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Com as altas registradas no final de agosto e início de setembro, a ponta vendedora ganhou espaço e aumentou a oferta. Com isso, os frigoríficos alongaram suas escalas e se posicionaram de forma confortável.
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A semana começou com a oferta elevada e o alongamento das escalas em parte das indústrias frigoríficas. Apesar de uma melhora no escoamento de carne, o movimento ainda não foi suficiente para sustentar o mercado.
De um lado, houve indústrias que aproveitaram a maior oferta de bovinos na semana e alongaram suas escalas, em média, para 10 dias. Essas, por cautela, optaram por se retirar das compras na sexta-feira.
A maior oferta de bovinos permitiu o alongamento das escalas. No entanto, o mercado estava sustentado por conta da demanda que estava firme.
O escoamento de carne, que estava lento na última semana, ganhou ritmo com o início do mês e a proximidade do quinto dia útil. No mercado externo, a demanda está aquecida. Com isso, a cotação do boi gordo e do “boi China” subiu R$2,00/@ e R$3,00/@, respectivamente. Para a vaca e para a novilha, a cotação não mudou.
O cenário esteve dividido em dois movimentos. De um lado, ficaram os compradores, que anteciparam negócios para suprir as escalas de abate e negociar a preços mais favoráveis.
A semana começou com o mercado pouco ofertado e com poucos negócios. Vendedores e compradores aguardam o início do mês para avaliar o comportamento da demanda pela carne bovina e definir os próximos passos.
As cotações fecharam a semana estáveis, sem alterações em relação ao dia anterior. A oferta de bovinos foi suficiente para que os frigoríficos compusessem suas escalas, mas sem excedentes.
Após a alta registrada em 27/8 nas cotações do boi gordo e do “boi China”, o mercado iniciou o dia seguinte estável para todas as categorias.
A cotação do boi gordo e do boi China subiu R$2,00/@.
Na terça-feira, o mercado começou especulado, porém, parte dos frigoríficos não abriu as compras. O cenário era de oferta razoável, escoamento de carne lento e escalas avançando.
Com muitos compradores fora dos negócios e as escalas preenchidas, a cotação não mudou em relação à sexta-feira. As escalas de abate atenderam, em média, a nove dias.
Após sete dias úteis de estabilidade nas cotações em São Paulo, o mercado iniciou o dia com alta para o boi gordo e para a vaca gorda.
O escoamento da carne bovina perdera força. Parte dos frigoríficos reduzira o ritmo das compras, pois estava com as escalas de abate mais alongadas. Por outro lado, a exportação estivera com bom desempenho. Desta forma, a cotação da arroba não mudara em relação a ontem.
O mercado do boi gordo continuava com preços estáveis na quarta-feira. A seguir, alguns fatores a serem observados. O primeiro deles é que o preço médio da tonelada de carne bovina in natura exportada durante a semana passada foi de US$5.734,5. É o maior preço do ano e está US$143,00 maior do que o último melhor preço, que foi na última semana de julho.
As escalas avançaram e o volume de negócios caiu. Com isso, o mercado abriu com cotações estáveis.
O cenário apresentou recuo no escoamento da carne, com aumentos pontuais na oferta e alongamento das escalas. No entanto, a semana começou com poucos negócios e, assim, as cotações de todas as categorias permaneceram inalteradas.
O último dia da semana abriu com alta de R$2,00/@ para as fêmeas e para o “boi China”. Para o boi gordo, a cotação não mudou.
O mercado terminou a quarta-feira e abriu a quinta-feira com maior oferta de bovinos. O escoamento de carne até aquele momento era considerado bom, tanto no mercado interno quanto no externo. Nesse sentido, a cotação de todas as categorias permaneceu estável.
Após as altas registradas ontem, sustentadas pela melhora no escoamento da carne e pela redução na oferta de bovinos, o mercado abriu estável.
O bom escoamento da carne bovina contribuiu para sustentar os preços em São Paulo. Com isso, as cotações do boi gordo e do “boi China” subiram R$1,00/@, e a cotação da vaca teve alta de R$2,00/@. A cotação da novilha permaneceu inalterada em relação ao dia anterior.
Após uma semana movimentada, com altas consecutivas nas cotações - reflexo da oferta reduzida e do bom escoamento da carne –, essa semana iniciou com poucos negócios e com preços estáveis na comparação dia a dia.
A primeira semana de agosto foi marcada por altas consecutivas nas cotações e, na sexta-feira (8/8), o cenário não mudou.
A oferta de boiadas continuava restrita e os vendedores estavam aguardando valorizações para comercializar. Os compradores não estavam conseguindo alongar as escalas de abate e as trabalhavam dia após dia. Nesse sentido, a cotação da arroba do boi gordo e do “boi China” subiu R$2,00 e a da novilha subiu R$3,00.
Queda no preço do milho melhora o poder de compra do produtor de leite, mesmo com mercado pressionado.
A oferta de boiadas esteve enxuta, com uma parcela dos pecuaristas à espera de preços melhores para negociar. Esse cenário contribuiu para que a cotação da arroba do boi gordo recuperasse as perdas recentes.
Com o melhor escoamento da carne em relação à última semana e a ponta vendedora ainda retraída, o dia abriu com alta de R$3,00/@ na cotação do boi gordo, da vaca e do “boi China”. Para a novilha, a cotação subiu R$2,00/@.
Apesar de um mercado mais especulativo do que ativo em negociações no início da semana, a menor oferta de boiadas terminadas e a melhora no escoamento da carne abriram espaço para uma alta de R$2,00/@ na cotação de todas as categorias.
Com o mercado retraído, tanto na ponta compradora quanto na vendedora, o primeiro dia de agosto abriu com cotações estáveis para todas as categorias de bovinos.
Entrevista com o professor sênior de agronegócio no Insper e coordenador do centro Insper Agro Global, Marcos Jank
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Mercado do boi gordo: análise e perspectivas da semana
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