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O que é? Quem regulamenta? E como a ciência pode contribuir para tornar a produção mais rentável dentro da fazenda?
Sul e Sudeste devem receber os maiores acumulados, enquanto praças importantes do Norte, Nordeste e Centro-Oeste têm pouca ou nenhuma chuva.
A carne bovina ficou de fora das duas novas sobretaxas norte-americanas. Já os coprodutos couro e sebo podem chegar a 37,5% e a incidência muda conforme o código HTSUS de cada item.
Novas regras vinculam a autorização de supressão de vegetação à regularidade do CAR, ao polígono georreferenciado e à transparência dos dados ambientais.
A região Sul deverá registrar os maiores volumes de chuva, enquanto grande parte do Centro-Oeste terá pouca precipitação.
Com potencial para se tornar um dos maiores geradores de créditos de carbono, o Brasil avança na consolidação de um mercado regulado e mais competitivo.
Enquanto o Sul deve registrar os maiores acumulados, com volumes acima da média no Rio Grande do Sul, boa parte do Centro-Oeste, Sudeste, Norte e interior do Nordeste seguirá com chuvas escassas e temperaturas acima do habitual.
Crédito com taxa de 8,5% ao ano incentiva a recuperação de áreas degradadas; especialistas apontam ganhos de produtividade e desafios para ampliar o acesso aos recursos.
Rastrear a origem socioambiental do boi exige mais do que uma plataforma, depende da qualidade dos dados, da integração entre bases públicas e privadas e de como os custos de verificação se distribuem entre pecuaristas, frigoríficos, tradings e compradores.
Lei que instituiu o SBCE cria as bases do mercado regulado de carbono no Brasil e exige que grandes emissores estruturem dados, rastreabilidade e controles para futuras obrigações.
O regulamento antidesmatamento da União Europeia entra em vigor em dezembro de 2026 e exige que soja, carne, café, cacau e madeira comprovem, com dados de satélite e geolocalização, que não vieram de área desmatada após 2020.
A ferramenta desenvolvida por universidades calcula a necessidade hídrica da lavoura, integra dados de solo, clima e equipamentos e promete democratizar o manejo tecnificado da irrigação no país, estará disponível para baixar em junho.
Chuvas mais volumosas no Norte e no litoral do Nordeste deverão se manter, enquanto o tempo seco avança pelo interior do país.
Previsão mantém contraste entre regiões do país, com chuvas mais expressivas no Norte e tempo seco predominando no interior do Brasil.
Distribuição irregular das chuvas marca o período, com volumes concentrados no Norte e tempo mais seco no Centro-Sul.
Volumes de chuva podem seguir elevados no Norte e na faixa litorânea do Nordeste, enquanto o Centro-Oeste, Sudeste e parte do Sul avançarão para um cenário mais seco, típico do outono.
Dados brutos de monitoramento passam a impactar o crédito, exigindo resposta técnica rápida e organização documental do produtor.
Com risco elevado e impacto direto no bolso, a raiva bovina reforça a importância da prevenção.
Volumes elevados se concentrarão no Norte e em parte do Nordeste, enquanto o Centro-Sul manterá chuvas mais fracas, irregulares e com baixos acumulados ao longo da semana.
A estratégia do Brasil para acessar novos mercados diante adversidades possíveis em outras nações e a posição da ABIEC na divulgação da carne brasileira e na negociação com países na mira.
Entre ciência e produção, como a pecuária pode reduzir emissões sem comprometer a oferta de alimentos.
Chuvas devem ficar concentradas no Norte e parte do Nordeste, com redução gradual no Centro-Sul e temperaturas elevadas em todo o país.
A integração de dados ambientais, territoriais e de movimentação animal redefine a forma como o mercado avalia a origem do gado e os riscos associados à sua comercialização.
Volumes elevados predominarão no Norte e avançarão pelo Nordeste, enquanto o Sul manterá chuvas mais moderadas.
O passivo ambiental, em relação ao carbono tem potencial para alcançar as metas de redução de emissão no país.
Os pontos de ponderação para o acordo que deve construir ponte comercial que ligará 27 países da Europa com Brasil, Argentina, Uruguai e Paraguai.
Entre promessas de livre comércio e exigências ambientais unilaterais, a União Europeia redefine o acesso ao seu mercado e transforma rastreabilidade territorial, governança fundiária e desmatamento zero em critérios centrais de competitividade para as exportações brasileiras.
A 45ª edição do Relatório de Terras, um levantamento completo sobre os preços e as dinâmicas do mercado de terras agrícolas no Brasil, está disponível.
Por quê a obrigação de reparar danos ambientais não se perde com o tempo — e o impacto disso para produtores e negócios imobiliários.
A rastreabilidade de bovinos, que começaria em 2026 no Pará, foi adiada para 31 de dezembro de 2030, trazendo alívio para o pecuarista.
Entrevista com o engenheiro agrônomo,Willian Matté
Notícias Agrícolas
Arroba firme em junho, mas mercado exige atenção
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