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O mercado iniciou o dia com poucos negócios, algo típico para segunda-feira. Nesse contexto, na comparação com a última sexta-feira (20/3), as cotações ficaram estáveis.
Cotações estáveis, com parte da indústria fora das compras.
Precipitações são aguardadas para todas as regiões, com acumulados próximos ao padrão para o período na maior parte do país.
Chuvas bem distribuídas no Norte, Nordeste, Centro-Oeste e parte do Sudeste, enquanto Sul mantém cenário de precipitação abaixo da média e risco de déficit hídrico.
O mercado abriu estável para todas as categorias. A oferta de boiadas voltou a diminuir ontem e, algumas indústrias, para completar as escalas de abate da semana que vem, melhoraram as ofertas.
O mercado iniciou o dia estável, com indústrias ajustando as compras diante da menor oferta de boiadas.
Cenário climático tende a favorecer grande parte do país, mas o Sul já acende alerta para restrição hídrica.
Variação em porcentagem da cotação da arroba do boi gordo nas praças pecuárias brasileiras ao longo de fevereiro de 2026.
Volumes elevados predominarão no Norte e avançarão pelo Nordeste, enquanto o Sul manterá chuvas mais moderadas.
O Brasil bateu recorde em janeiro, com forte demanda externa e ágios relevantes sobre o mercado interno, e 2026 dá sinais de que a demanda continuará durante o ano.
Volumes seguem elevados no Norte e em parte do Centro-Oeste, enquanto o Sul e a faixa Leste do Nordeste devem registrar os menores acumulados no período.
Mapa pluviométrico evidência contraste regional, com Norte e Matopiba favorecidos e Sul em situação de atenção.
O mercado abriu com a cotação da arroba do boi gordo e do “boi China” R$3,00 mais alta. A cotação da novilha subiu R$5,00/@.
Para a segunda semana de fevereiro, os volumes de chuva tendem a se manter favoráveis na maior parte do país, porém alguns estados ainda devem registrar acumulados abaixo do padrão climatológico.
Fevereiro mantém padrão climático recente, com calor persistente e chuvas desiguais.
A cotação do boi gordo e do “boi China” subiu R$5,00/@. Para as fêmeas, a cotação não mudou na comparação feita dia a dia. A alta está fundamentada na queda da oferta de boiadas e na demanda firme por carne bovina no mercado para exportação.
A cotação do boi gordo e do “boi China” subiu R$5,00/@. Para as fêmeas, a cotação não mudou na comparação feita dia a dia.
Distribuição das chuvas segue desigual no fim de janeiro, com destaque para volumes mais elevados no Centro-Norte e restrição hídrica no Sul.
Apesar da ocorrência de precipitações, o padrão segue aquém da média histórica em várias regiões produtoras.
Com a resistência da ponta vendedora em negociar boiadas aos preços atuais, limitando a oferta no mercado, o ritmo de negócios é lento, típico do fechamento da semana.
Com a resistência da ponta vendedora em negociar boiadas aos preços vigentes, limitando a oferta no mercado, o ritmo de negócios foi lento, típico do fechamento da semana.
Mapas indicam chuvas presentes em todas as regiões do país, porém com anomalias negativas predominando.
O Brasil enviou ao exterior 113,1 mil cabeças de gado, a maior quantidade para o mês dos últimos cinco anos.
Previsão indica chuvas volumosas e acima da média no Norte, Centro-Oeste e Sul, em contraste com cenário mais seco no Nordeste e volumes abaixo da média no Sudeste.
O mapa semanal indica chuvas concentradas no Norte do país, avanço gradual no Matopiba e déficits no Sudeste e Sul do país.
Uma parte dos compradores está com escalas prontas para o começo da segunda semana de janeiro e testam preços menores, mas sem negócios concretizados.
Previsões reforçam o comportamento heterogêneo das chuvas, especialmente entre o Sul e o Centro-Norte do país.
As precipitações aumentam em grande parte do Brasil, beneficiando o campo, mas com variabilidade regional.
O dia abriu com as cotações estáveis para todas as categorias – haviam sido 14 dias sem alterações nos preços para os machos e para a novilha, e oito dias para a vaca.
Entrevista com o professor do Departamento de Zootecnia (ESALQ/USP), Roberto Sartori
Canal do Boi
Mercado de Boi Gordo: Oportunidades e Desafios para Pecuaristas em 2026
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