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Quem acompanha esta coluna há algum tempo já percebeu que a fiscalização ambiental por satélite deixou de ser novidade.
Se uma experiência consegue integrar produção e conservação, será necessário entender quais instituições, mercados, tecnologias, fontes de financiamento e formas de organização tornam isso possível.
Última rota do ano, da pesquisa-expedicionária da Scot Consultoria, mostrou a força dos coprodutos regionais, o avanço da genética e a integração entre lavoura, pecuária e indústria nos estados de Goiás, Mato Grosso do Sul, Paraná e São Paulo.
Demonstrar um resultado ambiental é apenas parte do problema. Para que a conservação produza valor econômico, essa evidência precisa alterar alguma decisão de mercado, crédito, investimento ou pagamento.
Com 40 anos de pesquisa em bioinsumos, Mariangela Hungria, da Embrapa Soja, fala sobre o avanço dos biológicos na agricultura brasileira, as tecnologias de inoculação e coinoculação da soja, os entraves de financiamento da ciência e o uso de microrganismos na recuperação de pastagens degradadas.
Integração produtiva, políticas públicas, infraestrutura e abertura de mercados estão entre os fatores que podem ampliar o protagonismo do Brasil no cenário global.
Prevenção, planejamento e documentação são ferramentas para reduzir os riscos e preparar a propriedade para o período de maior ocorrência de incêndios.
Na pecuária, adotar boas práticas é apenas parte do caminho para transformar o manejo em evidências mensuráveis, que permitem avaliar resultados ambientais e orientar decisões econômicas.
Depois de muita discussão sobre prazos, custos e dificuldades práticas, a União Europeia avançou em 2026 com medidas para ajustar a aplicação do Regulamento Antidesmatamento.
A Embrapa Pecuária Sudeste reuniu técnicos, produtores e instituições de fomento em um dia de campo dedicado à recuperação de pastagens degradadas. Apresentou resultados técnicos da Unidade de Referência Tecnológica (URT) e soluções para a intensificação dos sistemas pecuários.
Livro é a segunda edição escrita pelo advogado e articulista da Scot Consultoria, Pedro Puttini, cuja primeira edição foi escrita em 2025.
O que é? Quem regulamenta? E como a ciência pode contribuir para tornar a produção mais rentável dentro da fazenda?
A integração entre o SICAR/PA+ e a nova plataforma digital estabelece critérios técnicos para a validação de passivos de APP e Reserva Legal, exigindo conformidade cadastral e espacial do produtor rural.
Novas regras vinculam a autorização de supressão de vegetação à regularidade do CAR, ao polígono georreferenciado e à transparência dos dados ambientais.
Imóveis rurais precisam ser descritos com precisão suficiente para evitar sobreposição, insegurança de limites e conflitos de domínio.
Crédito com taxa de 8,5% ao ano incentiva a recuperação de áreas degradadas; especialistas apontam ganhos de produtividade e desafios para ampliar o acesso aos recursos.
Rastrear a origem socioambiental do boi exige mais do que uma plataforma, depende da qualidade dos dados, da integração entre bases públicas e privadas e de como os custos de verificação se distribuem entre pecuaristas, frigoríficos, tradings e compradores.
Lei que instituiu o SBCE cria as bases do mercado regulado de carbono no Brasil e exige que grandes emissores estruturem dados, rastreabilidade e controles para futuras obrigações.
Produzidos a partir de materiais orgânicos, esses insumos podem complementar a adubação, reduzir a dependência de fertilizantes minerais e melhorar a eficiência produtiva.
Especialista alerta produtores sobre a importância de participar das audiências públicas da SPU e explica os impactos jurídicos da demarcação de áreas marginais da União em imóveis rurais.
Entre conferências internacionais, cooperação científica e uma viagem ao sertão piauiense, pesquisador da Embrapa reflete sobre sustentabilidade, inovação na pecuária e o legado de pessoas que transformam realidades.
O regulamento antidesmatamento da União Europeia entra em vigor em dezembro de 2026 e exige que soja, carne, café, cacau e madeira comprovem, com dados de satélite e geolocalização, que não vieram de área desmatada após 2020.
O glifosato voltou ao centro dos debates após o Ministério Público do Trabalho (MPT) ingressar com uma ação solicitando a suspensão da produção, comercialização e uso no Brasil.
Endurecimento das penalidades por maus-tratos e abandono eleva o risco jurídico na pecuária e exige adoção de práticas de bem-estar animal como rotina de agir de acordo com as leis.
Novo manual reforça a imprescritibilidade da reparação ambiental e amplia a importância da prova técnica, da governança documental e da distinção entre poluidor direto e indireto no agronegócio.
Entre restrições de oferta, desafios na cria e demanda global crescente, líderes da cadeia veem um mercado mais valorizado, mas que exige coordenação e confiança.
Dados brutos de monitoramento passam a impactar o crédito, exigindo resposta técnica rápida e organização documental do produtor.
O fogo deixou de ser um fenômeno natural imprevisível e passou a ser um risco gerenciável, incorporado à gestão, à regulação e à estratégia do negócio rural.
Corte na CFEM pode ampliar a produção do insumo, reduzir custos e incentivar a adoção, principalmente entre pequenos produtores.
Tecnologias como compostagem e biodigestores permitem reduzir custos, gerar energia e criar fontes de receita em fazendas, com a venda de produtos e, até a comercialização de créditos de carbono.
Entrevista com a administradora de empresas,Luiza Pezzoni
Notícias Agrícolas
Arroba tem motivo para novas altas em novembro com oferta restrita e demandas crescentes na exportação e no mercado interno
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