Mercado abre estável, com indústria abastecida e oferta de boiadas controlada.
Foto: Bela Magrela
O mercado abriu estável para todas as categorias.
Apesar da oferta controlada e da resistência da ponta vendedora em negociar no novo patamar, compras foram realizadas nas novas referências entre a tarde de terça e a manhã de quarta, permitindo à indústria preservar as escalas de abate e manter a pressão sobre a cotação do boi gordo. Para as fêmeas, a menor oferta sustentou as cotações.
O volume da boiada influenciava as negociações: lotes maiores alcançavam preços mais altos, enquanto lotes menores e negociações pontuais tendiam a ocorrer em referências mais baixas.
As escalas de abate estavam, em média, para oito dias.
Na comparação feita dia a dia, em duas das três praças paraenses, a cotação caiu.
Na região de Marabá, o boi gordo caiu R$2,00/@. A cotação da vaca e a da novilha ficou estável.
Na região de Redenção, a cotação do boi gordo caiu R$2,00/@ e a cotação da vaca caiu R$3,00/@. Para a novilha, estabilidade.
Na região de Paragominas, não houve alterações.
A cotação do “boi China” não mudou. Ágio de R$5,00/@ nas regiões de Marabá e Redenção e sem ágio em Paragominas.
As escalas de abate estavam, em média, entre cinco e oito dias.
O dia havia iniciado com pressão sobre a vaca, cuja cotação caiu R$2,00/@ em relação ao dia anterior. Para o boi gordo e para a novilha, estabilidade.
Para o boi gordo, negócios abaixo da referência vigente foram relatados, mas não em volume suficiente para se tornarem tendência de mercado.
Análise originalmente publicada no informativo pecuário diário Tem Boi na Linha de 19/8/2026.
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