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Dados parciais da secretaria do comércio exterior (Secex) divulgados hoje (22/9), apontam que o volume de carne bovina in natura poderá ser recorde para um único mês.
Com uma demanda interna enfraquecida, com a entrada da segunda quinzena, e uma oferta que garante escalas de abate confortável, a cotação para a arroba do boi gordo segue em queda.
Mesmo com safra recorde no Brasil e nos Estados Unidos, grandes produtores mundiais, os estoques finais no globo estão em seus níveis mais baixos dos últimos anos.
Segundo dados da Pesquisa Pecuária Municipal, do IBGE, o rebanho de bovinos em 2024 foi de 238,2 milhões de cabeças, queda de 0,2% frente a 2023. Ainda assim, o segundo maior rebanho da série histórica.
No Centro-Oeste as chuvas voltam a se espalhar e finalmente alcançam Goiás, que enfrentava um longo período de estiagem.
Depois de quatro capítulos, a investigação chega ao seu desfecho. O manejo virou suspeito, o clima entrou em cena, a gestão apresentou sua defesa... e até o boi trouxe seu testemunho.
O Brasil segue como o principal fornecedor de café do mundo. De janeiro a agosto de 2025 foram exportados cerca de 25,3 milhões de sacas de café para 112 países, um volume 20,8% menor do que no mesmo período do ano passado. O que tem mexido com os preços, com a oferta e com a demanda?
Volume exportado até a segunda semana do mês segue firme e acima da média embarcada em setembro de 2024.
O crescimento expressivo da captação este ano pode ser explicado devido a margens mais favoráveis ao produtor de leite, que estimularam investimentos na atividade, principalmente em nutrição. Além disso, a adoção de tecnologias tem mitigado os efeitos típicos da entressafra.
As escalas de abate avançaram com uma oferta confortável para o comprador na primeira quinzena do mês. A demanda por carne bovina, principalmente no mercado interno, não correspondeu às expectativas para o período - colaborando com a queda na primeira quinzena. A exportação, por outro lado, segue em bom ritmo e tem colaborado para que o viés de queda seja limitado.
As escalas de abate avançaram com uma oferta confortável para o comprador na primeira quinzena do mês. A demanda por carne bovina, principalmente no mercado interno, não correspondeu às expectativas para o período - colaborando com a queda na primeira quinzena.
Até o momento, o poder de compra do pecuarista em relação ao milho atingiu o maior nível dos últimos 13 meses.
Apesar das chuvas, Santa Catarina e o Norte e Leste do Paraná registram umidade do solo abaixo do normal, porém sem intensidade exagerada.
Carnes bovina, de frango e suína iniciam setembro com alta no volume embarcado na comparação com igual período do ano passado.
No curto prazo, deve ocorrer um aumento no volume de vendas, com uma expectativa de menor pressão negativa sobre os preços no varejo.
Em sua sexta edição, o Confina Brasil segue em frente com a missão de registrar e compartilhar a realidade da pecuária de corte em diferentes regiões do país. Com o apoio de parceiros, a expedição fortalece e amplia o entendimento sobre as práticas que estão redesenhando o setor.
Com o mercado do coproduto lateralizado e os preços da arroba do boi gordo firmes, o poder de compra do pecuarista em Mato Grosso e em Goiás melhorou na comparação mensal.
A exportação de carne bovina in natura seguiu no ritmo de recorde para 2025, levando a boas expectativas para setembro. Dessa forma, aliada a demanda interna, trazem sustentação para a cotação do boi gordo no curto prazo.
Mesmo com o fim da colheita no Brasil, as perdas no campo ficaram evidenciadas e, com uma demanda firme e um produtor retraído, os preços do café voltaram a disparar no mercado interno.
Neste episódio do Agro num Instante, fazemos um balanço da sexta edição do Confina Brasil. De Norte a Sul, a expedição revelou como tecnologia, genética, sustentabilidade e modelos de negócio estão moldando a pecuária intensiva no país.
Mesmo com as quedas recentes, os preços dos ovos encerram agosto em alta frente a julho.
No pagamento de agosto, referente ao leite entregue em julho, o recuo foi de 0,9% ou R$0,02/litro na comparação mensal. Considerando a média nacional ponderada nos dezoito estados pesquisados pela Scot Consultoria, o litro de leite ficou cotado em R$2,434.
O volume de bovinos abatidos, no comparativo mensal, caiu. Isso regulou a oferta para os coprodutos para a industria, o que trouxe estabilidade para os preços praticados para o couro e sebo, momentaneamente.
Expectativa é de um mercado de estabilidade à alta para setembro. Espaço para forte valorização, porém, é limitado dado os fundamentos de mercado em 2025.
Preço no varejo de carne bovina fecha a quarta semana de agosto em queda, em movimento natural para a segunda quinzena.
Em seu relatório mensal, a Conab revisou a estimativa de produção da safra de milho 2024/25, em fase final de colheita, para 137,0 milhões de toneladas, consolidando recorde de produção.
Chuvas se espalham pelo país com variação regional e temperaturas em elevação, beneficiando algumas áreas, mas mantendo estiagem em pontos críticos
Entrevista com o engenheiro agrônomo e mestre em Nutrição Animal e Pastagens, Luiz Gustavo Nussio
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Mercado do boi gordo: balanço da semana e perspectivas
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