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Com 40 anos de pesquisa em bioinsumos, Mariangela Hungria, da Embrapa Soja, fala sobre o avanço dos biológicos na agricultura brasileira, as tecnologias de inoculação e coinoculação da soja, os entraves de financiamento da ciência e o uso de microrganismos na recuperação de pastagens degradadas.
Uso do esterco bovino pode reduzir os gastos com adubação nas lavouras.
O Brasil exportou cerca de 920 mil cabeças de gado em pé de janeiro a agosto de 2026, ante 650 mil no mesmo período de 2025. Agosto registrou recorde mensal, com 170 mil cabeças embarcadas, e a receita do acumulado chegou a US$1,2 bilhão.
Na pecuária, adotar boas práticas é apenas parte do caminho para transformar o manejo em evidências mensuráveis, que permitem avaliar resultados ambientais e orientar decisões econômicas.
Segundo dia do Encontro de Intensificação e Pastagens 2026 mostrou que aumentar produtividade depende de planejamento, manejo, capacidade de colheita e decisões ajustadas à realidade de cada sistema.
Região registra preços mais altos entre as 10 de MS em novo levantamento de consultoria.
Para o ano-safra 2026/27, investimentos ganham espaço e os juros recuam em parte das linhas de crédito. Em contrapartida, a fatia do crédito ao custeio fica menor, o que preocupa o produtor.
Imóveis rurais precisam ser descritos com precisão suficiente para evitar sobreposição, insegurança de limites e conflitos de domínio.
Exportações à União Europeia e disputa entre indústria frigorífica e farmacêutica entram de vez no radar do produtor brasileiro.
Novo manual reforça a imprescritibilidade da reparação ambiental e amplia a importância da prova técnica, da governança documental e da distinção entre poluidor direto e indireto no agronegócio.
Palestras da tarde do terceiro dia do evento da Scot mostram que eficiência econômica, liderança e visão estratégica são determinantes para sustentar resultados na pecuária intensiva.
Conheça os patrocinadores e apoiadores que estarão presentes no evento que acontece de 7 a 10 de abril.
Entre ciência e produção, como a pecuária pode reduzir emissões sem comprometer a oferta de alimentos.
Com os grandes produtores de petróleo envolvidos no conflito, o mercado nacional e internacional do diesel sente o impacto da guerra.
Por quê a obrigação de reparar danos ambientais não se perde com o tempo — e o impacto disso para produtores e negócios imobiliários.
Entre progresso, desinformação e consumo excessivo, um convite à razão, à verdade e ao cuidado com o planeta.
Uma década de dedicação a contar a trajetória da agropecuária brasileira, combater a desinformação e ajudar o produtor a produzir mais e melhor.
Cadeia produtiva defende a retomada, pelo governo brasileiro, da análise antidumping contra produto oriundo de países do Mercosul.
Em Ribeirão Preto, Pedro Gonçalves analisa a transformação da pecuária nacional com foco na produtividade, sustentabilidade e protagonismo global da carne produzida a pasto.
A adoção de inoculantes em pastagens tropicais é uma oportunidade para reduzir custos, aumentar a eficiência da produção de carne e leite e ampliar a competitividade da pecuária brasileira.
No Dia Nacional do Pecuarista, o setor enfrentou incertezas com o anúncio de novas tarifas pelos EUA. A medida, que pode elevar a taxa total de importação da carne brasileira para até 76%, já afetou o mercado: frigoríficos reduziram compras, escalas foram alongadas e os preços da arroba, que vinham em recuperação, voltaram aos níveis de maio.
O presente texto tem as principais anotações feitas no Fórum Pré COP, em Campo Grande, no dia 24 de março deste ano, em complemento ao que já tinha sido abordado na coluna anterior.
Da cerca ao satélite: como o georreferenciamento fortalece a segurança jurídica, valoriza o imóvel, facilita o acesso ao crédito rural e agiliza processos de regularização fundiária.
Os americanos estão consumindo quantidades recordes de carne bovina brasileira. Agora, tarifas e guerras comerciais podem elevar os preços nos EUA e direcionar mais dessa carne para a China.
O mercado do boi gordo começou maio com preços estáveis, mas ainda sem força para reagir. Em São Paulo, a arroba do boi tipo China gira em torno de R$318, enquanto os frigoríficos alongam as escalas e compram com mais cautela. Nem mesmo o Dia das Mães trouxe um impulso no consumo interno, e a oferta segue firme com o aumento no abate de vacas e novilhas, o que ajuda a segurar os preços pagos ao produtor neste fim de safra.
Analistas da Scot Consultoria destacam que, embora as cotações estejam em elevação, o alto volume de fêmeas nos abates indica que o ciclo pecuário ainda não entrou em nova fase.
Segundo analistas de mercado, apesar de elevação nas cotações do boi gordo, boi magro, a participação elevada ainda de fêmeas nos abates sinaliza que o ciclo pecuário ainda não virou.
A arroba do boi gordo segue pressionada pela alta oferta de fêmeas para o abate, reflexo do atraso da estação de monta e das dificuldades com pastagens ao final do ano anterior. Os preços caíram em fevereiro, com média de R$315,00 até R$320,00 em São Paulo.
O evento destacou a evolução do financiamento agropecuário no Brasil, abordando a CPR, os desafios do crédito rural, a insegurança jurídica e a expansão do mercado de capitais no setor.
A importância da governança corporativa como meio de delegação de poder e controle estratégico, o equilíbrio entre os interesses dos acionistas e das partes interessadas e a necessidade de responsabilidade das empresas no contexto atual.
Entrevista com o Head de Agro, Alimentos e Bebidas na XP Investimentos, Leonardo Alencar
Tempo&Dinheiro
Boi gordo surpreende! Scot registra alta em 12 praças e nenhuma queda! Arroba vai subir mais?
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