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A cotação não mudou em nenhuma categoria na comparação com o dia 20 de abril. Parte dos frigoríficos sinaliza aumento pontual da oferta e já consegue alongar as escalas em razão do menor número de dias de abate na semana, por causa do feriado de Tiradentes.
O boletim mensal do órgão norte-americano trouxe ajustes nos balanços globais de milho e soja, com alterações concentradas principalmente fora dos Estados Unidos, no caso do milho.
Volumes elevados se concentrarão no Norte e em parte do Nordeste, enquanto o Centro-Sul manterá chuvas mais fracas, irregulares e com baixos acumulados ao longo da semana.
A oferta mais equilibrada tirou parte da pressão de compra em São Paulo, mas não foi suficiente para alterar os preços de referência.
Na região Norte, as chuvas devem continuar consistentes, com os maiores volumes do país, superando 85mm em diversas áreas.
Países do Oriente Médio estão entre os maiores produtores globais de gás natural, e o conflito na região pode gerar impactos no mercado.
Apesar da pouca oferta, após a alta na cotação de todas as categorias na semana passada, o mercado abriu a semana sem alteração.
Relatório anual do NASS, setor estatístico do USDA, apresenta dados de variação da área das principais culturas agrícolas nos Estados Unidos em comparação ao ano passado.
Oferta reduzida e procura aquecida sustenta o mercado.
Relatório anual do NASS, setor estatístico do USDA, apresenta dados de variação da área das principais culturas agrícolas nos Estados Unidos em comparação com o ano passado.
Conheça os patrocinadores e apoiadores que estarão presentes no evento que acontece de 7 a 10 de abril.
Chuvas seguem irregulares no país, com volumes mais elevados no Norte e tempo mais seco predominando no Centro-Oeste, Sudeste e parte do Nordeste.
Chuvas seguem concentradas em parte do Norte, enquanto grande parte do país registra acumulados limitados.
Em São Paulo, a cotação do “boi China” e da novilha abriram o dia com alta de R$3,00/@, enquanto a do boi gordo e da vaca manteve estabilidade.
Mercado doméstico lento, mas com viés de alta diante da menor produção e das incertezas na safra global.
A cotação do bezerro de desmama subiu e a cotação nas demais categorias de machos caiu. Para as fêmeas foi o inverso, com queda da cotação da vaca magra e alta para as demais categorias.
Chuvas devem ficar concentradas no Norte e parte do Nordeste, com redução gradual no Centro-Sul e temperaturas elevadas em todo o país.
A queda nas temperaturas não é relevante frente ao calor registrado do início do ano até o final de março; apenas o Sul terá uma redução mais perceptível, mas sem extremos de frio.
As ofertas estão contidas, e ainda assim, há volume suficiente para atender às escalas, porém sem folga. Mesmo com parte da indústria frigorífica fora das compras nesta sexta-feira, os compradores ativos pagaram mais pela vaca e pelo “boi China”.
Após as altas da cotação do boi gordo e do “boi China” na terça e na quarta-feira, o mercado abriu o dia com preços firmes para os machos e pagando R$2,00/@ a mais para a novilha. A cotação da vaca não mudou.
Mercado firme após altas, com novilha em valorização e escalas curtas.
A cotação do boi gordo subiu R$2,00/@ e a do “boi China” subiu R$3,00/@. A cotação das fêmeas não mudou na comparação feita dia a dia.
Precipitações são aguardadas para todas as regiões, com acumulados próximos ao padrão para o período na maior parte do país.
Os maiores volumes de chuva do país devem se concentrar no Norte, com acumulados que podem ultrapassar 115mm em áreas do Amapá e do Norte do Pará.
Mesmo com parte dos frigoríficos fora das compras, o mercado abriu a terça-feira estável em todas as categorias, para machos e fêmeas, sem negócios reportados abaixo das referências vigentes.
Entrevista com o médico-veterinário, Sérgio Soriano
AgroMais
Boi gordo encerra maio com mercado dando sinais de sustentação
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