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As chuvas se espalham pelo país, beneficiando algumas áreas, mas mantendo estiagem em pontos críticos
Em São Paulo, a última semana do mês foi marcada por queda em seis de oito categorias de bovinos anelorados destinados à reposição.
O Confina Brasil 2025, projeto da Scot Consultoria, já percorreu três rotas pelo país mapeando tendências e desafios dos confinamentos. Nas Rotas 2 e 3, a expedição passou por Tocantins, Pará, Mato Grosso e Goiás, além de Mato Grosso do Sul e Paraná, onde foi realizado também o 3º Encontro Regional da Scot Consultoria.
O mercado está aquecido na região para todas as categorias.
Chuvas fracas e localizadas ajudam a manter as lavouras e as pastagens em algumas regiões, mas a estiagem ainda limita a umidade do solo em grande parte do país.
Após sete dias úteis de estabilidade nas cotações em São Paulo, o mercado iniciou o dia com alta para o boi gordo e para a vaca gorda. O cenário segue dividido em dois movimentos distintos. De um lado, as indústrias frigoríficas que não conseguiram alongar suas escalas sentiram a retração dos pecuaristas, que reduziram as ofertas de bovinos terminados na expectativa de negociar em patamares mais elevados. De outro, os frigoríficos que já garantiram escalas mais confortáveis optaram por se retirar das compras ou mantiveram firmeza nos preços ofertados.
Após sete dias úteis de estabilidade nas cotações em São Paulo, o mercado iniciou o dia com alta para o boi gordo e para a vaca gorda.
O mercado do boi gordo no Tocantins apresenta alta de até 3%, com o “boi China” cotado a R$315,00/@, destacando a força da pecuária local.
Distribuição irregular das chuvas marca a semana, com estiagem prolongada no Centro-Oeste, Sudeste e parte do Nordeste.
O Confina Brasil encerrou, em 25 de julho, a Rota 2, que percorreu propriedades no Norte do Tocantins, Pará e no Vale do Araguaia, entre Mato Grosso e Goiás.
Recuo no preço do milho maior que os movimentos dos produtos processados sustentou a margem das indústrias de etanol de milho.
Previsão indica chuvas fracas e irregulares na maior parte do país, com destaque para a persistência da seca em áreas do Nordeste e Centro-Oeste; condição que favorece o andamento da colheita, mas limita o desenvolvimento de culturas de inverno e intensifica a perda de vigor das pastagens.
A oferta de boiadas está enxuta, com uma parcela dos pecuaristas à espera de preços melhores para negociar. Este cenário tem feito a cotação da arroba do boi gordo recuperar as perdas recentes. Com isto, as cotações do boi gordo, “boi China” e novilha subiram R$5,00/@, e a cotação da vaca subiu R$3,00/@.
A oferta de boiadas continuava restrita e os vendedores estavam aguardando valorizações para comercializar. Os compradores não estavam conseguindo alongar as escalas de abate e as trabalhavam dia após dia. Nesse sentido, a cotação da arroba do boi gordo e do “boi China” subiu R$2,00 e a da novilha subiu R$3,00.
Com tempo seco predominando em grande parte do país, chuvas pontuais favorecem o avanço das colheitas e o desenvolvimento do trigo, enquanto as pastagens seguem com baixa disponibilidade de forragem.
China é o maior importador mundial do produto, responsável por 38,4% do consumo global.
De ontem para hoje, alguns fatores influenciaram o mercado. O primeiro foi que as indústrias paulistas com escalas mais curtas para o mês que se inicia ofertaram mais para colocarem boiadas e alongá-las. O segundo é que a venda de carnes no mercado interno, de olho no abastecimento do varejo para a primeira quinzena do mês, apresentou sinais de melhora e o terceiro foi uma diminuição, em relação aos últimos dias, da oferta de boiadas pelos vendedores.
Alguns fatores influenciaram o mercado de ontem para hoje. O primeiro era que indústrias com escalas mais curtas no mês corrente ofertaram mais para colocarem boiadas e alongá-las.
Previsão climática para a última semana de julho indica chuvas irregulares e de baixos volumes na maior parte do país, com exceções pontuais.
Cotações de bovinos anelorados destinados à reposição no Tocantins.
Precipitações se concentram em áreas pontuais, enquanto a maior parte do território brasileiro segue sem chuvas.
Em menos de dois meses de expedição, mais de 50 propriedades já foram visitadas em sete estados diferentes.
Com o aumento na oferta de bovinos e as incertezas das exportações para os Estados Unidos, o dia começou com queda nas cotações de todas as categorias.
Contribuições obrigatórias incidem sobre o valor bruto da comercialização e revelam a força da pecuária na geração de recursos para previdência e qualificação rural.
Tempo seco avança no Centro-Sul, favorecendo as colheitas; Norte e Nordeste mantêm chuvas pontuais, enquanto o Sul segue com volumes abaixo da média.
Início de julho marcado por contrastes regionais: litoral úmido, interior seco e volumes abaixo da média em todo o Sul do país.
Chuvas dentro da média em grande parte do país, temperaturas acima do normal e impacto direto nas pastagens e na colheita das principais culturas de inverno.
A oferta de bovinos aumentou nos últimos dias e a venda de carnes apresentou sinais de piora para o mercado interno. Alguns compradores estão fora das compras e vão aguardar os resultados das vendas desse fim de semana para prosseguirem com os negócios.
A oferta de bovinos aumentou nos últimos dias e a venda de carnes apresentou sinais de piora, para o mercado interno. Alguns compradores estão fora das compras e vão aguardar os resultados das vendas desse fim de semana para prosseguirem com os negócios.
Entrevista com o zootecnista e coordenador da inteligência de mercado da Scot Consultoria, Felipe Fabbri
Estadão
Bezerro em alta: oportunidade de compra acaba em agosto?
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