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Após as quedas das cotações ontem (6/5) para a vaca e o “boi China”, o mercado abriu com preços estáveis para todas as categorias na comparação feita dia a dia.
Escalas alongadas, consumo ainda moderado e incertezas com a China mantêm o mercado cauteloso, apesar da estabilidade nas cotações.
Correção sazonal, consumo interno fragilizado e incertezas com a China explicam recuo, enquanto oferta limitada sustenta viés de alta no ano.
O número de posições em aberto no mercado futuro do boi gordo encerra abril mais estável, apesar da volatilidade nos preços dos contratos.
Entre restrições de oferta, desafios na cria e demanda global crescente, líderes da cadeia veem um mercado mais valorizado, mas que exige coordenação e confiança.
Variação em porcentagem da cotação média do “boi China”, entre janeiro e abril*.
Ampla oferta mundial e nacional, além da pressão sazonal por conta do período de colheita, contribuíram para o cenário.
O número de posições em aberto no mercado futuro do boi gordo voltou a cair, com destaque para a queda nos contratos mais próximos do vencimento, de abril e maio.
A estratégia do Brasil para acessar novos mercados diante adversidades possíveis em outras nações e a posição da ABIEC na divulgação da carne brasileira e na negociação com países na mira.
O cenário para o confinamento em 2026 segue favorável, sustentado pela firmeza do mercado do boi gordo e a perspectiva de custos alimentares ainda administráveis, especialmente diante da expectativa de uma boa safra de grãos, sustentam o cenário positivo para o confinamento.
O mercado pecuário no Brasil tem passado por um bom momento com alta na arroba. O repórter Gustavo D’Angelo conversou com o analista da Scot Consultoria, Pedro Gonçalves.
As posições em aberto no mercado futuro do boi gordo voltaram a subir após a queda no início de abril.
Início do primeiro giro de confinamento tem dúvidas quanto à saída de boiadas e a certeza de margens potencialmente menores.
Especialistas apontam impactos globais no agro, força da carne bovina brasileira e reforçam o ciclo pecuário como base das decisões.
Oferta restrita sustenta alta recente da arroba, enquanto risco geopolítico e tarifa chinesa seguem no radar do setor.
Volume de carne bovina recebido pela China, em mil toneladas, em janeiro e fevereiro de 2026, e o que resta da cota.
A escalada do conflito no Irã elevou o preço da ureia, enquanto na China avança uma política protecionista — situação que acende um sinal amarelo para os produtores brasileiros.
Mercados podem ter comportamentos distintos no ciclo 2025/26 e resultados melhores para o cultivo do milho.
Na comparação feita dia a dia, as cotações não mudaram. Contudo, a dinâmica do mercado mudou. A falta de previsão fez com que o volume de negócios diminuísse.
A cautela dos compradores diante das incertezas no mercado internacional diminuiu o volume de negócios e aumentou a especulação.
Com abate elevado sustentando a produção, o mercado interno ganha volume enquanto o embarque perde ritmo, sobretudo pela menor compra chinesa.
O que torna a China a maior importadora de carne bovina do Brasil.
Hong Kong faz parte da China do ponto de vista político, mas seu papel no comércio internacional de alimentos é singular.
O mercado do boi gordo iniciou a semana com preços estáveis na praça paulista. O ritmo das negociações foi mais lento, refletindo a cautela dos frigoríficos, que aguardavam os resultados das vendas do fim de semana.
Com autonomia em relação à China continental, Hong Kong poderá ser uma alternativa para a exportação e mitigar os impactos da salvaguarda chinesa.
A salvaguarda chinesa sobre a carne bovina trouxe incerteza ao mercado. Ainda assim, o bom escoamento no Brasil e as exportações firmes sustentaram os preços no início do ano. Os embarques mais fortes para os Estados Unidos e o avanço do acordo comercial entre a União Europeia e o Mercosul também foram pontos positivos para o setor.
Os contratos, para vencimento em fevereiro de 2026, subiram de 8.701 posições em aberto para 11.523, do dia 8 ao dia 15 de janeiro.
Se há alguns dias havia negócios acima das referências – por volta de R$325,00/@ para o boi gordo –, hoje há abaixo, em R$315,00/@. Entretanto, eles não têm volume o bastante para formar a referência.
Se há alguns dias havia negócios acima das referências – por volta de R$325,00/@ para o boi gordo –, hoje há abaixo, em R$315,00/@.
Entrevista com o pesquisador,Carlos Roberto Sanquetta
Notícias Agrícolas
Arroba firme em junho, mas mercado exige atenção
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