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Produções recordes, macroeconomia e exportação como principais fatores de movimentação nos mercados do boi gordo, milho e soja em 2025.
O que muda para o Brasil?
No último dia útil do ano, a cotação do boi gordo caiu R$2,00/@ e a do “boi China” recuou R$3,00/@. Para as fêmeas, as cotações permaneceram estáveis na comparação diária.
Resultado foi melhor em 2025, do que em 2024, apesar da safra recorde. Para 2026, cenário é desafiador e requer atenção do agricultor.
Se segunda-feira tipicamente já é um dia moroso no mercado do boi gordo, esta estava ainda mais, por conta do final do ano.
A sexta-feira (26/12), tipicamente marcada por maior lentidão nas negociações envolvendo gado gordo, teve seu quadro de morosidade intensificado pela comemoração do Natal.
A disparada do preço do enxofre, insumo-chave na cadeia dos fosfatados, já provoca paralisações industriais e amplia as incertezas sobre a oferta e os preços dos fertilizantes no mercado brasileiro.
Com abate de bovinos crescente e ganhos zootécnicos no campo, o Brasil produziu o maior volume de carne bovina da história e tornou-se o principal produtor global em 2025. Mas, e em 2026?
O mercado está desacelerado em função dos feriados de fim de ano, com parte das indústrias fora das compras e escalas de abate para o início de 2026. Ao mesmo tempo, as vendas de carne seguem boas e a oferta de boiada permanece reduzida.
O mercado abriu a semana com poucos negócios. A cotação permaneceu firme, com o preço de referência sendo o mesmo da última semana.
A rastreabilidade de bovinos, que começaria em 2026 no Pará, foi adiada para 31 de dezembro de 2030, trazendo alívio para o pecuarista.
Grande parte das indústrias estava com as escalas de dezembro preenchidas, e muitas tinham começado as escalas de janeiro.
Apesar da diminuição no final do segundo semestre, a importação foi recorde neste ano, evidenciando a dependência externa e a urgência de ampliar a produção nacional.
Para o produtor, o ambiente tende a ser desafiador em 2026, com preço, em média, menor que em 2025. Entretanto, para contrabalançar a situação, a tendência dos grãos aponta para uma certa calmaria, o que pode amenizar os custos e equilibrar as margens.
Com estes anúncios, o agronegócio brasileiro alcança 511 aberturas de mercado desde o início de 2023.
O mercado abriu a quarta-feira com queda de R$2,00/@ para a cotação da novilha. Para as demais categorias, as cotações permaneceram estáveis na comparação diária.
O mercado do leite entra em 2026 com um cenário que exige atenção.
As ofertas atenderam à procura, e o escoamento da carne manteve-se firme, o que manteve o mercado em equilíbrio.
Uma década de dedicação a contar a trajetória da agropecuária brasileira, combater a desinformação e ajudar o produtor a produzir mais e melhor.
A retirada das tarifas norte-americanas abre a expectativa para recuperação da exportação de café no fim de 2025.
As ofertas aumentaram e as vendas de carne estão indo bem, o que manteve o mercado equilibrado.
O aumento da quantidade exportada não impediu a queda no faturamento, que esteve pressionado pelo excesso de oferta, cenário pode mudar em 2026 com a expectativa de redução do abate.
No cenário atual, Três Lagoas mantém um mercado contido. Será que o boi gordo continuará em decúbito ou se erguerá com o 13º e o período festivo?
Após o ajuste de preços de ontem, o mercado abriu estável, sem mudanças nas cotações na comparação feita dia a dia. As escalas atendem, em média, a dez dias. A oferta de boiadas atende à demanda.
Parte dos compradores estava com as escalas programadas para o início da segunda semana de janeiro, em função das férias coletivas. As escalas atenderam, em média, a 11 dias.
Com a obrigatoriedade, a Defesa Agropecuária de São Paulo promoveu uma campanha para alertar os produtores sobre a importância de vacinar o rebanho.
De confinamentos com capacidade estática para 200 bovinos, até projetos que abrigam 75 mil animais simultaneamente, a diversidade de realidades produtivas.
O mercado estava estável, sem mudanças nas cotações na comparação feita dia a dia. O escoamento para o mercado interno e externo estava firme.
Benchmarking do Confina Brasil 2025 mostrou forte crescimento da terminação de bovinos em sistemas de confinamento em 2025, com destaque aos estados do MATOPIBA.
A semana começou com poucos negócios. No entanto, houve melhora nas ofertas e o ritmo de escoamento da carne está bom, típico deste período.
Entrevista com o presidente executivo da Rede ILPF,Francisco Matturro
Notícias Agrícolas
Confinamento com 10 milhões de cabeças em 2026
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