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Prevenção, planejamento e documentação são ferramentas para reduzir os riscos e preparar a propriedade para o período de maior ocorrência de incêndios.
Com até 98,0% de chance de um evento climático muito forte na primavera, a soja pode atrasar e empurrar a safrinha para datas em que a janela de semeadura do milho estará fechando e a do sorgo segue aberta, com risco menor.
Com oferta reduzida e reposição vinda de outros estados, a cotação ficou sustentada, mas não segurou para o boi magro e o bezerro de desmama.
Oferta curta, exportação com bom desempenho e a volta da Conab às compras sustentam a alta, que já soma 49,2% desde dezembro de 2025.
O que é? Quem regulamenta? E como a ciência pode contribuir para tornar a produção mais rentável dentro da fazenda?
Em junho, o quilo vivo do boi exportado esteve, em média, 27,1% maior do que o quilo vivo do boi magro no mercado interno.
Muitos produtores se preocupam com a chegada do El Niño, mas há meios de se preparar para esse momento.
Ondas de calor, secas prolongadas e a recorrência de El Niño e La Niña elevam riscos, reduzem rendimentos e reforçam a necessidade de gestão no campo.
Apesar do aumento do crédito, alguns pontos importantes, como seguro rural e quitação de endividamentos, ficaram de fora da discussão.
Em Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Goiás e Paraná, a segunda safra de milho é quase o dobro que a da soja e responde pela maior parte das quebras de produtividade do ciclo.
O produtor individual tem pouca influência sobre a formação do preço de commodities. O preço de referência costuma ser formado por uma combinação de oferta, demanda, estoques e câmbio.
Quanto mais tempo esses preços ficarem “indecisos” e sem tendência, maior tende a ser a magnitude do movimento posterior.
Dados brutos de monitoramento passam a impactar o crédito, exigindo resposta técnica rápida e organização documental do produtor.
Todo mundo acha que pagar seguro é um desperdício/despesa... até o dia em que precisa acionar o sinistro.
“Não espere o mercado virar... seguro se faz antes do carro bater e não depois de batido!”.
Início do primeiro giro de confinamento tem dúvidas quanto à saída de boiadas e a certeza de margens potencialmente menores.
Alta do enxofre reflete restrições na produção, incertezas no comércio internacional e demanda firme.
Em momentos de euforia e extremo otimismo, quem aproveita para fazer essas travas nesse ambiente, além de conseguir condições melhores, ainda bebe água limpa.
A escalada do conflito no Irã elevou o preço da ureia, enquanto na China avança uma política protecionista — situação que acende um sinal amarelo para os produtores brasileiros.
Virada do mês trouxe reação aos preços, com altas no atacado e nas granjas.
Conflito no Oriente Médio reduz ritmo das compras de frigoríficos, eleva custos logísticos e cria incerteza para exportações brasileiras de carne bovina.
“A oportunidade nunca é perdida. Alguém sempre vai aproveitar as que você perdeu”, disse Shakespeare.
Com maior capital investido e um ambiente de preços mais volátil, o uso de ferramentas de hedge passa a integrar a estratégia econômica das fazendas.
O mercado futuro pode continuar subindo, pode estacionar nessa região de preços ou até cair! Ninguém sabe o que vai acontecer, e o mercado é soberano!
O “miolo” do primeiro semestre tende a perder força em abril/maio com frequência bem alta, enquanto março costuma ser o melhor ponto.
As referências de preço continuam as mesmas que estavam vigentes na sexta-feira para todas as categorias, entretanto, houve negócios na sexta-feira à tarde e hoje acima das referências, notadamente na casa dos R$325,00/@ para o “boi China”, mas foram poucos.
As referências de preço continuaram as mesmas que estavam vigentes na sexta-feira para todas as categorias, entretanto, houve negócios na sexta-feira à tarde e hoje acima das referências, notadamente na casa dos R$325,00/@ para o “boi China”, mas foram poucos.
Estes fundos passaram por uma primeira crise em 2024, mas podem ser uma alternativa importante para o financiamento do agronegócio.
Por quê a obrigação de reparar danos ambientais não se perde com o tempo — e o impacto disso para produtores e negócios imobiliários.
Uma década de dedicação a contar a trajetória da agropecuária brasileira, combater a desinformação e ajudar o produtor a produzir mais e melhor.
Entrevista com, Pedro Puttini Mendes
Tempo&Dinheiro
Exportação de gado em pé bate recorde e deve somar 1,3 milhão de cabeças em 2026
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