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Se, na semana passada, havia negócios ocorrendo abaixo da referência, nos últimos dias isso não é mais verdade, e todos os negócios ocorrem dentro delas. Houve grande resistência da ponta vendedora, e as unidades frigoríficas tiveram que aumentar o valor das ofertas de compras para adquirirem boiadas.
Estoques altos no fim de 2025 mantêm pressão sobre os preços, apesar das exportações recordes.
Precipitações abaixo da média predominam, mas a umidade do solo segue, em geral, em condições favoráveis.
Apesar da ocorrência de precipitações, o padrão segue aquém da média histórica em várias regiões produtoras.
Se há alguns dias havia negócios acima das referências – por volta de R$325,00/@ para o boi gordo –, hoje há abaixo, em R$315,00/@.
Após o recorde de exportação em 2025, o começo de 2026 está marcado por medidas protecionistas de parceiros do Brasil que poderão mudar esse quadro.
Não houve alterações nas cotações das diferentes categorias, mas o mercado do boi gordo operou em um ambiente de “queda de braço”.
A queda do faturamento com a exportação, apesar do maior volume de vendas é explicada pela menor participação do couro com maior valor agregado.
Apesar da expansão da área cultivada impulsionar a safra, secas no Centro-Sul reduziram o rendimento por hectare. A análise bromatológica mostra a competitividade do grão como alternativa ao milho.
Mapas indicam chuvas presentes em todas as regiões do país, porém com anomalias negativas predominando.
Entre progresso, desinformação e consumo excessivo, um convite à razão, à verdade e ao cuidado com o planeta.
O setor, apesar de apresentar ritmo aquém do esperado em 2025, ganhou tração no final do ano e tem boa perspectiva para 2026.
A semana começou com poucos negócios. Ainda assim, os frigoríficos que abriram compras observaram um aumento na oferta em relação ao final do ano, o que deu espaço para ofertas de compra abaixo da referência para o boi gordo.
Medida antecipa anúncio previsto para o final de janeiro, fixa cotas por país e aplica tarifa extra sobre volumes excedentes até 2028.
Se segunda-feira tipicamente já é um dia moroso no mercado do boi gordo, esta estava ainda mais, por conta do final do ano.
Previsão indica chuvas volumosas e acima da média no Norte, Centro-Oeste e Sul, em contraste com cenário mais seco no Nordeste e volumes abaixo da média no Sudeste.
O mercado abriu a quarta-feira com queda de R$2,00/@ para a cotação da novilha. Para as demais categorias, as cotações permaneceram estáveis na comparação diária.
Uma década de dedicação a contar a trajetória da agropecuária brasileira, combater a desinformação e ajudar o produtor a produzir mais e melhor.
O aumento da quantidade exportada não impediu a queda no faturamento, que esteve pressionado pelo excesso de oferta, cenário pode mudar em 2026 com a expectativa de redução do abate.
O mapa semanal indica chuvas concentradas no Norte do país, avanço gradual no Matopiba e déficits no Sudeste e Sul do país.
Previsões reforçam o comportamento heterogêneo das chuvas, especialmente entre o Sul e o Centro-Norte do país.
Ao longo da primeira semana de dezembro, o mercado registrou altas de R$2,00/@ para o boi gordo e de R$1,00/@ para o “boi China”. Para a vaca e a novilha, a cotação não mudou.
Atraso da semeadura da soja em Goiás, Minas Gerais e Maranhão tem gerado preocupação quanto à janela de semeadura do milho safrinha.
As precipitações aumentam em grande parte do Brasil, beneficiando o campo, mas com variabilidade regional.
A colheita da safra 2025/26 de trigo na Argentina está com bom desempenho e, a expectativa, é de recorde de produção.
Semana deverá ser marcada por chuvas em todo o país, mas com grandes diferenças regionais, com volumes oscilando entre acumulados dentro da média, abaixo do normal e com maior concentração em áreas isoladas.
Semana deverá ser marcada por chuvas em todo o país, mas com grandes diferenças regionais. Volumes oscilando entre acumulados dentro da média, abaixo do normal e com maior concentração em áreas isoladas.
Chuvas ganham força no Norte e Nordeste, se mantêm regulares no Centro-Oeste e Sudeste, mas perdem intensidade na Região Sul.
Cadeia produtiva defende a retomada, pelo governo brasileiro, da análise antidumping contra produto oriundo de países do Mercosul.
A segunda semana de novembro será marcada por contrastes na distribuição das chuvas entre as regiões do país.
Entrevista com o Head de Agro, Alimentos e Bebidas na XP Investimentos, Leonardo Alencar
Tempo&Dinheiro
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