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O produtor individual tem pouca influência sobre a formação do preço de commodities. O preço de referência costuma ser formado por uma combinação de oferta, demanda, estoques e câmbio.
No mercado de sebo, há pressão de baixa para as cotações, sustentada pela maior oferta no momento e pela menor demanda do setor de biodiesel. Para o couro, o mercado está travado, com as exportações sustentando a estabilidade.
Na comparação feita mês a mês, até 5 de junho, a cotação do trigo subiu no Paraná e no Rio Grande do Sul. O movimento dá sequência à alta observada em maio, quando os preços também avançaram em relação a abril.
O regulamento antidesmatamento da União Europeia entra em vigor em dezembro de 2026 e exige que soja, carne, café, cacau e madeira comprovem, com dados de satélite e geolocalização, que não vieram de área desmatada após 2020.
O glifosato voltou ao centro dos debates após o Ministério Público do Trabalho (MPT) ingressar com uma ação solicitando a suspensão da produção, comercialização e uso no Brasil.
No mercado de sebo, a demanda para produção de biodiesel arrefece com a redução da paridade de preços frente ao óleo de soja. Para o couro, apesar da maior oferta sazonal, a exportação e os custos logísticos sustentam a estabilidade.
Análise de todas as safras de soja desde 2000 mostra que o fenômeno tende a favorecer o vigor das lavouras no Sul, e aumenta o risco climático em Mato Grosso e Goiás.
No mercado do sebo, a demanda por biodiesel e as exportações para os Estados Unidos sustentam os preços, enquanto que para o couro, a maior oferta sazonal deve ser equilibrada pelos custos logísticos e pelo bom ritmo das exportações.
Mesmo com maior demanda para esmagamento e biocombustíveis, o avanço da produção global deve manter os estoques elevados e os preços pressionados.
Para o sebo, a demanda está aquecida no mercado interno e houve aumento nos volumes exportados, sustentando os preços. Para o couro, as exportações em bom ritmo mantêm sustentação no mercado.
O volume exportado cresceu 11,7% no primeiro quadrimestre de 2026 ante igual período de 2025, mas a receita subiu apenas 1,7% em razão da pressão sobre os preços internacionais.
Expectativa é de que viés de baixa siga em curto prazo.
Demanda pelo coproduto aquecida no mercado interno e com alta nos volumes exportados.
Queda nas posições do contrato de maio foi compensada pelo avanço da demanda em junho e julho, enquanto outubro mantém perspectiva mais otimista para a arroba no segundo semestre.
Para o sebo, a demanda aquecida pelas indústrias de biodiesel e a expectativa de anúncio do aumento do B16 geram a expectativa de alta. Para o couro, a estabilidade deriva de uma menor oferta de peles no quadrimestre.
Ampla oferta mundial e nacional, além da pressão sazonal por conta do período de colheita, contribuiu para o cenário.
As posições em aberto para os contratos futuros do boi gordo na B3 apresentaram forte queda na primeira semana de maio.
Entenda por que a canola possui grande potencial de utilização durante a safrinha no Rio Grande do Sul.
Procura por sebo para produção de biodiesel são mais atrativas do que o óleo de soja no momento. Para o couro, a estabilidade deriva de uma menor oferta de peles no quadrimestre.
Correção sazonal, consumo interno fragilizado e incertezas com a China explicam recuo, enquanto oferta limitada sustenta viés de alta no ano.
Integração Lavoura e Pecuária (ILP): ganhos de carbono e evolução da mitigação.
Para o sebo, a demanda interna está aquecida e há maior atratividade frente ao óleo de soja. Para o couro, o cenário é de estabilidade no momento.
Em abril, a cotação do arroz subiu e já é a maior de 2026, porém ainda abaixo da cotação do mesmo período de 2025.
O número de posições em aberto no mercado futuro do boi gordo voltou a cair, com destaque para a queda nos contratos mais próximos do vencimento, de abril e maio.
A demanda enfraquecida e a oferta elevada pressionam as cotações e mantêm o viés de baixa no curto prazo.
Para o sebo, a demanda interna está aquecida, com alta nas cotações. Para o couro, a maior exportação em março contrasta com uma menor receita.
Para o sebo, a demanda interna está aquecida. Para o couro, a valorização do produto ocorre pela alta dos custos.
Volume de soja destinada ao esmagamento, estimativa para a safra 2025/26** em milhões de toneladas e cotações médias anuais do farelo de soja* (R$/t).
Queda das emissões em 2024 e peso da fermentação entérica evidenciam como o confinamento reduz a intensidade de carbono na pecuária.
Entrevista com o engenheiro agrônomo, Eloir Daltoé
Notícias Agrícolas
Arroba firme em junho, mas mercado exige atenção
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