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Entre conferências internacionais, cooperação científica e uma viagem ao sertão piauiense, pesquisador da Embrapa reflete sobre sustentabilidade, inovação na pecuária e o legado de pessoas que transformam realidades.
Nas áreas semeadas na primeira janela, a produtividade já é limitada e dificilmente deve superar 140 sacas por hectare, com desempenho ainda mais restrito em lavouras implantadas fora do período ideal.
Sistemas intensivos aumentam não somente o desempenho animal, mas a produtividade e, consequentemente, a lucratividade da atividade.
O volume exportado cresceu 11,7% no primeiro quadrimestre de 2026 ante igual período de 2025, mas a receita subiu apenas 1,7% em razão da pressão sobre os preços internacionais.
A fixação biológica de nitrogênio (FBN), potencializada pelo uso de bioinsumos, reduz a necessidade de ureia no campo, diminuindo custos de produção e impactos ambientais.
Felipe Bortolotto, da Probeef, comenta os desafios da recria no cenário atual, o avanço da integração lavoura-pecuária, o uso estratégico do confinamento e a importância da nutrição de precisão para aumentar a eficiência dos sistemas produtivos.
A redução da área semeada em importantes produtores pode dar fôlego às cotações no médio prazo, mas os estoques globais elevados ainda limitam uma recuperação mais consistente.
Entenda por que a canola possui grande potencial de utilização durante a safrinha no Rio Grande do Sul.
Linha de crédito voltada a máquinas agrícolas pode impulsionar negócios, modernizar o campo e melhorar a produtividade, mas até que ponto será capaz de ajudar e, de fato, auxiliar o produtor?
Integração Lavoura e Pecuária (ILP): ganhos de carbono e evolução da mitigação.
Dados brutos de monitoramento passam a impactar o crédito, exigindo resposta técnica rápida e organização documental do produtor.
Em abril, a cotação do arroz subiu e já é a maior de 2026, porém ainda abaixo da cotação do mesmo período de 2025.
O fogo deixou de ser um fenômeno natural imprevisível e passou a ser um risco gerenciável, incorporado à gestão, à regulação e à estratégia do negócio rural.
Estratégias de suplementação elevam o ganho diário e a produtividade por área, com impacto direto na rentabilidade em sistemas intensivos a pasto.
Após um 2025 desafiador, com queda nos preços e pressão sobre as margens, o mercado do leite inicia 2026 com sinais de recuperação, mas ainda tímida.
Produção de amendoim tem aumento na safra 2025/26, impulsionada por maior produtividade e área, com destaque para o crescimento no Centro-Oeste, enquanto cai a oferta mundial.
Relatório anual do NASS, setor estatístico do USDA, apresenta dados de variação da área das principais culturas agrícolas nos Estados Unidos em comparação ao ano passado.
Palestras da tarde do terceiro dia do evento da Scot mostram que eficiência econômica, liderança e visão estratégica são determinantes para sustentar resultados na pecuária intensiva.
Relatório anual do NASS, setor estatístico do USDA, apresenta dados de variação da área das principais culturas agrícolas nos Estados Unidos em comparação com o ano passado.
Correção do solo, adubação e manejo podem elevar a produção por hectare, melhorar o uso da terra e acelerar o retorno do investimento.
José Leandro detalha o Sistema Pontal, a estratégia de produção orientada por eficiência e como a padronização sustenta a entrega de carne de alta performance ao mercado.
Mercado doméstico lento, mas com viés de alta diante da menor produção e das incertezas na safra global.
Com pressão sobre a reposição, alta do boi magro e sistemas mais intensivos, a recria se consolida como etapa decisiva para reduzir idade ao abate e ampliar a produção de arrobas por hectare.
Menor área e produtividade devem diminuir a produção de algodão no Brasil. Preço da pluma atingiu a máxima em 2026.
Estratégias de implantação e manejo de forrageiras de inverno em sistemas tropicais e subtropicais, com foco em produtividade e capacidade de suporte.
Mercados podem ter comportamentos distintos no ciclo 2025/26 e resultados melhores para o cultivo do milho.
Expansão da área semeada compensa perda de produtividade em 2026.
Em 2025, a cotação do arroz caiu e ficou abaixo dos preços de 2024. Nesses primeiros dois meses de 2026, a tendência de queda continuou, mas com possibilidade de recuperação.
Será que, no lugar da botina e do chapéu, o terminador do futuro vestirá luva e jaleco? A produção de carne em laboratório avança na comunidade científica, mas a questão central permanece: esse modelo representa, de fato, o futuro da oferta de proteína?
O passivo ambiental, em relação ao carbono tem potencial para alcançar as metas de redução de emissão no país.
Entrevista com o diretor-fundador da Scot Consultoria e Engenheiro agrônomo, Alcides Torres
Notícias Agrícolas
Arroba firme em junho, mas mercado exige atenção
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