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Para o sebo, a demanda interna está aquecida e há maior atratividade frente ao óleo de soja. Para o couro, o cenário é de estabilidade no momento.
Para o sebo, a demanda interna está aquecida, com alta nas cotações. Para o couro, a maior exportação em março contrasta com uma menor receita.
Para o sebo, a demanda interna está aquecida. Para o couro, a valorização do produto ocorre pela alta dos custos.
Encontro de Confinamento e Recriadores de 2026 reuniu cerca de 1300 profissionais do setor em quatro dias de evento que levou insights do campo ao palco do maior espetáculo da Terra!
O desempenho recorde nos embarques não se reflete em maior faturamento. A resposta está naquilo que o Brasil deixou de vender.
A oferta de couro e sebo bovino está menor, e a demanda no mercado interno e externo está aquecida, com isso foram registradas altas nos preços na semana.
Conheça os patrocinadores e apoiadores que estarão presentes no evento que acontece de 7 a 10 de abril.
A oferta de sebo bovino está menor. Apesar disso, os preços seguiram ficaram estáveis na semana. Atenção ao sebo, cuja perspectiva é de redução de demanda para abril.
Entre os dias 7 e 10 de abril, Ribeirão Preto e Barretos recebem o evento que conecta informação, tecnologia e as principais tendências do mercado pecuário.
Redução na oferta de sebo bovino, combinada à demanda fraca do setor de biodiesel manteve os preços estáveis. Para o couro, apesar da menor oferta, as cotações estão sem mudanças.
Sebo tem menor oferta, mas a demanda interna está lenta. Para o couro, as exportações estão aquecidas, com aumento no volume e no faturamento.
A China, a Itália e o Vietnã foram os principais destinos do couro brasileiro.
Primeira edição de 2026 reuniu pecuaristas, técnicos e analistas para discutir eficiência produtiva, cenários de mercado e estratégias de manejo.
A demanda lenta do biodiesel mesmo, com a retomada das exportações, mantém o mercado de sebo com preços equilibrados. Para o couro, exportações mais fracas e oferta ainda confortável mantêm o mercado travado, com preços estáveis.
Menor abate reduz a disponibilidade de sebo e couro, mas a demanda enfraquecida para o biodiesel e o recuo nas exportações mantêm as cotações estáveis, com tendência de alta.
A retomada das exportações de sebo bovino, após meses em baixa, aliada à demanda por biodiesel, sustenta os preços. Já para o couro, a oferta permanece ampla, mesmo com a redução nos abates, mantendo as cotações estáveis.
O período chuvoso favorece o aumento de doenças típicas de climas quentes e úmidos, como a tristeza parasitária, podendo dar prejuízos ao produtor.
Demanda lenta no mercado interno direcionou o preço do sebo. Para o couro, apesar da estimativa de oferta menor, a demanda lenta imperou. Caminhos opostos marcaram a exportação.
Com abate elevado sustentando a produção, o mercado interno ganha volume enquanto o embarque perde ritmo, sobretudo pela menor compra chinesa.
O No Rastro da Pecuária foi feito para acompanhar o caminho de quem faz a pecuária acontecer: produtores, técnicos e parceiros que vivem o campo todos os dias.
Encontros presenciais em Tocantins, Mato Grosso, Pará e Rondônia reúnem produtores, técnicos e analistas para discutir o presente e o futuro da pecuária.
Preço do sebo pressionado e do couro estável para semana.
O passivo ambiental, em relação ao carbono tem potencial para alcançar as metas de redução de emissão no país.
Preço do couro e do sebo estável na semana.
Estabilidade de preços para o sebo, com a demanda pelo produto como matéria-prima para o biodiesel em ritmo lento. O couro bovino também permaneceu estável, mesmo com exportações aquecidas.
Redução nas exportações e menor utilização do sebo como matéria-prima para o biodiesel pressionam os preços. O couro bovino segue estável, com exportações aquecidas, mas com menor faturamento.
A queda do faturamento com a exportação, apesar do maior volume de vendas é explicada pela menor participação do couro com maior valor agregado.
Nas exportações, o sebo teve o menor volume embarcado desde fevereiro e o couro registrou recorde de volume, mas com faturamento menor devido à mudança no tipo de material exportado.
O setor, apesar de apresentar ritmo aquém do esperado em 2025, ganhou tração no final do ano e tem boa perspectiva para 2026.
O preço do ouro, em doze meses, subiu 67,2%, enquanto o da prata, valorizou-se 161,9%.
Entrevista com o fundador da Estância Bahia, Maurício Tonhá
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Exportação de gado vivo ganha força e Brasil pode repetir recorde em 2026
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