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O movimento de alta na carne e queda nos preços do boi em São Paulo deram um bom alivio nas margens da indústria.
O analista da Scot Consultoria, Alex Lopes, conversou com o Notícias Agrícolas sobre o mercado do boi gordo.
O interessante e inusitado dessa semana foi a movimentação do mercado futuro, que vem sendo na direção oposta à do físico, continuando o movimento de queda e, precificando pela primeira vez no ano, um
Mercado futuro projeta altas, mas menores que as observadas nos últimos meses.
Será que prevalecerá a decisão racional de não enfrentar esse cenário adverso com os bois no cocho, ou será que a tentação de apostar que ninguém vai confinar vai dar a coragem necessária para investi
O pecuarista que precisa vender seus animais acaba tendo que entregar nos valores pagos pela indústria, sem qualquer poder de negociação na tentativa de preços melhores
A “boca de jacaré” é formada por duas variáveis, o preço do milho e o dólar, e é o que tem “comido” todo o lucro dos confinadores nesse ano
As margens da indústria no mercado interno estão em níveis em linha com os piores momentos da história
O diretor-fundador da Scot Consultoria, Alcides Torres, afirmou nesta segunda, dia 4, que o ciclo de alta do preço da arroba do boi gordo deve ser revertido a partir de 2018 ou 2019, quando a oferta d
Nessa semana o mercado enfrentou a chamada “Tempestade Perfeita”, onde literalmente todos os fatores jogaram contra a precificação do boi gordo tanto no mercado físico como no futuro.
O movimento do milho nessa semana foi o exemplo prático do ditado que diz que “os preços sobem de escada, mas descem de elevador”, já que o milho devolveu três meses de alta em apenas dois dias.
No mercado de reposição, por exemplo, atualmente são necessária 12,7@ de boi gordo para aquisição de uma cabeça de boi magro. Esse patamar representa um ganho de 4,9% na relação de troca desde o iníci
Mesmo que o pecuarista acredite em valorizações maiores, é interessante manter a possibilidade de travar parte da venda em mente.
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A razão para essa reação tímida dos preços é a dificuldade de venda de carne no mercado interno, que trouxe a margem das indústrias para um dos menores níveis desde 2005
O ano de 2016 está sendo um ano atípico em termos de comportamento sazonal. Pensando nos primeiros meses do ano, ao contrário do que geralmente ocorre, os preços apresentaram alta.
O volume decrescente de oferta nos últimos dias colaborou para a redução nas programações de abate, aumentando o apetite das indústrias.
Se o cenário de margens da indústria está ruim e tende a se manter assim, o cenário para o confinamento também permanece complicado.
Esse descolamento da entressafra, aliado a um mercado de boi magro mais ofertado, tem trazido novamente os confinadores para os cálculos de viabilidade de seus confinamentos
No curto prazo, o cenário mais provável ainda é o de preços pressionados, já que a saída dos animais engordados à pasto tende a continuar acontecendo e, por enquanto, não há sinais de melhora na deman
Embora pareçam complicados à primeira vista, mercados como futuros ou opções são simples e muito utilizados pelo mercado.
A análise da posição comprada e vendida e das variações dessas posições ao longo do tempo nos dão algumas informações que merecem ser mais bem analisadas de tempos em tempos
Além do aumento da oferta, outro fator que vem atuando no sentido de forçar preços mais baixos tem sido a diminuição da margem da indústria no mercado interno.
Com uma possível antecipação desse fim de safra, a nova questão que se coloca diante do mercado agora é a situação que ocorrerá após esse possível aumento de oferta e quando isso poderá ocorrer.
Mercado futuro na semana
O ano é de oferta limitada de boiadas e não está previsto que os preços caiam com intensidade, entretanto, a redução do poder de compra da indústria e a queda do consumo conturbar esse cenário
O efeito ruim da falta de volatilidade além da baixa liquidez é que com menos especulação, ocorrem menos distorções de preço e consequentemente menos oportunidades para fixação de preços por parte dos
Entrevista com o professor sênior de agronegócio no Insper e coordenador do centro Insper Agro Global, Marcos Jank
TIMES BRASIL
China e México impõem barreiras à carne
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