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Reposição mais cara no primeiro semestre limitou a expansão, e animais ficaram mais tempo no cocho com a relação de troca favorável para insumos.
O Brasil exportou cerca de 920 mil cabeças de gado em pé de janeiro a agosto de 2026, ante 650 mil no mesmo período de 2025. Agosto registrou recorde mensal, com 170 mil cabeças embarcadas, e a receita do acumulado chegou a US$1,2 bilhão.
O mercado pecuário segue com valorização em diferentes categorias, com altas para novilhas, bezerros, boi magro e gado pronto, refletindo uma oferta mais ajustada e maior firmeza nas negociações.
Projeto de intensificação da Fazenda Vale da Serra dobrou a lotação e busca aumentar a produtividade a partir de manejo, gestão e aproveitamento dos recursos disponíveis.
Alcides Torres, em entrevista ao AgroMais na manhã desta sexta-feira, 18, comenta sobre a firmeza nos preços da arroba e conta os detalhes do próximo Encontro de Intensificação e Pastagens.
A terminação intensiva a pasto permite aproveitar o potencial produtivo das pastagens, aumentar a produção de arrobas por hectare e melhorar o desempenho dos bovinos.
Genética, manejo e escolha da forrageira precisam estar alinhados para transformar produtividade da pastagem em resultado econômico.
Em entrevista ao Agro+, Alcides Torres comenta o cenário atual do mercado.
Um sistema circular pode ser mais rentável, principalmente quando o assunto é produzir o próprio fertilizante, acredita produtor rural.
Em entrevista ao Agromanhã, Juliana Pila comenta sobre o assunto e também sobre o atual cenário do mercado do boi gordo.
Competição por recursos, falhas de manejo e resistência das daninhas aumentam os desafios para manter a produção de biomassa e de arrobas por hectare.
Como a integração lavoura-pecuária melhora o uso dos recursos, sustenta sistemas mais produtivos e proporciona menos riscos sobre eventos climáticos extremos.
Para o especialista, é preciso negociar e usar a Lei de Reciprocidade como forma de pressão.
O diretor e analista de mercado da Scot Consultoria, Alcides Torres, em entrevista para o Canal Rural, comentou os desafios enfrentados pela carne bovina brasileira no mercado internacional, com destaque para a exigência da União Europeia.
O mercado de boi gordo brasileiro atravessa um momento de transição, marcado por uma verdadeira queda de braço entre frigoríficos tentando reduzir preços e pecuaristas resistindo para manter a cotação da arroba estável.
A proximidade do limite da cota de exportação de carne bovina para a China já começa a impactar a indústria frigorífica brasileira.
João Paulo Franco explica como a ferramenta de hedge pode ajudar o produtor a travar custos, planejar receitas e reduzir riscos em um cenário de pressão sobre a pecuária leiteira.
O mercado da arroba do boi gordo encerrou maio em queda, mas virou junho firme e deve se sustentar nos próximos 20 dias. A avaliação é de Alcides Torres, da Scot Consultoria.
Menor oferta no campo sustentou alta de 6,5% em maio; expectativa para junho é de perda de força nas valorizações.
Em entrevista à Scot Consultoria, Sérgio Soriano destaca os pilares da atividade leiteira, a importância da gestão de custos e os caminhos para manter rentabilidade em um mercado cada vez mais profissionalizado.
A demanda internacional pela carne bovina brasileira segue aquecida, com destaque para as compras da China. O movimento ganhou força diante das incertezas sobre as cotas de importação chinesas.
Felipe Bortolotto, da Probeef, comenta os desafios da recria no cenário atual, o avanço da integração lavoura-pecuária, o uso estratégico do confinamento e a importância da nutrição de precisão para aumentar a eficiência dos sistemas produtivos.
A vacinação é a principal forma de prevenção contra as clostridioses, e sua escassez tem preocupado os pecuaristas.
O zootecnista e consultor de mercado da Scot Consultoria analisa o cenário para o mercado internacional.
O mercado do boi gordo registrou ajuste após semanas de alta. Em São Paulo, a arroba recuou R$2,00 para o boi comum e para o “boi China”.
Ao revisitar mais de 30 anos de história, Maurício Tonhá destaca como profissionalismo, segurança comercial e inovação ajudaram a transformar os leilões em uma engrenagem decisiva da pecuária brasileira.
No primeiro trimestre de 2026, o Brasil manteve o bom desempenho nas exportações de carne bovina, com crescimento em relação ao ano passado.
A estratégia do Brasil para acessar novos mercados diante adversidades possíveis em outras nações e a posição da ABIEC na divulgação da carne brasileira e na negociação com países na mira.
O cenário para o confinamento em 2026 segue favorável, sustentado pela firmeza do mercado do boi gordo e a perspectiva de custos alimentares ainda administráveis, especialmente diante da expectativa de uma boa safra de grãos, sustentam o cenário positivo para o confinamento.
Investir na qualidade do pasto é essencial para garantir a engorda do gado, isso é quase uma regra para os pecuaristas de todo o Brasil. E devido à irregularidade climática, investir em irrigação tem se tornado cada vez mais necessário.
Entrevista com o zootecnista,Joanis Tilemahos Zervoudakis
Notícias Agrícolas
Confinamento com 10 milhões de cabeças em 2026
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