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Na comparação feita mês a mês, a cotação subiu para machos, com exceção do boi magro.
A primeira semana do mês é marcada pela melhora nas vendas, as quais já vinham em um bom ritmo.
Virada do mês trouxe reação aos preços, com altas no atacado e nas granjas.
Melhora nas vendas e oferta mais ajustada impulsionam os preços nas granjas e no atacado.
Oferta ajustada e melhora na demanda contribuem para a firmeza dos preços no mês.
Com a demanda interna lenta, os preços recuaram no atacado na última semana do mês.
Demanda perde força na segunda quinzena, e a oferta passa a ditar o ritmo do mercado.
Após quatro semanas de baixa, os preços se estabilizam com melhora da demanda.
Primeira semana do mês apresenta melhora nas vendas, mantendo os preços sustentados.
Sem reação nas vendas, preços continuam em trajetória de baixa.
Em sete dias, alta na granja e no atacado foi de R$28,00 por caixa.
A semana começou com a cotação do boi gordo e da novilha subindo. A cotação da vaca não mudou.
Apesar da pressão nos preços em janeiro, virada de mês traz expectativa de recuperação.
Com a oferta ajustada e a demanda em recuperação, os preços ganham força.
A estimativa da produção da safra brasileira de amendoim em 2025/2026 é de queda de 1,9%.
Fevereiro começa com o mercado do boi gordo firme. É o quarto dia útil consecutivo de alta.
Mercado segue pressionado em janeiro, com vendas fracas e preços em queda no atacado e nas granjas.
Vendas fracas elevam estoques e voltam a pressionar o mercado.
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