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Reposição mais cara no primeiro semestre limitou a expansão, e animais ficaram mais tempo no cocho com a relação de troca favorável para insumos.
O Brasil exportou cerca de 920 mil cabeças de gado em pé de janeiro a agosto de 2026, ante 650 mil no mesmo período de 2025. Agosto registrou recorde mensal, com 170 mil cabeças embarcadas, e a receita do acumulado chegou a US$1,2 bilhão.
O mercado pecuário segue com valorização em diferentes categorias, com altas para novilhas, bezerros, boi magro e gado pronto, refletindo uma oferta mais ajustada e maior firmeza nas negociações.
Alcides Torres, em entrevista ao AgroMais na manhã desta sexta-feira, 18, comenta sobre a firmeza nos preços da arroba e conta os detalhes do próximo Encontro de Intensificação e Pastagens.
Em entrevista ao Agro+, Alcides Torres comenta o cenário atual do mercado.
Em entrevista ao Agromanhã, Juliana Pila comenta sobre o assunto e também sobre o atual cenário do mercado do boi gordo.
O diretor e analista de mercado da Scot Consultoria, Alcides Torres, em entrevista para o Canal Rural, comentou os desafios enfrentados pela carne bovina brasileira no mercado internacional, com destaque para a exigência da União Europeia.
O mercado de boi gordo brasileiro atravessa um momento de transição, marcado por uma verdadeira queda de braço entre frigoríficos tentando reduzir preços e pecuaristas resistindo para manter a cotação da arroba estável.
A proximidade do limite da cota de exportação de carne bovina para a China já começa a impactar a indústria frigorífica brasileira.
O mercado da arroba do boi gordo encerrou maio em queda, mas virou junho firme e deve se sustentar nos próximos 20 dias. A avaliação é de Alcides Torres, da Scot Consultoria.
Menor oferta no campo sustentou alta de 6,5% em maio; expectativa para junho é de perda de força nas valorizações.
A demanda internacional pela carne bovina brasileira segue aquecida, com destaque para as compras da China. O movimento ganhou força diante das incertezas sobre as cotas de importação chinesas.
A vacinação é a principal forma de prevenção contra as clostridioses, e sua escassez tem preocupado os pecuaristas.
O zootecnista e consultor de mercado da Scot Consultoria analisa o cenário para o mercado internacional.
O mercado do boi gordo registrou ajuste após semanas de alta. Em São Paulo, a arroba recuou R$2,00 para o boi comum e para o “boi China”.
No primeiro trimestre de 2026, o Brasil manteve o bom desempenho nas exportações de carne bovina, com crescimento em relação ao ano passado.
O cenário para o confinamento em 2026 segue favorável, sustentado pela firmeza do mercado do boi gordo e a perspectiva de custos alimentares ainda administráveis, especialmente diante da expectativa de uma boa safra de grãos, sustentam o cenário positivo para o confinamento.
Investir na qualidade do pasto é essencial para garantir a engorda do gado, isso é quase uma regra para os pecuaristas de todo o Brasil. E devido à irregularidade climática, investir em irrigação tem se tornado cada vez mais necessário.
Os fundamentos do mercado mantiveram firmes as cotações do boi gordo durante janeiro e contribuíram para uma valorização mais intensa a partir de fevereiro. A avaliação é de Alcides Torres, analista e diretor da Scot Consultoria, que destaca a combinação de demanda aquecida nos mercados interno e externo e da menor oferta de bovinos como principais fatores de sustentação dos preços.
O mercado do boi gordo começou 2026 em alta e deve manter o movimento no curto prazo.
Consumo interno aquecido, exportações firmes e retenção de fêmeas sustentam preços da arroba, enquanto China e câmbio seguem no radar do pecuarista.
O mercado do boi gordo começou fevereiro em alta. A arroba foi negociada a R$330,00 para o boi comum e a R$335,00 para o boi-China. Até 6 de fevereiro, as cotações chegaram a R$ 332,00 e R$ 340,00, respectivamente.
Preço do leite pago ao produtor começou o ano em baixa. Pelo nono mês consecutivo, a remuneração no campo caiu. No pagamento de janeiro, referente ao leite entregue em dezembro, a queda foi de 3,1%, ou R$0,07/litro.
Em sistemas intensivos, como em confinamentos de bovinos, a eficiência depende de gente, da nutrição, da sanidade e do manejo.
Levantamento de dados mostra que as doenças respiratórias são o principal desafio dos confinamentos, e aponta outros fatores.
A China instituiu cotas de importação e uma sobretaxa de até 55% sobre o excedente de carne bovina, medida que pode impactar as exportações brasileiras e gerar reflexos no mercado do boi em 2026.
Mercados do boi gordo e reposição, carne, insumos, grãos e outros enfrentaram cenários distintos em 2025, apontando tendências importantes para o próximo ano
Uma década de dedicação a contar a trajetória da agropecuária brasileira, combater a desinformação e ajudar o produtor a produzir mais e melhor.
30 mil quilômetros rodados, 184 propriedades analisadas e mais de 3,4 milhões de cabeças de gado mapeadas.
Segundo Alcides Torres, da Scot Consultoria, a notícia sobre as novas medidas da China em relação à importação de carne bovina e seus impactos no mercado brasileiro pressionou a B3 por afetar diretamente a indústria exportadora, especialmente pelo corte de crédito aos importadores chineses, considerado o ponto mais preocupante.
Entrevista com o zootecnista,Joanis Tilemahos Zervoudakis
Notícias Agrícolas
Confinamento com 10 milhões de cabeças em 2026
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