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O mercado abriu com queda de R$2,00/@ da vaca e de R$3,00/@ do “boi China”. A cotação do boi gordo e a da novilha não mudou em relação a ontem. Frigoríficos com escalas de abate com mais dias reduziram a necessidade de compras imediatas e aumentaram a pressão sobre as cotações.
Escalas de abate mais alongadas reduziram a necessidade de compras imediatas e pressionaram a cotação da vaca e do “boi China” em São Paulo.
Produção de sorgo cresce na safra 2025/26, impulsionada pela expansão de área, com destaque para o Centro-Oeste.
Volumes de chuva podem seguir elevados no Norte e na faixa litorânea do Nordeste, enquanto o Centro-Oeste, Sudeste e parte do Sul avançarão para um cenário mais seco, típico do outono.
Ampla oferta mundial e nacional, além da pressão sazonal por conta do período de colheita, contribuíram para o cenário.
Chuvas se concentrarão no Norte e no Sul, enquanto o Centro-Sudeste enfrentará tempo mais seco.
Após a queda na cotação dos machos no dia anterior (23/4), o mercado operou ontem à tarde e durante a manhã de hoje com as referências das fêmeas em queda de R$3,00/@. Assim como para o boi, as ofertas de fêmeas aumentaram.
Assim como para os machos, a oferta de fêmeas aumentou
A cotação não mudou em nenhuma categoria na comparação com o dia 20 de abril. Parte dos frigoríficos sinaliza aumento pontual da oferta e já consegue alongar as escalas em razão do menor número de dias de abate na semana, por causa do feriado de Tiradentes.
O boletim mensal do órgão norte-americano trouxe ajustes nos balanços globais de milho e soja, com alterações concentradas principalmente fora dos Estados Unidos, no caso do milho.
Volumes elevados se concentrarão no Norte e em parte do Nordeste, enquanto o Centro-Sul manterá chuvas mais fracas, irregulares e com baixos acumulados ao longo da semana.
A oferta mais equilibrada tirou parte da pressão de compra em São Paulo, mas não foi suficiente para alterar os preços de referência.
Na região Norte, as chuvas devem continuar consistentes, com os maiores volumes do país, superando 85mm em diversas áreas.
Países do Oriente Médio estão entre os maiores produtores globais de gás natural, e o conflito na região pode gerar impactos no mercado.
Apesar da pouca oferta, após a alta na cotação de todas as categorias na semana passada, o mercado abriu a semana sem alteração.
Relatório anual do NASS, setor estatístico do USDA, apresenta dados de variação da área das principais culturas agrícolas nos Estados Unidos em comparação ao ano passado.
Oferta reduzida e procura aquecida sustenta o mercado.
Relatório anual do NASS, setor estatístico do USDA, apresenta dados de variação da área das principais culturas agrícolas nos Estados Unidos em comparação com o ano passado.
Conheça os patrocinadores e apoiadores que estarão presentes no evento que acontece de 7 a 10 de abril.
Chuvas seguem irregulares no país, com volumes mais elevados no Norte e tempo mais seco predominando no Centro-Oeste, Sudeste e parte do Nordeste.
Chuvas seguem concentradas em parte do Norte, enquanto grande parte do país registra acumulados limitados.
Em São Paulo, a cotação do “boi China” e da novilha abriram o dia com alta de R$3,00/@, enquanto a do boi gordo e da vaca manteve estabilidade.
Mercado doméstico lento, mas com viés de alta diante da menor produção e das incertezas na safra global.
A cotação do bezerro de desmama subiu e a cotação nas demais categorias de machos caiu. Para as fêmeas foi o inverso, com queda da cotação da vaca magra e alta para as demais categorias.
Chuvas devem ficar concentradas no Norte e parte do Nordeste, com redução gradual no Centro-Sul e temperaturas elevadas em todo o país.
A queda nas temperaturas não é relevante frente ao calor registrado do início do ano até o final de março; apenas o Sul terá uma redução mais perceptível, mas sem extremos de frio.
Entrevista com o engenheiro agrônomo, Eloir Daltoé
Notícias Agrícolas
Arroba firme em junho, mas mercado exige atenção
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