Escalas de abate mais alongadas reduziram a necessidade de compras imediatas e pressionaram a cotação da vaca e do “boi China” em São Paulo.
Foto por: Scot Consultoria
Escalas de abate mais alongadas reduziram a necessidade de compras imediatas e pressionaram a cotação da vaca e do “boi China” em São Paulo.
O mercado abriu com queda de R$2,00/@ da vaca e de R$3,00/@ do “boi China”. A cotação do boi gordo não mudou, assim como a da novilha, em relação a ontem. Frigoríficos com escalas de abate mais alongadas reduziram a necessidade de compras imediatas e aumentaram a pressão sobre as cotações. Frigoríficos de menor porte, que atuaram no mercado spot, encontraram menos resistência nas negociações.
As escalas de abate ficaram, em média, para 10 dias.
A oferta de bovinos aumentou e as escalas de abate avançaram. Além disso, o escoamento da carne bovina seguiu lento. Nesse cenário, a cotação caiu em três das quatro praças pecuárias do estado.
Na região de Belo Horizonte, a cotação do boi gordo e a da vaca caiu R$5,00/@ na comparação feita dia a dia. A cotação da novilha não mudou.
Na região do Triângulo Mineiro, a cotação da vaca caiu R$2,00/@ e a da novilha, R$1,00/@. A cotação do boi gordo não mudou
Na região Norte, a cotação caiu R$2,00/@ para todas as categorias.
Na região Sul, a cotação não mudou para nenhuma categoria.
A cotação da arroba do “boi China” não mudou.
A oferta de bovinos esteve contida e sem excedentes, e a cotação não mudou na comparação feita dia a dia.
As escalas de abate ficaram, em média, para seis dias.
Análise originalmente publicada no informativo pecuário diário Tem Boi na Linha de 6/5/2025.
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