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Experimento reforça o papel do manejo de pastagem e da suplementação na intensificação da pecuária, com altas taxas de lotação e maior produção por área.
No mercado de sebo, há pressão de baixas nas cotações, sustentada pela maior oferta e pela demanda enfraquecida. Para o couro, o mercado está travado, mesmo com a exportação em bom ritmo.
O Brasil bateu recorde nas exportações de couro nos primeiros cinco meses do ano, mas a maior participação de produtos menos processados limitou o faturamento.
O embarque é o maior volume da série histórica considerando os primeiros quinquemestres, mas o faturamento caiu.
O produtor individual tem pouca influência sobre a formação do preço de commodities. O preço de referência costuma ser formado por uma combinação de oferta, demanda, estoques e câmbio.
João Paulo Franco explica como a ferramenta de hedge pode ajudar o produtor a travar custos, planejar receitas e reduzir riscos em um cenário de pressão sobre a pecuária leiteira.
Na comparação mensal, a queda na cotação da arroba do boi gordo foi menos intensa que a da saca de milho, favorecendo a relação de troca para o pecuarista.
No mercado de sebo, há pressão de baixa para as cotações, sustentada pela maior oferta no momento e pela menor demanda do setor de biodiesel. Para o couro, o mercado está travado, com as exportações sustentando a estabilidade.
Na comparação feita mês a mês, até 5 de junho, a cotação do trigo subiu no Paraná e no Rio Grande do Sul. O movimento dá sequência à alta observada em maio, quando os preços também avançaram em relação a abril.
Entre conferências internacionais, cooperação científica e uma viagem ao sertão piauiense, pesquisador da Embrapa reflete sobre sustentabilidade, inovação na pecuária e o legado de pessoas que transformam realidades.
Menor oferta no campo sustentou alta de 6,5% em maio; expectativa para junho é de perda de força nas valorizações.
Com produção média superior a 100,0 mil litros por dia, a Fazenda Colorado se destaca pelo uso de tecnologia, gestão de dados e práticas voltadas ao bem-estar animal.
O regulamento antidesmatamento da União Europeia entra em vigor em dezembro de 2026 e exige que soja, carne, café, cacau e madeira comprovem, com dados de satélite e geolocalização, que não vieram de área desmatada após 2020.
No mercado de sebo, a demanda para produção de biodiesel arrefece com a redução da paridade de preços frente ao óleo de soja. Para o couro, apesar da maior oferta sazonal, a exportação e os custos logísticos sustentam a estabilidade.
Análise de todas as safras de soja desde 2000 mostra que o fenômeno tende a favorecer o vigor das lavouras no Sul, e aumenta o risco climático em Mato Grosso e Goiás.
O avanço das posições em aberto na B3 reforça a expectativa de sustentação da arroba no curto prazo, diante da recuperação do mercado físico do boi gordo.
Endurecimento das penalidades por maus-tratos e abandono eleva o risco jurídico na pecuária e exige adoção de práticas de bem-estar animal como rotina de agir de acordo com as leis.
Em entrevista à Scot Consultoria, Sérgio Soriano destaca os pilares da atividade leiteira, a importância da gestão de custos e os caminhos para manter rentabilidade em um mercado cada vez mais profissionalizado.
No quarto mês de 2026, o país embarcou 144,5 mil bovinos para diferentes destinos internacionais.
No mercado do sebo, a demanda por biodiesel e as exportações para os Estados Unidos sustentam os preços, enquanto que para o couro, a maior oferta sazonal deve ser equilibrada pelos custos logísticos e pelo bom ritmo das exportações.
A demanda internacional pela carne bovina brasileira segue aquecida, com destaque para as compras da China. O movimento ganhou força diante das incertezas sobre as cotas de importação chinesas.
O número de contratos futuros do boi gordo em aberto na B3 voltou a subir em maio, com a maior procura para os vencimentos de junho e outubro.
O Brasil está pagando mais pelos insumos em meio à instabilidade global, aumentando preocupação para a safra 2026/27.
Sistemas intensivos aumentam não somente o desempenho animal, mas a produtividade e, consequentemente, a lucratividade da atividade.
Mercado com preços em alta nos últimos meses.
Para o sebo, a demanda está aquecida no mercado interno e houve aumento nos volumes exportados, sustentando os preços. Para o couro, as exportações em bom ritmo mantêm sustentação no mercado.
O volume exportado cresceu 11,7% no primeiro quadrimestre de 2026 ante igual período de 2025, mas a receita subiu apenas 1,7% em razão da pressão sobre os preços internacionais.
Do início de abril à primeira quinzena de maio, o contrato futuro do boi gordo para julho, momento em que a China deverá estar fora das compras em função da salvaguarda, caiu 2,8%, ou R$9,75/@.
Na comparação semanal, os preços subiram para todas as categorias, com exceção do boi magro, que caiu.
Queda nas posições do contrato de maio foi compensada pelo avanço da demanda em junho e julho, enquanto outubro mantém perspectiva mais otimista para a arroba no segundo semestre.
Entrevista com o engenheiro agrônomo, Eloir Daltoé
Notícias Agrícolas
Arroba firme em junho, mas mercado exige atenção
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