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Quem acompanha esta coluna há algum tempo já percebeu que a fiscalização ambiental por satélite deixou de ser novidade.
Em outubro, a cotação do arábica subiu 4,7% em São Paulo, puxado pelo estoque certificado em Nova York perto do menor nível desde 1999.
Demonstrar um resultado ambiental é apenas parte do problema. Para que a conservação produza valor econômico, essa evidência precisa alterar alguma decisão de mercado, crédito, investimento ou pagamento.
Em setembro, o Brasil importou 26,5% menos diesel na comparação anual, e os Estados Unidos responderam por 73,6% do volume. O acordo entre Trump e Putin reabre a oferta russa, mas o abastecimento de novembro ainda depende de novas compras.
Do mesmo gênero botânico, as duas culturas ganham espaço no cultivo de inverno gaúcho, abastecendo cadeias que vão da alimentação humana e animal aos biocombustíveis. A colheita começará oficialmente em 13 de outubro.
Prevenção, planejamento e documentação são ferramentas para reduzir os riscos e preparar a propriedade para o período de maior ocorrência de incêndios.
Considerando seus efeitos residuais até 2032, há uma previsão de redução do crescimento econômico global em até US$10 trilhões.
Embarques somaram 171 mil cabeças e geraram US$243,9 milhões, volume 36,4% maior que o recorde anterior para agosto, em 2024.
A discussão nos Estados Unidos sobre possíveis restrições às exportações de diesel adiciona um novo fator de risco ao mercado brasileiro, cuja dependência do combustível norte-americano aumentou em meio à menor disponibilidade global.
Evento da Scot Consultoria mostrou que o resultado da pecuária começa antes da decisão dentro da porteira.
Depois de muita discussão sobre prazos, custos e dificuldades práticas, a União Europeia avançou em 2026 com medidas para ajustar a aplicação do Regulamento Antidesmatamento.
Com a colheita praticamente encerrada e a florada bem avaliada, a oferta brasileira pressiona as cotações.
Somando carne bovina, suína, aves, ovos, mel e equinos, o Brasil faturou US$261,8 milhões com os embarques à União Européia no mês de agosto, recorde na série histórica.
Faturamento, em US$ milhões, com a exportação de produtos de origem animal*, de janeiro de 2025 a agosto de 2026.
Em julho a exportação perdeu volume, mas o gado embarcado esteve cotado em US$1.516,66 por cabeça, o maior valor já registrado. A exportação até julho foi de 743,7 mil cabeças, 30,3% maior que no mesmo período de 2025.
Importações de origem russa recuaram 28,7% até julho de 2026, enquanto compras de fertilizantes chineses e canadenses avançaram fortemente desde 2018.
O Fórum reuniu especialistas para discutir o avanço dos bioinsumos, os desafios da adoção e o potencial estratégico do Brasil no setor.
A carne bovina ficou de fora das duas novas sobretaxas norte-americanas. Já os coprodutos couro e sebo podem chegar a 37,5% e a incidência muda conforme o código HTSUS de cada item.
As afecções de casco foram a segunda principal causa de morbidade relatada em confinamentos em 2025 e, além de comprometerem bovinos de corte, também geram impactos na atividade leiteira.
Enquanto na Bolsa de Chicago e na B3 a cotação caiu na primeira semana de agosto, a saca do milho subiu 13,2% em Mato Grosso em julho.
Dependência de importações e queda na produção do trigo podem encarecer o pão.
O fim da colheita, a oferta externa mais curta e a demanda firme sustentam a alta das cotações no mercado interno e na exportação.
Rastrear a origem socioambiental do boi exige mais do que uma plataforma, depende da qualidade dos dados, da integração entre bases públicas e privadas e de como os custos de verificação se distribuem entre pecuaristas, frigoríficos, tradings e compradores.
Da produção nacional às importações.
“Do boi tudo se aproveita”: além da carne, os miúdos, apesar de certo preconceito, são consumidos na alimentação humana, no mercado pet, além de usos industriais, como na medicina e na fabricação de fármacos.
Pesquisa expedicionária da Scot Consultoria volta ao campo para acompanhar a desmama, a chegada da safra de bezerros ao mercado e as estratégias que vêm moldando a pecuária de cria no país.
Lei que instituiu o SBCE cria as bases do mercado regulado de carbono no Brasil e exige que grandes emissores estruturem dados, rastreabilidade e controles para futuras obrigações.
Com 542,5 mil cabeças embarcadas até maio, e junho a caminho do segundo melhor desempenho da história, o Brasil vive um primeiro semestre sem precedentes.
Produzidos a partir de materiais orgânicos, esses insumos podem complementar a adubação, reduzir a dependência de fertilizantes minerais e melhorar a eficiência produtiva.
Entrevista com a administradora de empresas,Luiza Pezzoni
Notícias Agrícolas
Arroba tem motivo para novas altas em novembro com oferta restrita e demandas crescentes na exportação e no mercado interno
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