembro, além do avanço para regiões que ainda enfrentam estiagem.
No Sudeste, embora leves, as precipitações já contribuem para a recuperação hídrica, com tendência de intensificação e maior frequência nos próximos períodos.
A cotação não mudou na comparação diária. A boa oferta de boiadas permitiu que as escalas de abate ocorressem de forma tranquila.
Após dois dias de apuração, especialistas apontam no Encontro de Intensificação de Pastagens os caminhos para superar desafios e aproveitar as oportunidades na pecuária à pasto.
Tensões comerciais com os EUA, choque de oferta na África e demanda interna fraca redirecionam a importação chinesa para óleo e fortalecem o Brasil.
O mercado abriu esta segunda-feira com poucos negócios. Algumas indústrias ainda estavam decidindo como seriam as ofertas de compra com base nas vendas do fim de semana, enquanto outras estavam fora do mercado.
A cotação do boi gordo não mudou na comparação feita dia a dia. A oferta de boiadas esteve contida e as escalas de abates começaram a encurtar, o que justificou essa estabilidade. As escalas de abate atenderam, em média, a oito dias.
A cotação permaneceu estável para todas as categorias na comparação diária. A oferta de bovinos para abate foi boa; com isso, os compradores ainda operaram com escalas de abate confortáveis, e parte deles ficou fora das compras.
Durante o Encontro de Intensificação de Pastagens, especialista da Scot Consultoria destaca os principais fatores que sustentaram preços e impulsionaram a demanda no ciclo 2024/2025.
Considerando as praças paulistas, até o momento, são necessárias 4,3 arrobas de boi gordo para a compra de uma tonelada do insumo, queda de 2,4% em relação a agosto.
Apesar de boa parte da ponta compradora ter estado fora das compras, o cenário foi de mercado frouxo. Com o mercado bem ofertado, as escalas de abate confortáveis e escoamento de carne fraco, os frigoríficos que já haviam retomado os negócios iniciaram a semana oferecendo menos pela arroba do “boi China”. Para as demais categorias, as cotações não mudaram.
Em São Paulo, na comparação mês a mês, a relação de troca está 0,3% mais vantajosa, permitindo a compra de 4,7 sacas de milho com uma arroba de boi gordo.
Carnes bovina, de frango e suína iniciam setembro com alta no volume embarcado na comparação com igual período do ano passado.
No começo da semana, a maior disponibilidade de boiadas pressionou a cotação. Entretanto, hoje, o mercado do boi gordo continuava bem ofertado, mas sem alteração nas referências de preço de todas as categorias.
Com o mercado do coproduto lateralizado e os preços da arroba do boi gordo firmes, o poder de compra do pecuarista em Mato Grosso e em Goiás melhorou na comparação mensal.
Na cena da investigação, cada segundo importa. O Encontro de Intensificação de Pastagens está se aproximando, e você precisa agir rápido para não ficar fora dessa operação. Serão dois dias de programação com especialistas que vão esclarecer suas dúvidas sobre manejo, tecnologias, nutrição e sustentabilidade aplicadas ao campo.
Cenário climático segue dentro do esperado para o período, com chuvas modestas e estiagem persistente em algumas áreas.
O mês de agosto trouxe boas notícias para a pecuária no Brasil. Além de resistir às tarifas impostas pelos Estados Unidos, o setor manteve o ritmo forte de embarques e deve registrar novo recorde de exportações, superando julho.
No pagamento de agosto, referente ao leite entregue em julho, o recuo foi de 0,9% ou R$0,02/litro na comparação mensal. Considerando a média nacional ponderada nos dezoito estados pesquisados pela Scot Consultoria, o litro de leite ficou cotado em R$2,434.
Em São Paulo, na comparação mês a mês, a relação de troca está 1,3% vantajosa, permitindo a compra de 4,7 sacas de milho com uma arroba de boi gordo.
Até o momento, 3,6 arrobas de boi gordo são necessárias para adquirir uma tonelada do insumo, queda de 6,9% em comparação ao mês anterior
Chuvas fracas e localizadas ajudam a manter as lavouras e as pastagens em algumas regiões, mas a estiagem ainda limita a umidade do solo em grande parte do país.
A recuperação dos preços do boi no mercado futuro segue lenta e volátil, mesmo diante de um cenário de exportações aquecidas. No mercado físico, agosto já mostra sinais de reação após a queda registrada em julho.
Entrevista com o zootecnista,Joanis Tilemahos Zervoudakis
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