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Em entrevista à Scot Consultoria, Sérgio Soriano destaca os pilares da atividade leiteira, a importância da gestão de custos e os caminhos para manter rentabilidade em um mercado cada vez mais profissionalizado.
Expedição percorre algumas das principais bacias leiteiras para retratar a excelência da produção nacional.
Iniciativa surge em meio a margens cada vez mais apertadas; especialistas avaliam que o uso de tecnologias é um caminho sem volta.
Mesmo com maior demanda para esmagamento e biocombustíveis, o avanço da produção global deve manter os estoques elevados e os preços pressionados.
Nas áreas semeadas na primeira janela, a produtividade já é limitada e dificilmente deve superar 140 sacas por hectare, com desempenho ainda mais restrito em lavouras implantadas fora do período ideal.
Chuvas estarão concentradas no Norte e no Sul do país, enquanto as áreas centrais mantêm predominância de tempo seco.
Pressão de oferta mantém o mercado físico em baixa no curto prazo, enquanto perdas na segunda safra e consumo aquecido podem reforçar o poder de barganha do produtor mais adiante.
O Brasil está pagando mais pelos insumos em meio à instabilidade global, aumentando preocupação para a safra 2026/27.
Revisão positiva para Brasil e Argentina amplia a oferta mundial no curto prazo, mas a queda na produção dos Estados Unidos aponta para estoques globais mais apertados em 2026/27.
O volume exportado cresceu 11,7% no primeiro quadrimestre de 2026 ante igual período de 2025, mas a receita subiu apenas 1,7% em razão da pressão sobre os preços internacionais.
A fixação biológica de nitrogênio (FBN), potencializada pelo uso de bioinsumos, reduz a necessidade de ureia no campo, diminuindo custos de produção e impactos ambientais.
Felipe Bortolotto, da Probeef, comenta os desafios da recria no cenário atual, o avanço da integração lavoura-pecuária, o uso estratégico do confinamento e a importância da nutrição de precisão para aumentar a eficiência dos sistemas produtivos.
Projeto de Lei 2780/24 inclui o Plano Nacional de Fertilizantes junto à Política Nacional de Minerais Críticos, abrindo acesso a incentivos fiscais e crédito para financiamento de projetos de mineração e usinas de fertilizantes.
A redução da área semeada em importantes produtores pode dar fôlego às cotações no médio prazo, mas os estoques globais elevados ainda limitam uma recuperação mais consistente.
Ampla oferta mundial e nacional, além da pressão sazonal por conta do período de colheita, contribuiu para o cenário.
Pesquisa-expedicionária da Scot Consultoria caminha para sua sétima edição, reunindo histórias e a experiência de quem move o setor pecuário
Entenda por que a canola possui grande potencial de utilização durante a safrinha no Rio Grande do Sul.
Linha de crédito voltada a máquinas agrícolas pode impulsionar negócios, modernizar o campo e melhorar a produtividade, mas até que ponto será capaz de ajudar e, de fato, auxiliar o produtor?
Com a colheita da primeira safra e a proximidade da safrinha, o espaço para alta no curto prazo segue limitado, enquanto, no segundo semestre, eventuais perdas climáticas podem dar maior sustentação à
Encontros presenciais em Tocantins, Mato Grosso, Pará e Rondônia reúnem produtores, técnicos e analistas para discutir o presente e o futuro da pecuária.
Correção sazonal, consumo interno fragilizado e incertezas com a China explicam recuo, enquanto oferta limitada sustenta viés de alta no ano.
Produção de sorgo cresce na safra 2025/26, impulsionada pela expansão de área, com destaque para o Centro-Oeste.
Analista de mercado da Scot Consultoria, Pedro Gonçalves, apresenta os desafios, oportunidades e tendências para o mercado do boi gordo no ano.
Integração Lavoura e Pecuária (ILP): ganhos de carbono e evolução da mitigação.
As estatísticas de abril se atingiram os objetivos das projeções para o mês. Mas e para maio, um dos meses marcados pelo fim da “safra do boi”?
Entre restrições de oferta, desafios na cria e demanda global crescente, líderes da cadeia veem um mercado mais valorizado, mas que exige coordenação e confiança.
Dados brutos de monitoramento passam a impactar o crédito, exigindo resposta técnica rápida e organização documental do produtor.
Ampla oferta mundial e nacional, além da pressão sazonal por conta do período de colheita, contribuíram para o cenário.
Em abril, a cotação do arroz subiu e já é a maior de 2026, porém ainda abaixo da cotação do mesmo período de 2025.
Com 35% da produção destinada à exportação, mercado brasileiro da carne bovina é impulsionado por maior consumo interno, abertura de novos mercados e queda na oferta global, consolidando tendência de preços firmes até 2026.
Entrevista com a médica-veterinária,Cintia Oliveira
AgroMais
Cotações e tendências para o mercado do boi gordo
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