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A suspensão das importações de carne bovina de três frigoríficos brasileiros pela China, iniciada em 3 de março, ainda está em vigor.
Em 14 dos últimos 15 anos, o mês de maio registrou queda na cotação da arroba do boi gordo em relação a abril. Isso está ligado à estrutura do mercado: com o avanço da seca e o enfraquecimento das pastagens, há aumento na oferta de boiadas, pressionando os preços.
O mercado do boi gordo começou maio em ritmo mais estável, após semanas de pressão sobre os preços. A primeira quinzena costuma ter um consumo melhor, favorecido agora também pela proximidade do Dia das Mães - segunda melhor data para o escoamento de carne. A oferta, no entanto, começa a ganhar força com a saída de animais de pastagem e os primeiros lotes de confinamento, o que pode pressionar ainda mais os preços na segunda metade do mês.
O preço do leite pago ao produtor teve mais um mês de valorização, o terceiro consecutivo. Porém, o ritmo de alta foi menos intenso em relação aos meses anteriores.
O engenheiro agrônomo e analista de mercado da Scot Consultoria, Pedro Gonçalves, palestrou a convite da Casale na Agrishow 2025, no último dia 30 de abril, e apresentou dados coletados pelo Confina Brasil. Em sua palestra intitulada "E quem é que vai produzir carne? A maturidade da produção pecuária brasileira", ele mostrou qual rumo a produção nacional de carne deve tomar a partir de 2025.
Antonio Chaker destaca que a apartação estratégica melhora o desempenho do lote e que a liderança eficaz se baseia na responsabilidade, conexão entre pessoas e na vontade de aprender, sendo fundamental para alcançar resultados na pecuária.
A segunda quinzena de abril foi marcada por uma combinação de fatores que explicam o recuo nas cotações. A entrada do outono reduziu o vigor das pastagens, elevando a oferta de gado pronto. Além disso, o dólar mais baixo e a queda nos preços pagos pela China e EUA, que passaram de até US$6.200 para cerca de US$5.700 por tonelada, pressionaram o mercado. Com isso, as escalas de abate se alongaram - em São Paulo, por exemplo, foram de 8 para 13 dias - e muitos frigoríficos reduziram o ritmo das compras após o feriado prolongado.
Mesmo com o viés de baixa nos preços da arroba em maio - um movimento sazonal observado em 14 dos últimos 15 anos - o mercado pecuário segue com fundamentos firmes. Segundo Alcides Torres, diretor e analista de mercado da Scot Consultoria, o cenário atual não surpreende quem acompanha de perto o setor. A expectativa é de estabilidade ou até alta nos preços a partir do segundo semestre, impulsionada por uma menor oferta de fêmeas para abate e pela firme demanda, tanto interna quanto externa.
O mercado do boi gordo encerra abril com pressão de baixa em São Paulo, principal praça de referência do país. O mês foi marcado por uma virada: enquanto o início trouxe cotações firmes, a segunda quinzena mostrou recuo nos preços devido ao aumento da oferta e estoques elevados nos frigoríficos.
Após negócios pontuais em R$340/@ em abril, impulsionada pela demanda internacional e pelo "tarifaço" de Trump, o cenário mudou nas últimas semanas: a queda do dólar e preços para a carne bovina exportada menos firmes, o mercado encerra abril sob pressão e deverá começar maio desta forma, com a arroba apregoada, no início de mês, em R$325 em São Paulo.
Apesar do abate de bovinos elevado, a demanda internacional - especialmente da China - sustentou os preços nas três primeiras semanas de abril. No entanto, a combinação de menor ritmo de exportações na reta final de abril e o comprador interno mais cauteloso fez os preços cederem.
Rodrigo Goulart destaca a nutrição da vaca gestante como chave para a eficiência reprodutiva e desempenho do bezerro.
Marcos Jank analisa as oportunidades e riscos do Brasil no cenário global do agronegócio, destacando o protagonismo da pecuária, os desafios do Mercosul e a dependência da China.
Moacyr Corsi explica como o manejo correto da pastagem, aliado ao uso estratégico da adubação, pode melhorar significativamente o desempenho animal na recria.
