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O mercado estava estável, sem mudanças nas cotações na comparação feita dia a dia. O escoamento para o mercado interno e externo estava firme.
A semana começou com poucos negócios. No entanto, houve melhora nas ofertas e o ritmo de escoamento da carne está bom, típico deste período.
No início de dezembro (4/12), o número de contratos em aberto no mercado futuro do boi gordo na B3 caiu para abaixo de 40,0 mil posições, refletindo o encerramento dos negócios de novembro e a redução no volume de contratos abertos para o vencimento de dezembro de 2025.
Ao longo da primeira semana de dezembro, o mercado registrou altas de R$2,00/@ para o boi gordo e de R$1,00/@ para o “boi China”. Para a vaca e a novilha, a cotação não mudou.
Em 2025, as propriedades mapeadas pelo Confina Brasil apresentaram crescimento médio de 18,4% no volume de gado confinado, superando em 6,5 p.p. a estimativa nacional da Scot Consultoria, de 11,9%.
A alta registrada ontem encerrou o maior período de estabilidade dos preços para o boi gordo no ano. Foram 28 dias sem alterações, mais do que o dobro frente aos três maiores últimos períodos de manutenção nos preços no ano, que ocorreram em janeiro, março e junho, com 13 dias cada.
O mercado abriu a quarta-feira com alta de R$2,00/@ para o boi gordo e de R$1,00/@ para o “boi China”. Para a vaca e a novilha, a cotação não mudou na comparação dia a dia.
O cenário é de firmeza nas cotações, sustentado pela boa demanda por carne bovina no mercado interno e externo.
O primeiro dia útil do mês começou com poucos negócios. Apesar da alta da cotação da novilha na sexta-feira, as demais categorias seguem sem alteração há dias, com o boi gordo e o “boi China” estáveis há 18 dias e a vaca há 12 dias.
O mercado encerrou a semana com alta de R$2,00/@ na cotação da novilha. Para as demais categorias, as cotações não mudaram na comparação dia a dia.
Os preços permaneceram estáveis em todas as categorias. A oferta de boiadas esteve curta e os negócios seguiram devagar, com baixo volume, suficiente apenas para repor as escalas de abate, que cobriam, em média, seis dias.
Ainda existia um cenário de indecisão entre os compradores, pois uma parte encontrava-se sem preços para adquirir boiadas e, por outro lado, as indústrias que estavam nas compras ofertaram valores menores do que as referências aqui descritas.
A semana começou com algumas especulações e poucos negócios realizados.
Após o feriado, o mercado abriu frio. Alguns compradores não estavam operando hoje e, os que estavam, realizaram poucos negócios. Nesse sentido, as referências de preços continuaram as mesmas de quarta-feira.
O ponto de vista da Fazenda Roncador, em Querência-MT, para obter melhores margens de lucro na pecuária de corte começando pela matriz.
Apesar das especulações e das incertezas momentâneas relacionadas à salvaguarda de importação chinesa, no mercado físico os preços se mantiveram estáveis.
Apesar da incerteza decorrente do potencial de mudança nas salvaguardas de importação chinesa, o mercado físico manteve-se com preços estáveis. A maioria dos frigoríficos manteve as ordens de compra, dada a oferta ajustada de bovinos.
Durante o percurso da expedição Circuito Cria, realizada pela Scot Consultoria, para reunir informações sobre os sistemas de Cria no Brasil, os profissionais da Scot Consultoria aproveitaram a oportunidade e, na troca de experiências, apresentaram cenários do mercado pecuário para os times das fazendas visitadas.
Como de costume, o mercado abriu a semana com poucos negócios.
A semana terminou com estabilidade nas cotações de todas as categorias. Isso porque a maioria das indústrias esteve fora das compras.
Normalmente, as segundas-feiras são marcadas por cotações estáveis, com poucos negócios, repetindo a cotação da sexta-feira.
A semana terminou com as cotações estáveis em São Paulo.
O mercado esteve com pouca oferta, principalmente de boiadas oriundas de pastagens. A ponta compradora relatou bons volumes de bovinos confinados, no entanto, a postura firme dos vendedores, que não negociaram abaixo das referências de mercado, resultou em uma oferta comedida.
Poucas indústrias encontravam-se fora de compras e, as que estavam ativas, possuíam ofertas de compras dentro das referências.
O primeiro dia útil do mês começou com poucos negócios. A oferta contida e a expectativa de melhora no escoamento da carne neste período têm mantido o mercado firme.
Outubro terminou com a cotação do boi gordo firme e em alta, sustentada pela exportação e pela oferta limitada.
Após a alta em todas as categorias no dia anterior (29/10), as cotações permaneceram firmes, mas sem mudanças.
A última semana do mês começou com poucos negócios.
Ao longo da quarta semana de outubro, o mercado do boi gordo manteve-se firme, sustentado por uma oferta ajustada e por um escoamento de carne que, embora tenha perdido fôlego em relação à primeira quinzena, foi considerado bom para o período e, em comparação com o desempenho de setembro, mostrou melhora significativa.
As escalas de abate estavam fluindo bem, mas a oferta de bovinos já estava menor em relação às semanas passadas. O escoamento de carne bovina também estava bom.
Entrevista com a administradora de empresas,Luiza Pezzoni
Notícias Agrícolas
Arroba tem motivo para novas altas em novembro com oferta restrita e demandas crescentes na exportação e no mercado interno
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