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A cotação do boi gordo, do “boi China”, da vaca e da novilha subiu R$3,00/@. A oferta de boiadas esteve curta, e a margem de negociação abaixo do preço de referência esteve estreita.
A oferta elevada do ciclo anterior e o ajuste sazonal devem limitar uma reação da cotação dos coprodutos do algodão, mesmo com a estimativa de menor produção.
O mercado está firme, com a oferta enxuta. A cotação do boi gordo subiu R$1,00/@, registrando o terceiro dia consecutivo de alta. Para as demais categorias, o preço não mudou.
O mercado esteve firme, com a oferta enxuta. A cotação do boi gordo subiu R$1,00/@, registrando o terceiro dia consecutivo de alta. Para as demais categorias, o preço não mudou.
A cotação do boi gordo e do “boi China” subiu R$5,00/@. Para as fêmeas, a cotação não mudou na comparação feita dia a dia. A alta está fundamentada na queda da oferta de boiadas e na demanda firme por carne bovina no mercado para exportação.
A cotação do boi gordo e do “boi China” subiu R$5,00/@. Para as fêmeas, a cotação não mudou na comparação feita dia a dia.
Apesar do menor ritmo nas vendas de carne, típico da última semana do mês, com os produtores retendo a boiada e buscando realizar melhores negócios, as ofertas diminuíram, permitindo alta na cotação, com exceção da cotação da vaca, que seguiu estável.
Avanço da colheita no Brasil, revisão altista de oferta pelo USDA e estoques elevados no mercado global pressionam os preços e limitam espaço para valorização no primeiro semestre.
A semana termina com alta de R$1,00/@ na cotação do boi gordo e do “boi China”. Para as fêmeas, a cotação ficou estável na comparação dia a dia. A alta foi sustentada pela oferta mais curta de boiadas. Com menos bovinos disponíveis, a ponta vendedora ganhou poder de negociação.
A semana terminou com alta de R$1,00/@ na cotação do boi gordo e do “boi China”. Para as fêmeas, a cotação ficou estável na comparação dia a dia.
Os vendedores estão retraídos, reduzindo a oferta no mercado. No entanto, o escoamento de carne ocorre em ritmo mais lento, comportamento esperado para este período do mês, o que sustenta as cotações.
Os vendedores estiveram retraídos, reduzindo a oferta no mercado. No entanto, o escoamento de carne ocorreu em ritmo mais lento, comportamento esperado para o período do mês, o que sustentou as cotações.
Com o arrefecimento das vendas de carne no mercado interno, houve uma menor atuação dos frigoríficos. Com o consumo mais fraco, as indústrias voltadas ao mercado doméstico negociam com mais cautela.
Com a resistência da ponta vendedora em negociar boiadas aos preços atuais, limitando a oferta no mercado, o ritmo de negócios é lento, típico do fechamento da semana.
Com a resistência da ponta vendedora em negociar boiadas aos preços vigentes, limitando a oferta no mercado, o ritmo de negócios foi lento, típico do fechamento da semana.
Por quê a obrigação de reparar danos ambientais não se perde com o tempo — e o impacto disso para produtores e negócios imobiliários.
O mercado abriu com baixo volume de negócios.
Foi assim que a Bolsa de Comércio de Rosário classificou o desenvolvimento das lavouras no país de onde mais importamos o cereal, a Argentina.
Como é típico para uma sexta-feira, poucos negócios foram fechados. Frigoríficos com escalas mais confortáveis estão menos ativos, atuando apenas em oportunidades pontuais, enquanto aqueles que estão no mercado negociam nos preços vigentes.
A medida adotada pelos países, que taxa o excedente de volume de carne bovina, exigirá do Brasil negociação com muito jogo de cintura.
A quarta-feira começa com alta de R$1,00/@ na cotação do boi gordo, na comparação feita dia a dia. A cotação das demais categorias não mudou. A oferta de bovinos atende à demanda dos frigoríficos, sem excedentes. O escoamento da carne bovina está firme para o mercado interno e para a exportação, o que sustenta as cotações.
A quarta-feira começou com alta de R$1,00/@ na cotação do boi gordo, na comparação feita dia a dia. A cotação das demais categorias não mudou. A oferta de bovinos atendeu à demanda dos frigoríficos, sem excedentes. O escoamento da carne bovina esteve firme para o mercado interno e para a exportação, o que sustentou as cotações.
Com preços firmes e menor oferta, o confinador precisou ampliar o raio de originação de gado para garantir a reposição em 2025.
Apesar da menor necessidade de compra imediata por parte dos frigoríficos, em parte devido às programações fechadas no fim do ano passado, o mercado esteve firme.
A produção, tanto do milho primeira safra, quanto da soja, tem potencial de recordes.
A semana começou com poucos negócios. Ainda assim, os frigoríficos que abriram compras observaram um aumento na oferta em relação ao final do ano, o que deu espaço para ofertas de compra abaixo da referência para o boi gordo.
A China instituiu cotas de importação e uma sobretaxa de até 55% sobre o excedente de carne bovina, medida que pode impactar as exportações brasileiras e gerar reflexos no mercado do boi em 2026.
No último dia útil do ano a cotação do boi gordo caiu R$2,00/@ e a do “boi China” caiu R$3,00/@. Para as fêmeas, as cotações permaneceram estáveis na comparação feita dia a dia.
Entrevista com o fundador da JP Meat, José Leandro; com o fundador da Bella Black, Umberto Paulinelli; e com o sócio-fundador do Frigorífico Coqueiro, Luiz Saalfeld.
Canal do Boi
Encontro em Cuiabá leva informação técnica e de mercado para pecuaristas
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