O agronegócio mundial tem sido regido pelos conflitos políticos e desde a semana passada, está em alerta após a divulgação do tarifaço de Donald Trump. Mas como você, pecuarista, deve se posicionar? Este foi o assunto da entrevista de João Pedro Cuthi Dias e Alcides Torres, Ceo da Scot Consultoria. Acompanhe.
Evento começou nesta terça-feira em Ribeirão Preto (SP) com foco em manejo eficiente na recria na pecuária de corte.
O mercado do boi gordo começou abril com preços em alta, impulsionados pela forte demanda externa e uma oferta mais ajustada. A arroba já atinge R$ 320 em algumas praças, refletindo o bom ritmo das exportações.
A recente missão comercial ao Japão, que contou com empresários e autoridades brasileiras, incluindo o presidente Lula, fortaleceu as tratativas para a abertura do mercado japonês à carne bovina do Brasil. No entanto, a liberação deve ocorrer apenas a partir de 2026, já que o Japão segue um rigoroso protocolo sanitário e enviará uma missão técnica para inspecionar frigoríficos brasileiros. Atualmente, o Brasil já exporta carne suína e de aves para o país asiático, com Santa Catarina liderando os embarques de suínos.
O mercado do boi gordo apresentou recuperação de preços em algumas praças pecuárias acompanhadas pela Scot Consultoria, impulsionado pela menor oferta e pela redução na participação de fêmeas nos abates. A recomposição de estoques no atacado e o bom ritmo das exportações sustentam as cotações, com expectativas positivas para os próximos dias.
Após uma recuperação em fevereiro, o mercado de suínos apresentou acomodação nos preços em março, mesmo durante a primeira quinzena do mês, um período tradicionalmente mais aquecido para a demanda. Segundo Juliana Pila, analista de mercado da Scot Consultoria, a oferta elevada e o consumo interno enfraquecido impactaram as cotações, resultando em uma retração de aproximadamente 7,0%, tanto nas granjas quanto no mercado atacadista de São Paulo.
Luiz Venturi detalha a implementação da ordenha robotizada e como as novas tecnologias podem melhorar a produção e diminuir os custos.
O Governo Federal anunciou ontem (6/3), a isenção de impostos para importação de carne bovina, café, milho e açúcar como forma de conter a inflação dos alimentos.
Sidnei Maschio conversa com Julia Zenatti sobre os desafios e inovações da intensificação da produção na pecuária, com foco na recria e no confinamento.
A arroba do boi gordo segue pressionada pela alta oferta de fêmeas para o abate, reflexo do atraso da estação de monta e das dificuldades com pastagens ao final do ano anterior. Os preços caíram em fevereiro, com média de R$315,00 até R$320,00 em São Paulo.
O mercado do boi gordo enfrenta pressão baixista devido à boa oferta de bovinos, principalmente de fêmeas, e ao consumo doméstico abaixo do esperado. Em São Paulo, a arroba recuou para R$315,00, enquanto o "boi China" mantém preços superiores. Apesar do cenário interno morno, as exportações seguem firmes, com expectativa de novo recorde para a China.
O mercado do boi gordo em fevereiro tem mostrado um cenário de oferta mais ampla, com aumento no abate de fêmeas e pressão de baixa sobre os preços.
Os avanços e desafios da recria de gado, e a relação entre tecnologia e resultados econômicos. Barcellos fala sobre a importância de adotar uma visão integrada da produção agropecuária para enfrentar as mudanças constantes do mercado, otimizando a rentabi
Diante dos desafios enfrentados na gestão de pessoas no agronegócio, através de métodos como 70/20/10, aplicado da forma correta, a mão de obra pode se tornar cada vez mais capacitada.
O mercado do boi gordo está pressionado na primeira quinzena de fevereiro, com maior oferta de boiadas e uma demanda interna mais modesta. Por outro lado, as exportações começaram fevereiro em bom ritmo, ajudando a equilibrar o mercado.
Entrevista com o professor sênior de agronegócio no Insper e coordenador do centro Insper Agro Global, Marcos Jank
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Mercado do boi gordo: análise e perspectivas da semana
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