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Enquanto China se torna maior comprador, mercado brasileiro registra estabilidade ou leves quedas nas cotações em junho.
No varejo, São Paulo e Paraná apresentaram alta, enquanto, nas demais praças, os preços caíram. No atacado, os preços estão em queda.
O tempo seco predominará no interior do país, enquanto as chuvas ganharão força na região Sul.
Na comparação feita dia a dia, a cotação do boi gordo e do “boi China” subiu R$2,00/@. A cotação das fêmeas não mudou.
Oferta curta de bovinos sustentou os preços, apesar da pressão dos compradores e do escoamento lento da carne no mercado interno.
O pagamento do mês não foi suficiente para aquecer o mercado, que continua frio e com preços em baixa.
Apesar do aumento da exportação no primeiro semestre, produtores não conseguiram quitar os custos de produção.
As precipitações tendem a permanecer dentro do padrão habitual do período na maior parte do território nacional, com acumulados modestos no interior e precipitações mais relevantes no Sul.
Com a trégua no Golfo, que durou 60 dias, a cotação do petróleo Brent havia caído ao menor nível desde o início da guerra. Com o retorno das hostilidades, o cenário pode voltar ao que era.
O mercado permanece frio, com queda nas médias gerais dos cortes.
Da produção nacional às importações.
Na comparação feita semana a semana, a cotação caiu.
Volumes mais relevantes devem se concentrar no extremo Norte do país e em parte do Centro-Sul, enquanto o interior terá pouca ou ausência de chuva.
Na comparação com as cotações do dia 5/6, o bezerro desmama, o garrote, a novilha e a vaca boiadeira registraram alta no Rio de Janeiro.
O agro é um dos responsáveis por abastecer o sistema elétrico nacional, transformando o que sai do campo, em insumo energético.
Mercado paulista abriu com queda de R$2,00/@ para o boi gordo e o “boi China”, pressionado pela maior oferta de carne e pelo escoamento interno lento.
Junho caminha para o fim e o mercado está frio, com poucas saídas e redução nos preços na maioria dos cortes.
Chuvas dentro da normalidade na maior parte do país e temperaturas acima da média devem caracterizar o clima de julho.
Com 542,5 mil cabeças embarcadas até maio, e junho a caminho do segundo melhor desempenho da história, o Brasil vive um primeiro semestre sem precedentes.
Mesmo com a Copa do Mundo, as vendas não ganharam o fôlego esperado e acompanharam a sazonalidade característica da segunda metade do mês.
Volumes elevados devem se concentrar no Paraná, em Santa Catarina e no extremo Norte do país, enquanto grande parte do Centro-Oeste e do Nordeste terá pouca ou nenhuma chuva.
O consumo melhorou com o recebimento dos salários, mas sem ganhar força suficiente para aquecer a demanda, refletindo em pedidos moderados de reposição de estoques.
No mercado de sebo, há pressão de baixas nas cotações, sustentada pela maior oferta e pela demanda enfraquecida. Para o couro, o mercado está travado, mesmo com a exportação em bom ritmo.
O embarque é o maior volume da série histórica considerando os primeiros quinquemestres, mas o faturamento caiu.
Predomínio de baixos acumulados em grande parte do país, com chuvas expressivas ocorrendo de forma localizada.
Destaque para maior procura pelo vencimento de outubro.
Faturamento das exportações de carne bovina <em>in natura</em> e carne de aves para a União Europeia, em milhões de dólares, de janeiro a maio de 2020 a 2026.
Mesmo com parte da população ainda aguardando o recebimento dos salários, as bonificações e as promoções contribuíram para melhorar as vendas no varejo.
Na comparação feita mês a mês, até 5 de junho, a cotação do trigo subiu no Paraná e no Rio Grande do Sul. O movimento dá sequência à alta observada em maio, quando os preços também avançaram em relação a abril.
Entrevista com a engenheira agrônoma, Danyella Bonfim
Notícias Agrícolas
Arroba firme em junho, mas mercado exige atenção
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