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A oferta esteve enxuta e a demanda aquecida, sustentando a subida de preços no mercado do boi gordo. Negócios em R$350,00/@ foram registrados com frequência.
O mercado abriu com alta de R$ 2,00/@ na cotação do boi gordo e do “boi China”.
O mercado abriu com a cotação da arroba do boi gordo e do “boi China” R$3,00 mais alta. A cotação da novilha subiu R$5,00/@.
A oferta esteve enxuta, resultando em alta de R$2,00/@ na cotação do boi gordo e de R$3,00/@ na da vaca.
A semana começou com a cotação do boi gordo e a da novilha subindo R$3,00/@, e a do “boi China” subindo R$2,00/@.
A cotação subiu sustentada por uma ponta compradora ainda ativa, escalas mais apertadas, oferta de bovinos restrita, bom desempenho das exportações e expectativas de melhora no consumo de carne no mercado doméstico nos próximos dias.
As indústrias com escalas mais curtas tiveram que subir as ofertas de compras para conseguirem comprar boiadas. As com escalas um pouco mais confortáveis (embora ainda curtas) mantiveram as ofertas.
A cotação do boi gordo, do “boi China”, da vaca e da novilha subiu R$3,00/@. A oferta de boiadas esteve curta, e a margem de negociação abaixo do preço de referência esteve estreita.
Após as altas de R$1,00/@ para o boi gordo e de R$2,00/@ para as fêmeas e o “boi China”, na segunda-feira (2/2), primeiro dia útil de fevereiro - na terça-feira os preços não mudaram.
Fevereiro começa com o mercado do boi gordo firme. É o quarto dia útil consecutivo de alta.
O mercado esteve firme, com a oferta enxuta. A cotação do boi gordo subiu R$1,00/@, registrando o terceiro dia consecutivo de alta. Para as demais categorias, o preço não mudou.
A cotação do boi gordo e do “boi China” subiu R$5,00/@. Para as fêmeas, a cotação não mudou na comparação feita dia a dia.
Apesar do menor ritmo nas vendas de carne, típico da última semana do mês, com os produtores retendo a boiada e buscando realizar melhores negócios, as ofertas diminuíram, permitindo alta na cotação, com exceção da cotação da vaca, que seguiu estável.
As negociações iniciaram esta terça-feira em linha com o observado no dia anterior, com negócios ocorrendo em ritmo lento e compassado. A menor oferta de boiadas continuou, e não houve informações de concessões dos vendedores em negociações abaixo das referências.
As referências de preço continuaram as mesmas que estavam vigentes na sexta-feira para todas as categorias, entretanto, houve negócios na sexta-feira à tarde e hoje acima das referências, notadamente na casa dos R$325,00/@ para o “boi China”, mas foram poucos.
A semana terminou com alta de R$1,00/@ na cotação do boi gordo e do “boi China”. Para as fêmeas, a cotação ficou estável na comparação dia a dia.
Se, na semana passada, havia negócios ocorrendo abaixo da referência, nos últimos dias isso não é mais verdade, e todos os negócios ocorrem dentro delas. Houve grande resistência da ponta vendedora, e as unidades frigoríficas tiveram que aumentar o valor das ofertas de compras para adquirirem boiadas.
Em sistemas intensivos, como em confinamentos de bovinos, a eficiência depende de gente, da nutrição, da sanidade e do manejo.
Os vendedores estiveram retraídos, reduzindo a oferta no mercado. No entanto, o escoamento de carne ocorreu em ritmo mais lento, comportamento esperado para o período do mês, o que sustentou as cotações.
A 45ª edição do Relatório de Terras, um levantamento completo sobre os preços e as dinâmicas do mercado de terras agrícolas no Brasil, está disponível.
Com o arrefecimento das vendas de carne no mercado interno, houve uma menor atuação dos frigoríficos.
A semana começou em ritmo lento, com pouca oferta e poucos negócios realizados, mantendo a cotação sem alteração.
Com a resistência da ponta vendedora em negociar boiadas aos preços vigentes, limitando a oferta no mercado, o ritmo de negócios foi lento, típico do fechamento da semana.
Se há alguns dias havia negócios acima das referências – por volta de R$325,00/@ para o boi gordo –, hoje há abaixo, em R$315,00/@.
Não houve alterações nas cotações das diferentes categorias, mas o mercado do boi gordo operou em um ambiente de “queda de braço”.
O mercado abriu com baixo volume de negócios.
Como previsto, a segunda-feira começou com manutenção do cenário observado no fechamento da semana anterior.
Como é típico para uma sexta-feira, poucos negócios foram fechados. Frigoríficos com escalas mais confortáveis estavam menos ativos, atuando apenas em oportunidades pontuais, enquanto aqueles que estavam no mercado negociavam nos preços vigentes. Havia relatos de negócios acima da referência, mas ainda insuficientes para estabelecer um padrão de preços.
Nesta semana, as ofertas estiveram mais abundantes, o que permitiu que alguns frigoríficos avançassem com as escalas e, com um bom escoamento de carne, os preços ficaram estáveis.
A quarta-feira começou com alta de R$1,00/@ na cotação do boi gordo, na comparação feita dia a dia. A cotação das demais categorias não mudou. A oferta de bovinos atendeu à demanda dos frigoríficos, sem excedentes. O escoamento da carne bovina esteve firme para o mercado interno e para a exportação, o que sustentou as cotações.
Entrevista com o pesquisador,Carlos Roberto Sanquetta
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