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A Conab divulgou seu décimo primeiro levantamento da safra 2024/25, trazendo importantes ajustes para o milho no Brasil, que deve alcançar recorde de produção.
Neste último episódio da 2ª temporada do Pecuária Feita por Mulheres, Carolina Barretto conversa com a pecuarista Mirela Delbon. O assunto é a união com a família, com as mulheres do agro e com os vizinhos de porteira, que fortalecem a atividade nos momentos mais necessários para o resgate das raízes no agro.
Estiagens prolongadas, amplitudes térmicas elevadas, chuvas irregulares... cada pista aponta para as mesmas consequências: quedas na produtividade, estresse animal e prejuízo no bolso.
Relação de troca favorável para o recriador e invernista em todas as categorias.
Até o momento, são necessárias, em média, 5,8 arrobas de boi gordo para a compra de uma tonelada de farelo de soja, o que representa uma alta de 0,8% em relação à média de julho.
Distribuição irregular das chuvas marca a semana, com estiagem prolongada no Centro-Oeste, Sudeste e parte do Nordeste.
A primeira quinzena de agosto marcou a recuperação na cotação da arroba do boi gordo Brasil afora. A exportação, mesmo com a aplicação das tarifas estadunidenses, seguiu firme e há a expectativa de recorde para o mês. O segundo trimestre de 2025 foi o de maior abate de bovinos da história do país, segundo o IBGE.
Com o fim dos eventos que impulsionaram o preço da carne bovina, as vendas perderam ritmo, mas os preços se mantiveram em alta.
Paola Jurca, avaliadora de imóveis da Scot Consultoria, abre o jogo e vai direto ao ponto com Carolina Barretto sobre a importância da avaliação e perícia nos processos de sucessão familiar.
Foram abatidas 10,4 milhões de cabeças sob algum tipo de serviço de inspeção sanitária. Desempenho recorde para o trimestre.
O Brasil é o terceiro produtor mundial de sorgo. Segundo a Conab, a produção em 2025 está estimada em 5,6 milhões de toneladas, um aumento de 26,3% frente a 2024.
Mesmo com a confirmação das tarifas norte-americanas à carne bovina brasileira, a exportação, em julho, foi a maior da história para o setor.
Em julho, as exportações somaram 57,3 mil toneladas, volume 2,5 vezes maior que o registrado no mesmo mês de 2024. O preço médio por tonelada alcançou US$1.127,0, o maior em dois anos.
O mercado do boi gordo seguiu firme e registrou novas valorizações. A oferta de boiadas, que estava confortável, retraiu. Enquanto isso, a demanda ganhou força. A exportação, em julho, registrou o maior volume de carne bovina in natura exportada pelo Brasil em um único mês.
Previsão indica chuvas fracas e irregulares na maior parte do país, com destaque para a persistência da seca em áreas do Nordeste e Centro-Oeste; condição que favorece o andamento da colheita, mas limita o desenvolvimento de culturas de inverno e intensifica a perda de vigor das pastagens.
O Ministério do Comércio da China (MOFCOM) anunciou nesta quarta-feira (6) a prorrogação da investigação de salvaguarda sobre as importações de carne bovina estrangeira. Iniciada em dezembro de 2024, a apuração agora se estenderá por mais três meses, com novo prazo final previsto para o final de novembro deste ano.
Carolina Barretto conversa com os engenheiros agrônomos, Laís Bellodi e Luccas Giannetti, do Sítio Coqueiro, que há quase dois anos tocam um confinamento em família, incluindo como sócio o pai dela.
Na comparação anual, a compra do insumo segue oportuna.
A demanda patinando na ponta final da cadeia e a captação da região Sul crescente foram fatores que colaboraram para o quadro.
Após pressão de baixa em julho, o mercado do boi gordo deu sinais de recuperação no fim do mês e, a dúvida que fica é se o movimento perdurará. Há fundamentos favoráveis e que indicam uma trajetória de preços melhores para o segundo semestre - apesar da confirmação das tarifas norte-americanas à exportação da carne bovina brasileira.
Após pressão de baixa em julho, o mercado do boi gordo deu sinais de recuperação no fim do mês e, a dúvida que fica é se o movimento perdurará.
A cotação da arroba do boi gordo e do bezerro de desmama, em São Paulo, caíram. A intensidade da queda para a cotação do boi gordo, porém, foi maior do que a do bezerro, piorando o poder de compra do recriador em julho, frente a junho.
Clima de agosto reforça cenário típico de transição entre safras no Brasil.
A engenheira agrônoma e pecuarista, Ilonka Eijsink, conta como entrou na pecuária e de que maneira enxerga as oportunidades oferecidas pela vida para prosperar na atividade.
Mesmo com a queda recente nas cotações, o mercado do boi gordo começa a dar sinais de estabilidade. Segundo Pedro Gonçalves, engenheiro-agrônomo e analista da Scot Consultoria, a arroba encontrou um piso em torno de R$298,00 a R$302,00, e a tendência é de recuperação com a redução da oferta de boiadas e exportações aquecidas, que devem bater recorde histórico em julho.
Apesar de julho ainda não ter terminado, o mês já se consolida como o melhor julho da história. O volume de carne bovina in natura exportado até a quarta semana (23 dias úteis) já supera o total exportado em todo o mês de julho do ano passado.
Em 2024, após um primeiro semestre nebuloso para os criadores de gado, a praça de São Paulo puxou a retomada de preços em todos os estados brasileiros, registrando uma elevação de 27,9%, entre setembro do ano passado e janeiro de 2025. No período, a cotação do boi gordo saltou de R$ 249,27 para R$ 319,36, respectivamente. Desde então, manteve-se acima dos R$ 300,00, mesmo sob oscilações.
Em São Paulo, na comparação mês a mês, a relação de troca está 4,6% mais vantajosa, permitindo a compra de 4,7 sacas de milho com uma arroba de boi gordo.
Entrevista com o professor do Departamento de Zootecnia (ESALQ/USP), Roberto Sartori
Canal do Boi
Mercado de Boi Gordo: Oportunidades e Desafios para Pecuaristas em 2026
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