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Não houve alterações nas cotações das diferentes categorias hoje, mas o mercado do boi gordo opera em um ambiente de “queda de braço”.
Não houve alterações nas cotações das diferentes categorias, mas o mercado do boi gordo operou em um ambiente de “queda de braço”.
Até a segunda semana de janeiro, o volume exportado de carne bovina in natura foi de 89,3 mil toneladas.
O mercado abriu com baixo volume de negócios.
Como previsto, a segunda-feira começou com manutenção do cenário observado no fechamento da semana anterior.
Com a chegada de 2026, as vendas perderam o fôlego, movimento que já era previsto pelo setor.
O contrato para vencimento em fevereiro de 2026, por exemplo, subiu de 4.218 posições em aberto em, 26 de dezembro, para 8.701 em 8 de janeiro.
China e México anunciam cotas e tarifas, e a UE avança no acordo com o Mercosul. Veja os impactos para o mercado da carne bovina.
Como é típico para uma sexta-feira, poucos negócios foram fechados. Frigoríficos com escalas mais confortáveis estavam menos ativos, atuando apenas em oportunidades pontuais, enquanto aqueles que estavam no mercado negociavam nos preços vigentes. Havia relatos de negócios acima da referência, mas ainda insuficientes para estabelecer um padrão de preços.
Como é típico para uma sexta-feira, poucos negócios foram fechados. Frigoríficos com escalas mais confortáveis estão menos ativos, atuando apenas em oportunidades pontuais, enquanto aqueles que estão no mercado negociam nos preços vigentes.
A medida adotada pelos países, que taxa o excedente de volume de carne bovina, exigirá do Brasil negociação com muito jogo de cintura.
Entre progresso, desinformação e consumo excessivo, um convite à razão, à verdade e ao cuidado com o planeta.
Exportações de carne bovina encerram 2025 com recordes em volume e receita.
Brasil é um dos principais fornecedores.
Nesta semana, as ofertas estiveram mais abundantes, o que permitiu que alguns frigoríficos avançassem com as escalas e, com um bom escoamento de carne, os preços ficaram estáveis.
A quarta-feira começa com alta de R$1,00/@ na cotação do boi gordo, na comparação feita dia a dia. A cotação das demais categorias não mudou. A oferta de bovinos atende à demanda dos frigoríficos, sem excedentes. O escoamento da carne bovina está firme para o mercado interno e para a exportação, o que sustenta as cotações.
A quarta-feira começou com alta de R$1,00/@ na cotação do boi gordo, na comparação feita dia a dia. A cotação das demais categorias não mudou. A oferta de bovinos atendeu à demanda dos frigoríficos, sem excedentes. O escoamento da carne bovina esteve firme para o mercado interno e para a exportação, o que sustentou as cotações.
O avanço consistente dos embarques evidencia a crescente dependência do mercado chinês da carne bovina brasileira e reforça o descompasso entre o fluxo comercial e o recente limite estabelecido.
Apesar da menor necessidade de compra imediata por parte dos frigoríficos, em parte devido às programações fechadas no fim do ano passado, o mercado esteve firme.
O setor, apesar de apresentar ritmo aquém do esperado em 2025, ganhou tração no final do ano e tem boa perspectiva para 2026.
País asiático é o principal destino da proteína brasileira
A China divulgou medidas de salvaguarda para a importação de carne bovina. Serão utilizadas cotas de importação para cada país exportador e aplicada uma sobretaxa de 55,0% caso haja excedente de volume.
A semana começou com poucos negócios. Ainda assim, os frigoríficos que abriram compras observaram um aumento na oferta em relação ao final do ano, o que deu espaço para ofertas de compra abaixo da referência para o boi gordo.
A China instituiu cotas de importação e uma sobretaxa de até 55% sobre o excedente de carne bovina, medida que pode impactar as exportações brasileiras e gerar reflexos no mercado do boi em 2026.
Entrevista com o professor, Cássio Arruda Boechat
Canal do Boi
Mercado do boi gordo abre a semana com estabilidade nas praças paulistas
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