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Estoques finais folgados limitam a valorização, enquanto a demanda mais firme sustenta a cotação acima da registrada em 2025.
Chuvas fora de época atrasam a colheita e, somadas aos estoques certificados em baixa e à confirmação da chegada do El Niño, sustentam a alta do arábica nos mercados interno e externo.
A redução da área semeada em importantes produtores pode dar fôlego às cotações no médio prazo, mas os estoques globais elevados ainda limitam uma recuperação mais consistente.
Avanço da colheita de primeira safra reforça a sazonalidade dos preços.
A companhia trouxe aumento de área para a maioria das culturas, com destaque para o milho, soja e sorgo, com a expectativa de uma produção 0,8% maior que a do ciclo 2024/25.
Cenário observado em 2018 se repetirá?
Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA, em inglês) apresentou, na segunda-feira, o seu relatório de intenção e semeadura no país.
A produção brasileira cresceu expressivamente, mas os preços despencaram com o aumento da oferta e da concorrência argentina.
Boletim apresentado em 11/2 trouxe ajustes na expectativa de produção de soja e de milho na Argentina.
Preços seguem firmes no Brasil, com estoques baixos, incertezas quanto à oferta nacional e diminuição na estimativa de produção internacional.
No exterior, revisões na oferta e demanda e estoques finais impulsionam os preços da soja. No Brasil, o início da colheita, com a expectativa de uma safra recorde e a queda do dólar, limitaram altas à
Em 2024, o mercado de sorgo esteve marcado por notícias que deverão estimular o futuro da produção nacional.
O recorte global mantém a perspectiva de boa oferta na próxima safra e viés de baixa às cotações no mercado internacional.
Entrevista com o presidente executivo da Rede ILPF,Francisco Matturro
Notícias Agrícolas
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