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Para a segunda semana de fevereiro, os volumes de chuva tendem a se manter favoráveis na maior parte do país, porém alguns estados ainda devem registrar acumulados abaixo do padrão climatológico.
A cotação do boi gordo, do “boi China”, da vaca e da novilha subiu R$3,00/@. A oferta de boiadas está curta, e a margem de negociação abaixo do preço de referência está estreita.
A cotação do boi gordo, do “boi China”, da vaca e da novilha subiu R$3,00/@. A oferta de boiadas esteve curta, e a margem de negociação abaixo do preço de referência esteve estreita.
Após as altas de R$1,00/@ para o boi gordo e de R$2,00/@ para as fêmeas e o “boi China”, ontem (2/2), primeiro dia útil de fevereiro - nesta terça-feira os preços não mudaram.
Fevereiro mantém padrão climático recente, com calor persistente e chuvas desiguais.
Distribuição das chuvas segue desigual no fim de janeiro, com destaque para volumes mais elevados no Centro-Norte e restrição hídrica no Sul.
Com o arrefecimento das vendas de carne no mercado interno, houve uma menor atuação dos frigoríficos. Com o consumo mais fraco, as indústrias voltadas ao mercado doméstico negociam com mais cautela.
Apesar da ocorrência de precipitações, o padrão segue aquém da média histórica em várias regiões produtoras.
Com a resistência da ponta vendedora em negociar boiadas aos preços atuais, limitando a oferta no mercado, o ritmo de negócios é lento, típico do fechamento da semana.
Com a resistência da ponta vendedora em negociar boiadas aos preços vigentes, limitando a oferta no mercado, o ritmo de negócios foi lento, típico do fechamento da semana.
Instabilidade no país persa pode gerar ruídos na cadeia de suprimentos que podem elevar o preço do insumo agrícola.
Mapas indicam chuvas presentes em todas as regiões do país, porém com anomalias negativas predominando.
Como é típico para uma sexta-feira, poucos negócios foram fechados. Frigoríficos com escalas mais confortáveis estão menos ativos, atuando apenas em oportunidades pontuais, enquanto aqueles que estão no mercado negociam nos preços vigentes.
A medida adotada pelos países, que taxa o excedente de volume de carne bovina, exigirá do Brasil negociação com muito jogo de cintura.
A quarta-feira começa com alta de R$1,00/@ na cotação do boi gordo, na comparação feita dia a dia. A cotação das demais categorias não mudou. A oferta de bovinos atende à demanda dos frigoríficos, sem excedentes. O escoamento da carne bovina está firme para o mercado interno e para a exportação, o que sustenta as cotações.
A quarta-feira começou com alta de R$1,00/@ na cotação do boi gordo, na comparação feita dia a dia. A cotação das demais categorias não mudou. A oferta de bovinos atendeu à demanda dos frigoríficos, sem excedentes. O escoamento da carne bovina esteve firme para o mercado interno e para a exportação, o que sustentou as cotações.
O setor, apesar de apresentar ritmo aquém do esperado em 2025, ganhou tração no final do ano e tem boa perspectiva para 2026.
A produção, tanto do milho primeira safra, quanto da soja, tem potencial de recordes.
O que muda para o Brasil?
No último dia útil do ano a cotação do boi gordo caiu R$2,00/@ e a do “boi China” caiu R$3,00/@. Para as fêmeas, as cotações permaneceram estáveis na comparação feita dia a dia.
No último dia útil do ano, a cotação do boi gordo caiu R$2,00/@ e a do “boi China” recuou R$3,00/@. Para as fêmeas, as cotações permaneceram estáveis na comparação diária.
China não incluiu Brasil na lista de países isentos à potencial aplicação de salvaguardas; setor brasileiro aguarda atualização do processo.
Previsão indica chuvas volumosas e acima da média no Norte, Centro-Oeste e Sul, em contraste com cenário mais seco no Nordeste e volumes abaixo da média no Sudeste.
O mercado abre a quarta-feira com queda de R$2,00/@ para a cotação da novilha. Para as demais categorias, as cotações permanecem estáveis na comparação diária. A baixa se explica por escalas de abate mais confortáveis em parte dos frigoríficos. No entanto, o movimento não sinaliza uma tendência de baixa, mas um ajuste pontual.
O mercado abriu a quarta-feira com queda de R$2,00/@ para a cotação da novilha. Para as demais categorias, as cotações permaneceram estáveis na comparação diária.
Preços do sebo recuam, influenciados por oferta de óleo de soja, sazonalidade e férias coletivas. Enquanto o couro mantém a estabilidade de preços, com exportações em alta volumétrica, mas receita em queda.
Uma década de dedicação a contar a trajetória da agropecuária brasileira, combater a desinformação e ajudar o produtor a produzir mais e melhor.
A retirada das tarifas norte-americanas abre a expectativa para recuperação da exportação de café no fim de 2025.
O mapa semanal indica chuvas concentradas no Norte do país, avanço gradual no Matopiba e déficits no Sudeste e Sul do país.
O benchmarking Confina Brasil 2025 registrou que a estratégia de confinamento segue em expansão em praticamente todas as regiões do país.
Entrevista com o médico-veterinário, Sérgio Soriano
AgroMais
Boi gordo encerra maio com mercado dando sinais de sustentação
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