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O mercado do boi gordo iniciou a semana com preços estáveis na praça paulista. O ritmo das negociações foi mais lento, refletindo a cautela dos frigoríficos, que aguardavam os resultados das vendas do fim de semana.
O comportamento das chuvas no auge do crescimento vegetativo define o potencial produtivo dos canaviais do Centro-Sul.
As negociações iniciaram esta terça-feira em linha com o observado ontem, com negócios ocorrendo em ritmo lento e compassado.
As negociações iniciaram esta terça-feira em linha com o observado no dia anterior, com negócios ocorrendo em ritmo lento e compassado. A menor oferta de boiadas continuou, e não houve informações de concessões dos vendedores em negociações abaixo das referências.
Com o final do mês se aproximando, as vendas perderam fôlego, mas as cotações, em parte dos segmentos, apresentaram ajustes positivos.
Estabilidade de preços para o sebo, com a demanda pelo produto como matéria-prima para o biodiesel em ritmo lento. O couro bovino também permaneceu estável, mesmo com exportações aquecidas.
Distribuição das chuvas segue desigual no fim de janeiro, com destaque para volumes mais elevados no Centro-Norte e restrição hídrica no Sul.
A semana termina com alta de R$1,00/@ na cotação do boi gordo e do “boi China”. Para as fêmeas, a cotação ficou estável na comparação dia a dia. A alta foi sustentada pela oferta mais curta de boiadas. Com menos bovinos disponíveis, a ponta vendedora ganhou poder de negociação.
A semana terminou com alta de R$1,00/@ na cotação do boi gordo e do “boi China”. Para as fêmeas, a cotação ficou estável na comparação dia a dia.
Embarque de bovinos vivos supera o volume registrado em 2024.
O volume médio diário embarcado das três proteínas, na parcial de janeiro, está maior que em igual período do ano passado.
Com o arrefecimento das vendas de carne no mercado interno, houve uma menor atuação dos frigoríficos. Com o consumo mais fraco, as indústrias voltadas ao mercado doméstico negociam com mais cautela.
Com o arrefecimento das vendas de carne no mercado interno, houve uma menor atuação dos frigoríficos.
Estoques altos no fim de 2025 mantêm pressão sobre os preços, apesar das exportações recordes.
A semana começou em ritmo lento, com pouca oferta e poucos negócios realizados, mantendo a cotação sem alteração.
Dificuldades no escoamento da carne e consumo enfraquecido derrubaram as cotações no atacado e nas granjas paulistas.
Vendas ocorreram conforme o esperado, mas a concorrência entre vendedores resultou em ajustes de preços, enquanto as exportações seguem em bom ritmo.
Redução nas exportações e menor utilização do sebo como matéria-prima para o biodiesel pressionam os preços. O couro bovino segue estável, com exportações aquecidas, mas com menor faturamento.
Apesar da ocorrência de precipitações, o padrão segue aquém da média histórica em várias regiões produtoras.
Se há alguns dias havia negócios acima das referências – por volta de R$325,00/@ para o boi gordo –, hoje há abaixo, em R$315,00/@. Entretanto, eles não têm volume o bastante para formar a referência.
Se há alguns dias havia negócios acima das referências – por volta de R$325,00/@ para o boi gordo –, hoje há abaixo, em R$315,00/@.
Após o recorde de exportação em 2025, o começo de 2026 está marcado por medidas protecionistas de parceiros do Brasil que poderão mudar esse quadro.
Instabilidade no país persa pode gerar ruídos na cadeia de suprimentos que podem elevar o preço do insumo agrícola.
A queda do faturamento com a exportação, apesar do maior volume de vendas é explicada pela menor participação do couro com maior valor agregado.
Até a segunda semana de janeiro, o volume exportado de carne bovina in natura foi de 89,3 mil toneladas.
O mercado abriu com baixo volume de negócios.
Como previsto, a segunda-feira começou com manutenção do cenário observado no fechamento da semana anterior.
Entrevista com o economista, Sérgio Rangel Fernandes Figueira
AgroMais
Oferta menor e exportações firmes impulsionam o preço do boi gordo em fevereiro
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