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As escalas estão mais homogêneas e atendem, em média, entre três e quatro dias úteis.
Adicionalmente, existem as ferramentas de hedge, ou seja, de garantia de preços futuros.
As tentativas de baixa por parte dos frigoríficos não têm sido efetivas na maioria das praças.
No atacado de carne bovina com osso, a alta das peças do dianteiro puxou a valorização.
Em São Paulo a referência ficou estável em R$97,50/@, à vista, e R$98,50/@, a prazo.
Oferta de animais continua restrita e com o possível aumento de demanda por carne no início do mês.
A pressão de baixa aumentou, porém o pecuarista rejeita ofertas de compra abaixo das referências.
A demanda não tem acompanhado a oferta, principalmente para as peças de traseiro.
Há especulações, mas estas estão cada vez mais raras no mercado.
Abates de fêmeas em março historicamente são os maiores do ano.
No mercado atacadista de carne com osso, a demanda fraca gera recuo nas cotações
O preço referência para o boi gordo no estado está em R$97,00/@, à vista, e R$98,00/@, a prazo
Tipicamente o primeiro mês do ano é o mais fraco para os negócios.
Historicamente janeiro é o período mais fraco de negócios com receptoras.
Em São Paulo as escalas de abate atendem, em média, de quatro a cinco dias úteis
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