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Menor abate reduz a disponibilidade de sebo e couro, mas a demanda enfraquecida para o biodiesel e o recuo nas exportações mantêm as cotações estáveis, com tendência de alta.
A retomada das exportações de sebo bovino, após meses em baixa, aliada à demanda por biodiesel, sustenta os preços. Já para o couro, a oferta permanece ampla, mesmo com a redução nos abates, mantendo as cotações estáveis.
O período chuvoso favorece o aumento de doenças típicas de climas quentes e úmidos, como a tristeza parasitária, podendo dar prejuízos ao produtor.
Demanda lenta no mercado interno direcionou o preço do sebo. Para o couro, apesar da estimativa de oferta menor, a demanda lenta imperou. Caminhos opostos marcaram a exportação.
Com abate elevado sustentando a produção, o mercado interno ganha volume enquanto o embarque perde ritmo, sobretudo pela menor compra chinesa.
O No Rastro da Pecuária foi feito para acompanhar o caminho de quem faz a pecuária acontecer: produtores, técnicos e parceiros que vivem o campo todos os dias.
Preço do sebo pressionado e do couro estável para semana.
O passivo ambiental, em relação ao carbono tem potencial para alcançar as metas de redução de emissão no país.
Preço do couro e do sebo estável na semana.
Estabilidade de preços para o sebo, com a demanda pelo produto como matéria-prima para o biodiesel em ritmo lento. O couro bovino também permaneceu estável, mesmo com exportações aquecidas.
Redução nas exportações e menor utilização do sebo como matéria-prima para o biodiesel pressionam os preços. O couro bovino segue estável, com exportações aquecidas, mas com menor faturamento.
A queda do faturamento com a exportação, apesar do maior volume de vendas é explicada pela menor participação do couro com maior valor agregado.
Nas exportações, o sebo teve o menor volume embarcado desde fevereiro e o couro registrou recorde de volume, mas com faturamento menor devido à mudança no tipo de material exportado.
O setor, apesar de apresentar ritmo aquém do esperado em 2025, ganhou tração no final do ano e tem boa perspectiva para 2026.
O preço do ouro, em doze meses, subiu 67,2%, enquanto o da prata, valorizou-se 161,9%.
Mercados do boi gordo e reposição, carne, insumos, grãos e outros enfrentaram cenários distintos em 2025, apontando tendências importantes para o próximo ano
Preços do sebo recuam pela segunda semana consecutiva, influenciados por oferta de óleo de soja, sazonalidade e férias coletivas. Enquanto o couro mantém a estabilidade de preços, com exportações em alta volumétrica, mas receita em queda.
Preços do sebo recuam, influenciados por oferta de óleo de soja, sazonalidade e férias coletivas. Enquanto o couro mantém a estabilidade de preços, com exportações em alta volumétrica, mas receita em queda.
Uma década de dedicação a contar a trajetória da agropecuária brasileira, combater a desinformação e ajudar o produtor a produzir mais e melhor.
O aumento da quantidade exportada não impediu a queda no faturamento, que esteve pressionado pelo excesso de oferta, cenário pode mudar em 2026 com a expectativa de redução do abate.
Circuito Cria 2025 percorre o Pantanal e planalto sul-mato-grossense e revela sistemas altamente técnicos e modelos reprodutivos que elevam a eficiência da produção de bezerros no estado.
No terceiro trimestre, foram curtidas 10,2 milhões de unidades, um crescimento de 19,8% frente ao mesmo trimestre de 2024.
Produção recorde de sebo bovino, demanda mais lenta e competitividade com outros produtos têm pressionado os preços dos coprodutos bovinos, e a expectativa é de que o mercado siga pressionado em dezembro.
Aumento da oferta, demanda mais lenta e competitividade com outros produtos têm pressionado os preços dos coprodutos bovinos, e a expectativa é de que o mercado siga pressionado em dezembro.
Após visitas em fazendas referência, o Circuito Cria conta o que acompanhou e como os pecuaristas estão solucionando problemas comuns.
Aumento da oferta de sebo bovino e a concorrência com o óleo de soja exercem pressão baixista sobre os preços. Para o couro bovino, houve aumento da oferta e retração das exportações.
O ponto de vista da Fazenda Roncador, em Querência-MT, para obter melhores margens de lucro na pecuária de corte começando pela matriz.
Um olhar para a margem da indústria frigorífica e o potencial para o preço da arroba do boi gordo no fim de 2025.
Alta na oferta de couro e sebo bovino, demandas distintas entre os mercados.
No biênio 2024 e 2025, as doenças respiratórias bovinas foram as mais recorrentes nos confinamentos brasileiros.
Entrevista com o engenheiro agrônomo, Eloir Daltoé
Notícias Agrícolas
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