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Preços do sebo recuam, influenciados por oferta de óleo de soja, sazonalidade e férias coletivas. Enquanto o couro mantém a estabilidade de preços, com exportações em alta volumétrica, mas receita em queda.
Uma década de dedicação a contar a trajetória da agropecuária brasileira, combater a desinformação e ajudar o produtor a produzir mais e melhor.
Em duas décadas de expansão da oferta, o setor aumentou área, enquanto os ganhos de rendimento por hectare ficaram para trás.
O aumento da quantidade exportada não impediu a queda no faturamento, que esteve pressionado pelo excesso de oferta, cenário pode mudar em 2026 com a expectativa de redução do abate.
Nesse episódio especial do Mercado Sem Rodeios, a equipe técnica do Confina Brasil - pesquisa expediconária da Scot Consultoria - traz um resumo dos números dos confinamentos brasileiros em 2025 e das projeções para 2026, com foco em crescimento, desempenho, mercado, gestão e nas perspectivas para a próxima safra.
O benchmarking Confina Brasil 2025 registrou que a estratégia de confinamento segue em expansão em praticamente todas as regiões do país.
Alta do milho, safra abundante, prêmios firmes para a soja e avanço do etanol de milho criam um novo ambiente competitivo que deve influenciar custos e estratégias no próximo ano.
No terceiro trimestre, foram curtidas 10,2 milhões de unidades, um crescimento de 19,8% frente ao mesmo trimestre de 2024.
Antes de comprar uma fazenda, é essencial avaliar possíveis passivos ambientais. Eles podem transformar um bom negócio em um grande prejuízo, mas o direito de regresso garante meios legais de reequilibrar essa conta.
Produção recorde de sebo bovino, demanda mais lenta e competitividade com outros produtos têm pressionado os preços dos coprodutos bovinos, e a expectativa é de que o mercado siga pressionado em dezembro.
Benchmarking do Confina Brasil 2025 mostrou forte crescimento da terminação de bovinos em sistemas de confinamento em 2025, com destaque aos estados do MATOPIBA.
Com produção recorde e participação crescente na fabricação de biodiesel, o sebo ganha destaque na produção de biodiesel.
A pecuária intensiva brasileira chega a 2025 com um novo fôlego.
Levantamento da Scot mostra crescimento da terminação intensiva, maior controle de custos e abates mais precoces
Em 2025, estimativa é de aumento de 11,9% no número de animais sob engorda intensiva, segundo pesquisa Confina Brasil.
30 mil quilômetros rodados, 184 propriedades analisadas e mais de 3,4 milhões de cabeças de gado mapeadas.
Em 2025, as propriedades mapeadas pelo Confina Brasil apresentaram crescimento médio de 18,4% no volume de gado confinado, superando em 6,5 p.p. a estimativa nacional da Scot Consultoria, de 11,9%.
A pesquisa-expedicionária Confina Brasil, realizada pela Scot Consultoria, registrou um avanço expressivo na pecuária intensiva brasileira. Ao todo, foram levantadas 3,4 milhões de cabeças de bovinos visitadas em propriedades de confinamento e semiconfinamento.
Da liberação controlada à economia de insumos, os nanofertilizantes surgem como protagonistas na agricultura de alta precisão.
Sebo bovino em alta, produção recorde e consumo para biodiesel em crescimento, absorvendo 50,4% da produção em outubro. Com isso, para o momento, a demanda interna segue aquecida, enquanto as exportações continuam limitadas.
Circuito Cria encerra a fase No Berço da Pecuária, mapeando a estação de nascimento.
Aumento da oferta, demanda mais lenta e competitividade com outros produtos têm pressionado os preços dos coprodutos bovinos, e a expectativa é de que o mercado siga pressionado em dezembro.
A fase de cria avança se adaptando às particularidades de cada um dos três biomas prevalecentes no estado.
Safra histórica e maior área coberta com defensivos agrícolas, com destaque para soja e milho, impulsionam a importação de fungicidas.
Produtores rurais conservam 29,0% da vegetação nativa do país e 28 milhões de hectares de pastagens degradadas podem contribuir com o crescimento da produção agropecuária sem a necessidade de abertura de novas áreas.
Segundo Alcides Torres, da Scot Consultoria, a notícia sobre as novas medidas da China em relação à importação de carne bovina e seus impactos no mercado brasileiro pressionou a B3 por afetar diretamente a indústria exportadora, especialmente pelo corte de crédito aos importadores chineses, considerado o ponto mais preocupante.
Segundo Felipe Fabbri, consultor de mercado da Scot Consultoria, o confinamento segue lucrativo em 2025, mesmo com aumento de custos.
Com as exigências de mercado e as boas perspectivas para a pecuária em 2026, os boitéis podem ser estratégicos para garantir margem e dar suporte ao pecuarista em mão de obra e infraestrutura.
As cotações não mudaram na comparação feita dia a dia. As escalas estão atendendo, em média, a oito dias, suficientes para suprir a demanda sem gerar excedentes. Há oferta de boiadas, porém as compras estão morosas.
Entrevista com o zootecnista, Emanuel Oliveira
Canal do Boi
Mercado do boi gordo mantém alta e reposição atinge patamar histórico
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