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A retirada das tarifas norte-americanas abre a expectativa para recuperação da exportação de café no fim de 2025.
A procura está boa e a oferta se mantém restrita, mas o mercado enfrenta um entrave: o preço, que alguns compradores, não estão dispostos a pagar.
Parte dos compradores estava com as escalas programadas para o início da segunda semana de janeiro, em função das férias coletivas. As escalas atenderam, em média, a 11 dias.
No terceiro trimestre, foram curtidas 10,2 milhões de unidades, um crescimento de 19,8% frente ao mesmo trimestre de 2024.
Antes de comprar uma fazenda, é essencial avaliar possíveis passivos ambientais. Eles podem transformar um bom negócio em um grande prejuízo, mas o direito de regresso garante meios legais de reequilibrar essa conta.
Uma parte dos compradores estava com escalas prontas para o começo da segunda semana de janeiro e testavam preços menores, mas sem negócios concretizados.
A alta registrada ontem encerrou o maior período de estabilidade dos preços para o boi gordo no ano. Foram 28 dias sem alterações, mais do que o dobro frente aos três maiores últimos períodos de manutenção nos preços no ano, que ocorreram em janeiro, março e junho, com 13 dias cada.
O mercado encerrou a semana com alta de R$2,00/@ na cotação da novilha. Para as demais categorias, as cotações não mudaram na comparação dia a dia.
Ainda existia um cenário de indecisão entre os compradores, pois uma parte encontrava-se sem preços para adquirir boiadas e, por outro lado, as indústrias que estavam nas compras ofertaram valores menores do que as referências aqui descritas.
Na última semana, houve alta em quatro das oito categorias monitoradas no estado. Compradores e vendedores seguem avaliando os preços e as estratégias que pretendem adotar nos próximos dias.
Após o feriado, o mercado abriu frio. Alguns compradores não estavam operando hoje e, os que estavam, realizaram poucos negócios. Nesse sentido, as referências de preços continuaram as mesmas de quarta-feira.
O Brasil exportou 847,4 mil bovinos de janeiro a outubro.
Um olhar para a margem da indústria frigorífica e o potencial para o preço da arroba do boi gordo no fim de 2025.
A analista Juliana Pila, da Scot Consultoria, comentou o cenário do mercado de carne de frango no fim de 2025 em entrevista.
Apesar da incerteza decorrente do potencial de mudança nas salvaguardas de importação chinesa, o mercado físico manteve-se com preços estáveis. A maioria dos frigoríficos manteve as ordens de compra, dada a oferta ajustada de bovinos.
Como de costume, o mercado abriu a semana com poucos negócios.
As escalas de abate dos frigoríficos de pequeno porte estavam curtas, e as dos de grande porte, embora tenham conseguido alongá-las nos últimos dias, também estavam curtas. A maioria dos negócios com boi gordo e novilha aconteceu dentro das referências, mas ressalta-se que há negócios acima desses preços. Por outro lado, para a vaca, a maioria dos negócios aconteceu acima da referência, com uma alta de R$4,00/@.
Ao comprar uma fazenda, o produtor assume não apenas a terra, mas também obrigações ambientais deixadas por antigos proprietários.
Brasil embarcou 91,1 mil toneladas de feijão em outubro.
Com média de US$ 7 mil por tonelada, o país asiático pode se tornar novo destino da proteína ainda neste ano.
O mercado esteve com pouca oferta, principalmente de boiadas oriundas de pastagens. A ponta compradora relatou bons volumes de bovinos confinados, no entanto, a postura firme dos vendedores, que não negociaram abaixo das referências de mercado, resultou em uma oferta comedida.
O Brasil mudou, passando de exportador de excedentes da produção para produtor para o mercado externo.
Ao longo da quarta semana de outubro, o mercado do boi gordo manteve-se firme, sustentado por uma oferta ajustada e por um escoamento de carne que, embora tenha perdido fôlego em relação à primeira quinzena, foi considerado bom para o período e, em comparação com o desempenho de setembro, mostrou melhora significativa.
As escalas de abate estavam fluindo bem, mas a oferta de bovinos já estava menor em relação às semanas passadas. O escoamento de carne bovina também estava bom.
Uma parte da ponta compradora estava fora do mercado e aguardava os resultados das vendas do fim de semana para definir as ofertas de compras.
Banir a externalização de bovinos vivos tira receita do Brasil, mas manter o canal com regras de bem-estar equilibra externalidades e preserva empregos e competitividade.
Em entrevista ao canal Olho No Agro, o analista Pedro Gonçalves, da Scot Consultoria, destacou que o Brasil mantém um ritmo forte nas exportações de carne bovina in natura em 2025, mesmo após oscilações causadas pelo chamado
Uma parte da ponta compradora encontrava-se fora do mercado, ainda aguardando os resultados das vendas de carne no fim de semana para definirem preços. A parte ativa estava com ofertas de compra que permaneciam dentro das referências.
Analista de mercado da Scot Consultoria destaca ao Notícias Agrícolas que o Brasil registrou produção de 1,2 milhão de toneladas de sebo bovino entre janeiro e setembro de 2025, um aumento de 3,2% em relação ao mesmo período do ano anterior.
A receita com as embarcações disparou em setembro, alcançando patamares superiores aos observados ao longo de toda a série histórica de vendas do país.
Entrevista com o presidente executivo da Rede ILPF,Francisco Matturro
Canal do Boi
Boi gordo: mercado, exportações e efeitos da doença de Newcastle
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