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Bovinos estressados comem menos, adoecem mais e se machucam com frequência. No confinamento, condições de ambiência, manejo e estrutura influenciam o desempenho.
Mercado segue comprador em São Paulo, com negócios entre R$350,00 e R$360,00 por arroba e custos de alimentação mais favoráveis ao pecuarista.
Rastrear a origem socioambiental do boi exige mais do que uma plataforma, depende da qualidade dos dados, da integração entre bases públicas e privadas e de como os custos de verificação se distribuem entre pecuaristas, frigoríficos, tradings e compradores.
Entre conferências internacionais, cooperação científica e uma viagem ao sertão piauiense, pesquisador da Embrapa reflete sobre sustentabilidade, inovação na pecuária e o legado de pessoas que transformam realidades.
Endurecimento das penalidades por maus-tratos e abandono eleva o risco jurídico na pecuária e exige adoção de práticas de bem-estar animal como rotina de agir de acordo com as leis.
Do início de abril à primeira quinzena de maio, o contrato futuro do boi gordo para julho, momento em que a China deverá estar fora das compras em função da salvaguarda, caiu 2,8%, ou R$9,75/@.
Linha de crédito voltada a máquinas agrícolas pode impulsionar negócios, modernizar o campo e melhorar a produtividade, mas até que ponto será capaz de ajudar e, de fato, auxiliar o produtor?
Com 35% da produção destinada à exportação, mercado brasileiro da carne bovina é impulsionado por maior consumo interno, abertura de novos mercados e queda na oferta global, consolidando tendência de preços firmes até 2026.
Início do primeiro giro de confinamento tem dúvidas quanto à saída de boiadas e a certeza de margens potencialmente menores.
Conheça os patrocinadores e apoiadores que estarão presentes no evento que acontece de 7 a 10 de abril.
Oferta restrita sustenta alta recente da arroba, enquanto risco geopolítico e tarifa chinesa seguem no radar do setor.
O mercado do boi gordo começou 2026 em alta e deve manter o movimento no curto prazo.
Cenário de oferta ajustada, exportações resilientes e valorização da reposição sustenta expectativa de um novo ciclo de alta ao longo de 2026.
Após o recorde de exportação em 2025, o começo de 2026 está marcado por medidas protecionistas de parceiros do Brasil que poderão mudar esse quadro.
O setor, apesar de apresentar ritmo aquém do esperado em 2025, ganhou tração no final do ano e tem boa perspectiva para 2026.
China não incluiu Brasil na lista de países isentos à potencial aplicação de salvaguardas; setor brasileiro aguarda atualização do processo.
Levantamento da Scot Consultoria revela que 78,8% dos confinadores estão otimistas e esperam aumentar número de bovinos em 2026.
Um olhar para a margem da indústria frigorífica e o potencial para o preço da arroba do boi gordo no fim de 2025.
A produção de fertilizantes no Brasil, poderá mudar drasticamente (para melhor) os custos de produção em nosso agro.
A Coalizão Brasil apresentou, durante a Climate Week NYC (Semana do Clima de Nova Iorque), documento com políticas brasileiras de sustentabilidade que podem servir de modelo para outros países, com o objetivo de contribuir para a redução das emissões globais de gases de efeito estufa.
Banir a externalização de bovinos vivos tira receita do Brasil, mas manter o canal com regras de bem-estar equilibra externalidades e preserva empregos e competitividade.
O biodiesel, consagrado no mercado de combustíveis brasileiro, tem contribuído para a sustentabilidade econômica, ambiental e social do agro.
O mercado do boi gordo iniciou outubro com preços firmes e tendência de alta, após um setembro mais frouxo.
Com 17 novas habilitações, 38 estabelecimentos passam a atender a crescente demanda do mercado indonésio por proteínas animais
Setor busca novos mercados para compensar perdas de US$ 1 bilhão e evitar demissões, mas preços no Brasil podem variar.
À Sputnik Brasil, especialistas afirmam que a venda de carne, um dos produtos mais afetados pelo tarifaço dos Estados Unidos, pode ser reorientada para o mercado interno, onde há “um consumo represado imenso”, mas isso não acontecerá no curto prazo nem substituirá as exportações para os EUA.
Em 2024, após um primeiro semestre nebuloso para os criadores de gado, a praça de São Paulo puxou a retomada de preços em todos os estados brasileiros, registrando uma elevação de 27,9%, entre setembro do ano passado e janeiro de 2025. No período, a cotação do boi gordo saltou de R$ 249,27 para R$ 319,36, respectivamente. Desde então, manteve-se acima dos R$ 300,00, mesmo sob oscilações.
Tarifas agitam o mercado do boi gordo, porém mostram limitações para um mercado que não deve funcionar bem sem o Brasil.
Mesmo com a tarifa dos EUA prestes a valer, Felipe Fabbri, analista da Scot Consultoria, vê no consumo interno e nas exportações um fôlego para reação do boi gordo
O presente texto tem as principais anotações feitas no Fórum Pré COP, em Campo Grande, no dia 24 de março deste ano, em complemento ao que já tinha sido abordado na coluna anterior.
Entrevista com o presidente executivo da Rede ILPF,Francisco Matturro
Notícias Agrícolas
Confinamento com 10 milhões de cabeças em 2026
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