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Preços do sebo recuam, influenciados por oferta de óleo de soja, sazonalidade e férias coletivas. Enquanto o couro mantém a estabilidade de preços, com exportações em alta volumétrica, mas receita em queda.
Uma década de dedicação a contar a trajetória da agropecuária brasileira, combater a desinformação e ajudar o produtor a produzir mais e melhor.
O mapa semanal indica chuvas concentradas no Norte do país, avanço gradual no Matopiba e déficits no Sudeste e Sul do país.
Após o ajuste de preços de ontem, o mercado abriu estável, sem mudanças nas cotações na comparação feita dia a dia. As escalas atendem, em média, a dez dias. A oferta de boiadas tem atendido à demanda.
Após o ajuste de preços de ontem, o mercado abriu estável, sem mudanças nas cotações na comparação feita dia a dia. As escalas atendem, em média, a dez dias. A oferta de boiadas atende à demanda.
Circuito Cria 2025 percorre o Pantanal e planalto sul-mato-grossense e revela sistemas altamente técnicos e modelos reprodutivos que elevam a eficiência da produção de bezerros no estado.
Parte dos compradores estava com as escalas programadas para o início da segunda semana de janeiro, em função das férias coletivas. As escalas atenderam, em média, a 11 dias.
Parte dos compradores Parte dos compradores está com as escalas para o começo da segunda semana de janeiro, considerando as férias coletivas. As escalas atendem, em média, a 11 dias.
Produção recorde de sebo bovino, demanda mais lenta e competitividade com outros produtos têm pressionado os preços dos coprodutos bovinos, e a expectativa é de que o mercado siga pressionado em dezembro.
Previsões reforçam o comportamento heterogêneo das chuvas, especialmente entre o Sul e o Centro-Norte do país.
Levantamento da Scot Consultoria revela que 78,8% dos confinadores estão otimistas e esperam aumentar número de bovinos em 2026.
Aumento da oferta, demanda mais lenta e competitividade com outros produtos têm pressionado os preços dos coprodutos bovinos, e a expectativa é de que o mercado siga pressionado em dezembro.
Há atraso na semeadura da soja em alguns estados, enquanto, para a primeira safra de milho, o cenário é mais favorável.
As precipitações aumentam em grande parte do Brasil, beneficiando o campo, mas com variabilidade regional.
O mercado encerra a semana com alta de R$2,00/@ na cotação da novilha. Para as demais categorias, as cotações não mudaram na comparação dia a dia. O cenário de firmeza encontra amparo na boa demanda por carne bovina no mercado interno e no bom desempenho da exportação.
O mercado encerrou a semana com alta de R$2,00/@ na cotação da novilha. Para as demais categorias, as cotações não mudaram na comparação dia a dia.
Negócios seguiram devagar, com baixo volume, suficiente apenas para repor as escalas de abate.
A colheita da safra 2025/26 de trigo na Argentina está com bom desempenho e, a expectativa, é de recorde de produção.
Aumento da oferta de sebo bovino e a concorrência com o óleo de soja exercem pressão baixista sobre os preços. Para o couro bovino, houve aumento da oferta e retração das exportações.
Os preços na região gaúcha continuam firmes para esta semana, com um mercado bem ofertado e aquecido.
Semana deverá ser marcada por chuvas em todo o país, mas com grandes diferenças regionais, com volumes oscilando entre acumulados dentro da média, abaixo do normal e com maior concentração em áreas isoladas.
O Brasil exportou 847,4 mil bovinos de janeiro a outubro.
Na comparação semanal, o preço do sebo bovino caiu 1,7% no Brasil Central e 2,4% no Rio Grande do Sul.
Alta na oferta de couro e sebo bovino, demandas distintas entre os mercados.
Como de costume, o mercado abriu a semana com poucos negócios. A cotação está firme, com o preço de referência sendo o mesmo da última semana.
Chuvas ganham força no Norte e Nordeste, se mantêm regulares no Centro-Oeste e Sudeste, mas perdem intensidade na Região Sul.
As escalas de abate dos frigoríficos de pequeno porte estão curtas, e as dos de grande porte, embora tenham conseguido alongá-las nos últimos dias, também estão curtas.
As escalas de abate dos frigoríficos de pequeno porte estavam curtas, e as dos de grande porte, embora tenham conseguido alongá-las nos últimos dias, também estavam curtas. A maioria dos negócios com boi gordo e novilha aconteceu dentro das referências, mas ressalta-se que há negócios acima desses preços. Por outro lado, para a vaca, a maioria dos negócios aconteceu acima da referência, com uma alta de R$4,00/@.
Cadeia produtiva defende a retomada, pelo governo brasileiro, da análise antidumping contra produto oriundo de países do Mercosul.
As cotações não mudaram na comparação feita dia a dia. A firmeza dos preços está sustentada por uma oferta contida que, embora atenda à demanda, não gera excedentes.
Entrevista com o Head de Agro, Alimentos e Bebidas na XP Investimentos, Leonardo Alencar
Tempo&Dinheiro
Boi gordo surpreende! Scot registra alta em 12 praças e nenhuma queda! Arroba vai subir mais?
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