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No começo da semana, a maior disponibilidade de boiadas pressionou a cotação. Entretanto, hoje, o mercado do boi gordo continua bem ofertado, mas sem alteração nas referências de preço de todas as categorias.
A demanda global por carne aumenta ano a ano e, mesmo com as restrições dos EUA, o Brasil mantém o protagonismo na exportação e é referência de competitividade no mercado mundial.
O abate de bovinos no Brasil foi recorde para um trimestre no período entre abril e junho deste ano.
Exportação dita o ritmo para os coprodutos, onde para o sebo o cenário segue com firmeza e para o couro um momento de estabilidade entre as quedas.
A primeira quinzena de agosto marcou a recuperação na cotação da arroba do boi gordo Brasil afora. A exportação, mesmo com a aplicação das tarifas estadunidenses, seguiu firme e há a expectativa de recorde para o mês. O segundo trimestre de 2025 foi o de maior abate de bovinos da história do país, segundo o IBGE.
Foram abatidas 10,4 milhões de cabeças sob algum tipo de serviço de inspeção sanitária. Desempenho recorde para o trimestre.
Após as altas registradas ontem, sustentadas pela melhora no escoamento da carne e pela redução na oferta de bovinos, o mercado abriu hoje com preços estáveis para todas as categorias.
Após as altas registradas ontem, sustentadas pela melhora no escoamento da carne e pela redução na oferta de bovinos, o mercado abriu estável.
O “american dream” em 2025 – bem vivido até então – em julho, virou pesadelo após o anúncio e confirmação da tarifa de 50% pelos Estados Unidos a partir de agosto. Mas, o quanto isso “azeda” a exportação e a perspectiva para o restante de 2025?
Se a cotação da arroba do boi gordo manter-se a mesma até 2027, o ágio atual do bezerro não trará margem positiva ao produtor.
A implementação do B15 em agosto gera expectativa de aumento no uso de sebo bovino para a produção de biodiesel.
O abate de fêmeas vem ganhando força nos últimos anos - uma tendência que se acentuou em 2025, quando elas representaram 49,2% do total abatido.
No 1o. trimestre de 2025, a participação de vacas foi de 33,27% no abate de bovinos, enquanto a de novilhas foi de 15,90%. Somadas, a participação das fêmeas foi de 49,17% - um aumento de 5,9% em relação ao primeiro trimestre de 2024.
O escoamento da carne bovina está fluindo bem, estimulando os negócios, o que permitiu o aumento da cotação em todas as categorias. Dessa forma, a cotação do boi gordo e do “boi China” subiu R$2,00/@, a da vaca R$ 3,00/@ e a da novilha R$ 5,00/@.
O escoamento da carne bovina fluía bem, estimulando os negócios, o que permitiu o aumento da cotação em todas as categorias. Dessa forma, a cotação do boi gordo e do “boi China” subiu R$2,00/@, a da vaca subiu R$3,00/@ e a da novilha subiu R$5,00/@.
Cenário impulsionado por abate recorde, tendencias de mercado e retomada da utilização de sebo bovino no biodiesel.
Na primeira semana de junho, o mercado registrou uma valorização na arroba do boi gordo, mas ainda exige cautela antes de afirmar que a chave da fase de baixa virou para a de alta. A elevação no abate de bovinos, com forte participação de fêmeas, sugere que essa transição ainda não ocorreu. Por outro lado, sinais como a valorização da cria e do boi gordo indicam que a mudança pode estar próxima.
Com mercado moroso e escalas confortáveis, a ponta compradora abriu o dia oferecendo menos pelo "boi China". A queda foi de R$3,00/@. A cotação do boi gordo, da vaca e da novilha não mudaram em relação a ontem.
Com mercado moroso e escalas confortáveis, ponta compradora cai o preço do "boi China" em R$3,00/@. Preço do boi gordo, vaca e novilha se mantém estáveis.
Apesar do abate de bovinos elevado, a demanda internacional - especialmente da China - sustentou os preços nas três primeiras semanas de abril. No entanto, a combinação de menor ritmo de exportações na reta final de abril e o comprador interno mais cauteloso fez os preços cederem.
A evolução do peso das carcaças bovinas no Brasil, impulsionada por técnicas de manejo e as dinâmicas do ciclo pecuário.
O mercado de sebo acumula três meses de alta, enquanto o couro registra sua quarta valorização consecutiva.
Estar atento aos sinais de mudança do ciclo pecuário, como os índices reprodutivos, é importante para decisões estratégicas em longo prazo.
A desmana foi a categoria que apresentou maior valorização, tanto na comparação feita semana a semana quanto na comparação feita ano a ano.
Desempenho do abate de bovinos nos últimos 25 anos. A participação das fêmeas no abate foi recorde em 2024.
O mercado iniciou estável em relação a ontem.
O mercado está estável em relação a ontem.
O momento da quaresma tem uma influência positiva nos abates de bovinos, impulsionados por uma robusta demanda externa.
Em meio a um ano de recordes no abate de bovinos, que já soma quase 40 milhões de cabeças, o mercado do boi gordo segue com ajustes. A arroba em São Paulo está entre R$ 315 e R$ 320, mas o mercado futuro aponta para valores abaixo dos R$ 300 nos próximos meses.
Entrevista com o médico-veterinário, Sérgio Soriano
AgroMais
Boi gordo encerra maio com mercado dando sinais de sustentação
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