Ponta compradora manteve as ofertas e o mercado fechou sem mudanças nas referências.
Foto: Bela Magrela
O mercado esteve sustentado pela oferta controlada e pelas escalas curtas, o que manteve as cotações firmes. Contudo, como é comum às sextas-feiras, o volume de negócios foi menor, a ponta compradora não elevou a oferta em relação ao dia anterior e os compradores mais ativos foram os frigoríficos exportadores. Com isso, as cotações não mudaram na comparação diária.
As escalas de abate atenderam, em média, a seis dias.
Com o último dia útil do mês, fevereiro acumulou alta de 7,4% para o boi gordo, 7,6% para a vaca gorda e 6,3% para a novilha. A cotação do “boi China”, por sua vez, subiu 7,6% no período.
A oferta de bovinos esteve contida e as escalas estiveram curtas, o que resultou em altas nas cotações em duas das quatro praças pecuárias mineiras.
Na região do Triângulo Mineiro, a cotação do boi gordo e a da novilha subiu R$2,00/@ na comparação com o dia anterior. A cotação da vaca não mudou.
Na região de Belo Horizonte, na comparação feita dia a dia, as cotações ficaram inalteradas.
Na região Norte, na comparação com o dia anterior, a cotação da vaca subiu R$2,00/@. Para o boi e a novilha, as cotações ficaram estáveis.
Na região Sul, não houve alterações.
A cotação do “boi China” não mudou em relação ao dia anterior.
Nas quatro praças, as escalas de abate não ultrapassaram uma semana.
Na comparação dia a dia, a cotação do boi gordo subiu R$2,00/@ e a da novilha, R$5,00/@. Para a vaca, não houve alterações.
Análise originalmente publicada no informativo pecuário diário Tem Boi na Linha de 27/2/2026.
<< Notícia Anterior Próxima Notícia >>Receba nossos relatórios diários e gratuitos