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Embarques são 10,9% maiores do que no mesmo período do ano passado.
Com 542,5 mil cabeças embarcadas até maio, e junho a caminho do segundo melhor desempenho da história, o Brasil vive um primeiro semestre sem precedentes.
O Departamento de Agricultura dos Estados Unidos apresentou o segundo relatório da safra 2026/27 na última semana e trouxe poucas alterações nos números da soja e do milho.
Com a colheita avançando e a oferta maior pressionando as cotações no curto prazo, os dados de sensoriamento remoto indicam bom desenvolvimento da safrinha em importantes estados produtores, apesar do
O Brasil bateu recorde nas exportações de couro nos primeiros cinco meses do ano, mas a maior participação de produtos menos processados limitou o faturamento.
O embarque é o maior volume da série histórica considerando os primeiros quinquemestres, mas o faturamento caiu.
Cotações estão pressionadas em meio à ampla oferta nacional. El Niño afetará de formas diferentes as regiões produtoras de soja no Brasil.
Na comparação feita mês a mês, até 5 de junho, a cotação do trigo subiu no Paraná e no Rio Grande do Sul. O movimento dá sequência à alta observada em maio, quando os preços também avançaram em relação a abril.
O Brasil exportou 261,9 mil toneladas de carne bovina in natura em maio, com faturamento recorde de US$ 1,7 bilhão.
O apetite reduzido na B3 não impede que a demanda internacional siga em níveis recordes.
O glifosato voltou ao centro dos debates após o Ministério Público do Trabalho (MPT) ingressar com uma ação solicitando a suspensão da produção, comercialização e uso no Brasil.
O debate sobre a exportação de carne bovina cresceu nos últimos anos, com algumas correntes de pensamento apontando-a como contrária ao consumo interno.
A continuidade dos trabalhos de colheita da primeira safra e, mais recentemente, da segunda, aumenta a oferta disponível no mercado.
Mesmo após o ajuste em relação ao recorde de abril, referência em São Paulo segue entre R$345,00 e R$355,00/@; demanda interna, exportações e postura do pecuarista devem ditar o ritmo dos preços em junho.
Expedição percorre algumas das principais bacias leiteiras para retratar a excelência da produção nacional.
Apesar desempenho recorde da exportação no primeiro quadrimestre deste ano , a cotação no mercado interno caiu.
Produção, em mil toneladas de equivalente carcaça, e participação da exportação na produção, nos primeiros trimestres de 1997 a 2026.
No mercado do sebo, a demanda por biodiesel e as exportações para os Estados Unidos sustentam os preços, enquanto que para o couro, a maior oferta sazonal deve ser equilibrada pelos custos logísticos e pelo bom ritmo das exportações.
Mesmo com maior demanda para esmagamento e biocombustíveis, o avanço da produção global deve manter os estoques elevados e os preços pressionados.
Em maio/26, com apenas 15 dias úteis, o faturamento já superou todo o resultado de maio/25 (21 dias úteis), impulsionado por preços 25,0% mais altos.
Pressão de oferta mantém o mercado físico em baixa no curto prazo, enquanto perdas na segunda safra e consumo aquecido podem reforçar o poder de barganha do produtor mais adiante.
Revisão positiva para Brasil e Argentina amplia a oferta mundial no curto prazo, mas a queda na produção dos Estados Unidos aponta para estoques globais mais apertados em 2026/27.
Do início de abril à primeira quinzena de maio, o contrato futuro do boi gordo para julho, momento em que a China deverá estar fora das compras em função da salvaguarda, caiu 2,8%, ou R$9,75/@.
A fixação biológica de nitrogênio (FBN), potencializada pelo uso de bioinsumos, reduz a necessidade de ureia no campo, diminuindo custos de produção e impactos ambientais.
Projeto de Lei 2780/24 inclui o Plano Nacional de Fertilizantes junto à Política Nacional de Minerais Críticos, abrindo acesso a incentivos fiscais e crédito para financiamento de projetos de mineração e usinas de fertilizantes.
A redução da área semeada em importantes produtores pode dar fôlego às cotações no médio prazo, mas os estoques globais elevados ainda limitam uma recuperação mais consistente.
Ampla oferta mundial e nacional, além da pressão sazonal por conta do período de colheita, contribuiu para o cenário.
Correção sazonal, consumo interno fragilizado e incertezas com a China explicam recuo, enquanto oferta limitada sustenta viés de alta no ano.
O zootecnista e consultor de mercado da Scot Consultoria analisa o cenário para o mercado internacional.
Até a quarta semana, o Brasil embarcou 216,2 mil toneladas de carne bovina in natura - volume diário 11,9% superior aos embarques em abril de 2025 - à época, o Brasil embarcou 241,5 mil toneladas, recorde para o mês.
Entrevista com o Head de Agro, Alimentos e Bebidas na XP Investimentos, Leonardo Alencar
Tempo&Dinheiro
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