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Em 2021 o confinador tem o direito de reclamar de tudo, comida, boi magro, custo do crédito ou qualquer outro problema, mas o mercado futuro até o momento tem feito bem seu papel de incentivar a ativi
O culpado da vez é o milho americano, que só nessa semana subiu mais de 10% com as notícias de clima mais frio que o esperado nesse início de plantio da safra americana.
O comportamento, seja de pequenos ou grandes players merecem atenção e dão sinais sobre o equilíbrio entre a demanda versos o preço.
O primeiro trimestre de 2021 para a suinocultura brasileira foi de penúria, tanto pela queda nos preços pagos ao produtor quanto pela elevação dos custos de produção.
No momento em que todas as atenções do mercado estão voltadas para o estresse no mercado de milho, com o contrato de maio21 tendo atingido o importante patamar de R$100/saca, a Conab divulgou nessa ma
No curto prazo essa situação não deve ser revertida e a nossa “Chino dependência” nas exportações é a contrapartida da “Brasil dependência” das importações Chinesas. Esse é o momento para o Brasil se
Dado o grau de incerteza que envolve a interação de todas as variáveis descritas nesse texto, é quase impossível se traçar um cenário com o nível de segurança adequado para a tomada de decisão nos inv
Essa péssima combinação para o confinamento não passou despercebida pelo mercado futuro de boi gordo, que reagiu colocando “prêmio” na curva de preços, ampliando o ágio do contrato de outubro sobre o
Com o lado do time do dólar “firmando o braço” nos últimos dias, os exportadores ficaram mais agressivos e a diferença entre o boi comum e o boi China subiu para o intervalo de R$15,00-R$20,00/@.
O jeito vai ser reforçar a reza para São Pedro colaborar com o clima e esperar para que o ditado que diz que “o remédio para preços altos são os preços altos” volte a valer em algum momento.
Estratégias de produção de bovinos em confinamento.
E como o remédio para preços altos são os preços altos, a solução para o dilema atual começa justamente pelo incentivo a cria via margens elevadas.
A dinâmica dos preços em 2021 foi bastante diferente do que seria esperado para o sazonal do ano e chama ainda mais a atenção quando associada ao recuo no volume exportado, isso é reflexo da baixíssim
O título do texto desta semana faz referência a isso, já que a maioria dos frigoríficos não pulará um ou dois dias de abate na próxima semana de Carnaval, algo que era corriqueiro em 2018-2020.
Oferta ajustada no mercado interno e a reação do consumo no segundo semestre acarretaram aumento de 23,2% na importação brasileira de lácteos em 2020. A exportação também cresceu no ano passado.
A resistência das indústrias a novas altas não ocorre sem motivo, já que a dificuldade em repassar o aumento de preços para o atacado e varejo no mercado interno tem sido enorme.
Neste ano temos que manter um olho no boi e nos grãos e outro no dólar!
Se extrapolarmos essa realidade para os próximos meses, usando como referência os preços de boi gordo e do milho no mercado futuro, também não vemos nenhum sinal de melhora.
Quem terá maior força? A falta de oferta ou a demanda retraída? O fôlego das indústrias para suportar o custo extra da ociosidade das plantas determinará o vencedor dessa queda de braço.
Ter gestão eficiente e aproveitar as oportunidades geradas por possíveis distorções será fundamental no sucesso da atividade.
Em suma, vender na alta é sempre a melhor estratégia para os cuidadosos; já a espera do ápice de preços das cotações tem as suas vantagens e desvantagens: caso consiga atingi-lo, ponto para o pecuaris
céu é o limite e que os preços iriam subir indefinidamente.
É muito difícil antecipar quem vai ganhar essa queda de braço e já houve outras tentativas de segurar a alta ao longo do ano, em que a indústria não teve sucesso, porém, as condições de preço e de mer
Já não temos mais o benefício de estarmos muito baratos para os nossos compradores.
Até mesmo os participantes do mercado financeiro que usualmente não acompanham o mercado de comodities agrícolas ficaram impressionados com a volatilidade dos últimos dias.
Nos níveis de preços atuais todo cuidado é pouco!
O preço do novembro representa um ágio de R$17,00/@ dos preços do mercado físico atualmente, ou seja R$340,00 a mais por boi para quem conseguir segurar um animal de 20@ por mais 30 dias no cocho.
Muitos no mercado acreditam numa repetição em novembro da situação ocorrida no ano passado, com preços disparando pela combinação de falta de oferta e aumento das importações chinesas.
Vendas de carne bovina acima da média em 2020
Com esse cenário para o fim do ano, a alternativa de preço mínimo acaba sendo mais interessante do que o preço fixo para gerenciamento de risco de preços da atividade.
Entrevista com o zootecnista, Emanuel Oliveira
Canal do Boi
Mercado do boi gordo mantém alta e reposição atinge patamar histórico
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