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Oferta confortável de bovinos e menor demanda de compra dos frigoríficos pressionaram as cotações em São Paulo, com recuo de R$3,00/@ para o boi gordo e o “boi China” e de R$2,00/@ para as fêmeas.
Variação em porcentagem da cotação média do “boi China”, entre janeiro e abril*.
Com parte dos frigoríficos fora das compras, a semana iniciou sem alteração nos preços.
Altas são sustentadas por exportações aquecidas, melhora do consumo interno e oferta ajustada, mesmo com frigoríficos atuando com maior cautela.
A menor oferta dificulta a formação das escalas pelos frigoríficos, que passam a oferecer mais pela arroba.
Volume de carne bovina recebido pela China, em mil toneladas, em janeiro e fevereiro de 2026, e o que resta da cota.
A oferta enxuta sustentou os preços do boi gordo, enquanto frigoríficos pagaram acima da referência em casos pontuais e o escoamento da carne bovina no mercado interno seguiu lento.
Mesmo com parte dos frigoríficos fora das compras, o mercado abriu a terça-feira estável em todas as categorias, para machos e fêmeas, sem negócios reportados abaixo das referências vigentes.
Com escalas mais folgadas, frigoríficos pressionaram preços e o diferencial entre boi gordo e vaca entrou em ajuste.
Conflito no Oriente Médio reduz ritmo das compras de frigoríficos, eleva custos logísticos e cria incerteza para exportações brasileiras de carne bovina.
Variação em porcentagem da cotação da arroba do boi gordo nas praças pecuárias brasileiras ao longo de fevereiro de 2026.
Em São Paulo, a semana começou com os negócios em ritmo mais lento em parte do mercado, com alguns frigoríficos fora das compras.
O mercado do boi gordo iniciou a semana com preços estáveis na praça paulista. O ritmo das negociações foi mais lento, refletindo a cautela dos frigoríficos, que aguardavam os resultados das vendas do fim de semana.
Com o arrefecimento das vendas de carne no mercado interno, houve uma menor atuação dos frigoríficos.
O país passa a ter oito plantas aptas a vender ao mercado vietnamita, dobrando o número de estabelecimentos autorizados
Após o recorde de exportação em 2025, o começo de 2026 está marcado por medidas protecionistas de parceiros do Brasil que poderão mudar esse quadro.
Como é típico para uma sexta-feira, poucos negócios foram fechados. Frigoríficos com escalas mais confortáveis estavam menos ativos, atuando apenas em oportunidades pontuais, enquanto aqueles que estavam no mercado negociavam nos preços vigentes. Havia relatos de negócios acima da referência, mas ainda insuficientes para estabelecer um padrão de preços.
Nesta semana, as ofertas estiveram mais abundantes, o que permitiu que alguns frigoríficos avançassem com as escalas e, com um bom escoamento de carne, os preços ficaram estáveis.
A quarta-feira começou com alta de R$1,00/@ na cotação do boi gordo, na comparação feita dia a dia. A cotação das demais categorias não mudou. A oferta de bovinos atendeu à demanda dos frigoríficos, sem excedentes. O escoamento da carne bovina esteve firme para o mercado interno e para a exportação, o que sustentou as cotações.
Apesar da menor necessidade de compra imediata por parte dos frigoríficos, em parte devido às programações fechadas no fim do ano passado, o mercado esteve firme.
O setor, apesar de apresentar ritmo aquém do esperado em 2025, ganhou tração no final do ano e tem boa perspectiva para 2026.
A semana começou com poucos negócios. Ainda assim, os frigoríficos que abriram compras observaram um aumento na oferta em relação ao final do ano, o que deu espaço para ofertas de compra abaixo da referência para o boi gordo.
Com o consumo interno de carne bovina firme e a exportação com bom desempenho, como está a margem do frigorífico?
Apesar da incerteza decorrente do potencial de mudança nas salvaguardas de importação chinesa, o mercado físico manteve-se com preços estáveis. A maioria dos frigoríficos manteve as ordens de compra, dada a oferta ajustada de bovinos.
Com a oferta reduzida de gado na região, os frigoríficos operam com escalas de abate curtas, o que tem resultado em alta nas cotações.
As escalas de abate dos frigoríficos de pequeno porte estavam curtas, e as dos de grande porte, embora tenham conseguido alongá-las nos últimos dias, também estavam curtas. A maioria dos negócios com boi gordo e novilha aconteceu dentro das referências, mas ressalta-se que há negócios acima desses preços. Por outro lado, para a vaca, a maioria dos negócios aconteceu acima da referência, com uma alta de R$4,00/@.
A oferta de boiadas estava enxuta e os frigoríficos tinham tido dificuldade para compor as escalas de abate. Indústrias que não tinham acordos com confinamentos para a entrega de boiadas tiveram que pagar mais pela arroba.
As escalas de abate dos frigoríficos estiveram confortáveis até o final do mês, porém, com ofertas mais ajustadas para o período, predominantemente advindas de confinamentos.
A semana começou com parte dos frigoríficos fora das compras, e os que abriram as compras têm oferecido mais pelas fêmeas.
Após as altas da semana anterior, a segunda-feira começou sem alteração nas cotações. Os frigoríficos aguardam uma melhor posição do mercado para negociar, e aqueles que tentaram comprar abaixo da referência encontraram dificuldade em fechar negócio.
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